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“Tuning”: criado a nossa imagem e semelhança

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa

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Como alternativa aos intermináveis engarrafamentos nos quais nos vemos imobilizados diariamente durante horas, o humorista e cartunista Maringoni utiliza a figura de um inusitado personagem existente no trânsito: o pedestre. Ele afirma que, por mais incrível que pareça, mesmo tratando-se de uma prática antiquada e obsoleta, ainda existem pessoas que andam a pé! Pés que, segundo o autor, “[…] são aquelas extremidades usadas para se acionar outra parte do corpo humano: os pedais do automóvel”.

De forma irônica, ele defende a ideia do automóvel como extensão do próprio corpo, definindo-o como “[…] órgão indispensável do corpo humano, o automóvel rege nossas vidas, mesmo que você não tenha um. Como se sabe, o homem começou andando de quatro, ficou de pé como homo erectus e agora ficou de quatro, novamente. De quatro rodas”.

Entretanto, Maringoni adverte quanto à dificuldade em aderir à prática do ato de caminhar, já que, segundo o mesmo, essa é uma prática que necessita que a pessoa fique na posição vertical, posição que não é a natural do corpo humano, ou seja, sentada num banco de automóvel a maior parte do tempo. Por isso, ele elenca uma detalhada série de instruções ensinando, passo-a-passo, a prática de caminhar. Mas, por fim, ele tranquiliza o aspirante a pedestre, incentivando-o a não desistir e afirmando: “Logo você perceberá que essa prática é tão natural quanto respirar ou dirigir”. :: LEIA MAIS »

O TEMPO dos SEMÁFOROS é SUFICIENTE para ATRAVESSAR a RUA?!

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

No centro de Porto Alegre quando cruzava na sinaleira para pedestres em movimentada avenida,
escutei o “berro” de um jovem transeunte:
– Corre vovô, olha a carro!
 
Fiquei arrasado, não pelo fato de ter ouvido a palavra “vovô”, mas sim pelo sinal que logo ficou vermelho, e até então estava no meio do caminho.
(graças ao “mundo espiritual”, e ao motorista do veículo bem próximo que desacelerou, cheguei são e salvo – pelo menos desta vez -, do outro lado da rua)
 
Fiquei triste com o desempenho atlético detectado e fui fazer queixa a quem é familiar desta “diagonal” da mobilidade urbana. Sabem o que ele disse?
– César, você atravessou o semáforo a uma velocidade média próxima dos 3,0 km/h. Aconselho entrar para uma hidroginástica para melhorar seu desempenho atlético urgentemente.
(achei que o “entendido” estava moderando seu discurso com palavras agradáveis – para não contundir minha “autoestima”)
 
Como não estava certo da clareza da sua intenção tasquei outra pergunta:
– Da onde você tirou este valor de velocidade? :: LEIA MAIS »

Carro, nascido em berço esplêndido

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa - Reprodução

Imagem Ilustrativa – Reprodução

No decorrer da nossa história, procuramos criar tecnologias que facilitassem a vida. De acordo com a necessidade de cada período as ferramentas criadas evoluíam. Com o início da Revolução Industrial criamos máquinas e métodos que mudaram drasticamente o modo de produção, influenciando as relações sociais. Este momento de grandes transformações, em meados do século XIX e no início do século XX, coincide com o advento de uma máquina de transporte individual que vai transformar sensivelmente toda a sociedade humana: o automóvel.

Sobre o automóvel, Giucci [1] vai afirmar que:

O automóvel é o símbolo por excelência do moderno no início do século XX. Sua chegada a diferentes partes do mundo ilustra a trajetória irresistível da mobilidade. Chega a máquina bufante, o novo sáurio mecânico, o carro de fogo, envolvido numa nuvem de pó. E montado no cavalo mecânico chega o mensageiro da motorização. Enquanto o arauto medieval levava mensagens, determinava as festas de cavalaria e organizava os registros da nobreza, o piloto introduz o não visto e o estranho, na forma de antecipação do futuro. Vem de longe anunciando grande transformação.

Segundo Ballard [1], a compreensão da identidade ambígua produzida pelo amplo surgimento de máquinas durante o século XX pode ser alcançada com o estudo do automóvel devido ao impacto cultural e subjetivo que este ocasionou. Desde o seu advento, no final do século XIX na Europa, o automóvel cruzou o mundo, conquistando as cidades e transformando-se em protagonista da vida cotidiana.

Desde o século XVII já se idealizavam veículos automotores impulsionados a vapor. Desde então, diversos experimentos foram sendo feitos simultaneamente em diversos países da Europa e Estados Unidos. No entanto, se consolidou a ideia de que os primeiros automóveis foram, de fato, criados somente a partir do invento do motor de combustão interna à gasolina. Se aceita que esse tipo de motor tenha surgido simultaneamente através do trabalho independente de vários inventores alemães, muito embora se atribua a invenção do primeiro carro ao alemão Karl Benz, no ano de 1885, em Mannheim, patenteando-a no ano seguinte [2]. :: LEIA MAIS »

Na SUA CIDADE, como estará a MOBILIDADE da PESSOA com DEFICIÊNCIA VISUAL?

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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A primeira vez que decidi nutrir destemor,
manifestando desejo em lecionar a “pessoas com deficiência visual” foi na década de 1970.
(turma de adultos com aquele exclusivo e resolvido aluno “cego” – o Sr. Elenir)
 
Tempos depois – na década de 1990, outra turma mista -, e um novo encontro com estes amigos.
(agora em pré-vestibular e presente a estima de um casal de “cegos”)
 
Atualmente “labuto” numa escola para jovens e adultos.
 
Lá, comparecem alunos com “deficiência auditiva”, “deficiência visual”, “deficiência intelectual”, obesos, magros, bonitos, feios, altos, baixos, e os ditos sem deficiência – como “eu” e “você” – risos.
(constantemente nessa escola, nós os professores, estamos quase que diariamente ensaiando o “novo”)
 
OBS 01: devo realçar que o vocábulo “deficiência visual” acolhe tanto os cegos – aqueles que não enxergam nada -, como os que apresentam baixa visão.
(a pessoa que apresenta “baixa visão” é aquela que possui dificuldade em desempenhar tarefas visuais, mesmo com prescrição de lentes corretivas, mas que pode aprimorar sua capacidade de realizar tais ocupações com a utilização de estratégias visuais compensatórias, além de outros recursos e modificações ambientais)
 
OBS 02: “deficiente” ou “pessoa deficiente” não pode ser confundido em hipótese alguma com a falta de eficiência da pessoa – o que é inadequadamente concebido por muitos.
A utilização desses termos no texto tem a intenção de mencionar exclusivamente a deficiência específica da pessoa – seja ela física, visual, auditiva, intelectual ou mental.

Como é o dever da sociedade formar um cidadão que conviva com a possibilidade da “falta de informação”, mas que não seja seduzido por ela, vou salientar a questão da pessoa com “deficiência visual”.

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A praga do trânsito

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa

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Andava há algum tempo sem escrever, mas essa semana ouvi algo que não pude deixar passar batido.

Trabalho no setor de educação do órgão gestor de trânsito da minha cidade. Nessa semana visitamos uma turma da universidade federal no intuito de convidá-los a participar de um projeto específico para o público universitário.

Minutos antes do início da aula conversávamos com a professora da disciplina esclarecendo dúvidas sobre o projeto e também falando de outros assuntos relacionados ao trânsito. Foi quando, com ar preocupado, ela perguntou: “O que está acontecendo com o trânsito da cidade nesse ano de 2017?!”. Sem entender direito a pergunta, pedi educadamente que fosse mais clara. Ela explicou que estava cada vez mais difícil o trânsito da cidade em função dos congestionamentos.

Bem professora, – respondi- com em torno de 400 novos carros emplacados no estado diariamente isso era de se esperar! E a tendência, se nada a respeito for feito, é piorar…

Para meu espanto, ela seguiu: “tinha que haver uma praga!” (no sentido de diminuir o número de carros nas ruas, creio eu).

Professora… infelizmente já temos uma praga! Mas poucas pessoas sabem da sua existência.

Uma praga que mata mais de 100 pessoas por dia no Brasil. Uma praga que ceifa a vida de mais de 40 mil brasileiros e deixa outras centenas de milhares com sequelas muitas vezes irreversíveis. Uma praga que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), dizima anualmente cerca de 1,3 milhões, ultrapassando o número de homicídios e até mesmo de mortes em guerras. E que, segundo a mesma organização, se até 2030 não for contida, matará mais que o HIV. Uma praga responsável por gastar, em média, 2% do PIB dos países em desenvolvimento. Que no país leva todos os anos dos cofres públicos o equivalente a duas copas do mundo semelhantes a de 2014.

A praga está aí, juntamente com seus números, para quem quiser ver. Mesmo que alguns seguimentos da sociedade pareçam não se preocupar com isso. Em vista disso, fica o questionamento que sempre procuro levar aonde quer que eu vá, com quem quer que eu fale: A quem serve que as pessoas desconheçam esses fatos? Quem se beneficia com a falta de atenção sobre esses números? Até quando fecharemos nossos olhos a isso é esperaremos que uma “praga” faça nossos problemas magicamente desaparecerem?

*Rodrigo Vargas de Souza é psicólogo, palestrante e agente de educação para o trânsito na Empresa Pública de Transporte e Circulação de Porto Alegre.

AUMENTANDO a velocidade, você CHEGA MAIS RÁPIDO ao destino?…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Pelas leis da “Física Clássica”, quando se aumenta a velocidade de um corpo, obrigatoriamente ele irá percorrer determinada distância em menor tempo.

(logo, para a mesma distância, se diminuir a velocidade, aumentará o tempo de chegada ao destino. Não há discussão, essa é a legítima verdade)

Mas, e nas vias públicas? Será que estabelecer “limite de velocidade” prejudica ou beneficia os condutores e a mobilidade urbana relacionada ao tempo de chegada ao destino?

A discussão sobre o tema redução dos limites de velocidade nas vias das capitais brasileiras, frequentemente, inflama debates, muitas vezes hostis,  sobre os “porquês”, as “vantagens” e a “eficiência” deste propósito.

Muitas cidades do mundo também enfrentam esta hesitação, então devemos estar informados sobre a carência de fórmulas mágicas.

(é prioridade estar disponível aos aprendizados, às simulações, às efetivações e às tentativas – tudo isso requer experimento; sugiro com a sociedade -, pois do contrário surgirão “desastrosos” efeitos).

Tenho usado investigações, leituras e observado as críticas…

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No ÔNIBUS você respeita o ASSENTO PREFERENCIAL para IDOSOS? (ou permanece anestesiado?!)…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Dentre diversos tópicos, aquele que aguça a vontade de “saber mais” é incontestavelmente os “anestésicos”…

(estimulado desde a faculdade, insisto em promover o impacto da “curiosidade” até os dias de hoje)

A “AN(sem) ESTESIA (percepção)”, no ser vivo pode ser identificada pela perda da consciência, relaxamento muscular e o sumiço das sensações corporais, resultantes da administração desta substância.

(entre diversos outros sintomas que seriam irrelevantes aos objetivos deste artigo)

Um belo exemplo de pessoas submetidas a esse procedimento de sedação é materializado naquelas pessoas que enxergamos “escarrapachadas” nos assentos preferencialmente reservado aos idosos, gestantes, pessoas com deficiência, obesas ou com mobilidade reduzida, nos ônibus urbanos.

(e que isso não seja o presságio daquela tremenda “zombaria”)

OBS 01: “escarrapachar” = sentar-se sem preocupação com o espaço ocupado, abrindo em demasia as pernas.

Observe o desastre ao qual da mesma forma estão sujeitos os responsáveis destas pessoas, quando aprovam que estes indivíduos perambulem por ai na categoria “zumbi”.

(parece que os freios da razão dos familiares e amigos tornaram-se fracos demais para conter esta demência)

Saibam que os anestésicos também provocam, entre outros efeitos, a imobilidade – ausência de resposta a estímulos nocivos -, mas não necessariamente “analgesia” – perda da sensação de dor -, completa.

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Maio Amarelo – Maio mês das Mães – Das mulheres: Igualdade de gênero

Por Mércia Gomes*

Imagem Ilustrativa

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“Elas são frágeis, porém fortes, ao ponto de quebrar barreiras, enfrentar preconceito, superar expectativa e, superar os homens quando na condução do veículo”

Crescemos ouvindo em casa, nas ruas, entre outros lugares, piadas contra as mulheres no trânsito: “mulher no trânsito, perigo constante”.

Com o passar dos anos, encontrado minha área de trabalho e, como profissional especializada em trânsito, além das matérias que estudo, falar e pesquisar sobre a mulher no trânsito, me faz sentir tão forte quanto todas na sociedade ainda preconceituosa, sem valorização à mulher que estuda, trabalha fora, sendo mãe, esposa, coordenadora de empresas, Presidente ou Diretora de empresa, entre outras.

Existem diversos estudos em favor da mulher como profissional, sendo especificamente em relação à igualdade de gênero, um deles feito pela Psicóloga e empresária Sandra Matos, de Minas Gerais, a qual tem um projeto realizado com mulheres, a profissional através de seu estudo, apresenta estatisticamente que as mulheres são maioria no comando de empresas de menor porte no estado de Minas, ou seja 86%, as mineiras representam ainda 46,8% dos Microempreendedores Individuais (MEI) do estado e já somam mais de 344, 5 mil empreendedoras.

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UMA MOBILIDADE URBANA mais FEMININA (o que acham?)…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Um colega, professor de História, na Universidade foi certa vez taxativo:

– Não venham com esta “fábula” de que as sociedades primitivas eram matriarcais. As mulheres poderiam até obter certo prestígio, mas o comando…

…nem pensar.

(confesso que julgava que eram os homens que nesta época ocupavam papel secundário. Engano!)

Mas sei que nas civilizações antigas – Egito, Grécia… -, o status feminino alcançou uma “melhorada”, pois passaram a ter veneração por deusas, sacerdotisas, sábias, filósofas, matemáticas, guerreiras…

Na Roma antiga, por exemplo, com a família em destaque, a mulher adquiriu um “tantinho mais” de valor hierárquico social – mesmo tendo de obedecer ao marido -, já que passou a ser vista como alicerce fundamental neste contexto, e o seu trabalho doméstico como uma virtude.

E sem demora, na Idade Média, conquistou acesso a grande parte das profissões, assim como o direito à propriedade.

(podiam ser chefes de família – quando viúvas -, estudar nas universidades, fundar mosteiros e conventos, escrever peças de teatro, tornar-se rainha, poetisa, guerreiras e até jurista)

Bem, e quando chegaremos ao nosso Brasil? :: LEIA MAIS »

CORREDOR COLETIVO (um pacto com o sucesso?)

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Sou otimista, e tenho o costume de pensar a “longo prazo”. 
(é que nasci impregnado de futuro) 

Qualquer ato que tenha como objetivo a “coletividade” não deveria jamais conhecer o prematuro repúdio do cidadão.
(uma lástima a sociedade ainda mostrar-se em descompasso neste quesito)

Sabemos que o bem social coletivo será em qualquer momento,
superior a manifestação da fácil crítica, e posto isto, deve inserir-se onde à razão reside. 
(pretexto pelo qual sou preventivo quanto aos denominados “racionais julgamentos”)

A opinião pública inicialmente repudiou o procedimento que debutou como o primeiro corredor coletivo em novembro de 2013 na cidade de Porto Alegre/RS – o da Avenida Cavalhada.
Após, alcançou continuidade no final de 2016 onde foram disponibilizados mais dois outros corredores – o da Avenida Assis Brasil e da Icaraí-Chuí.
 
O horário de funcionamento dos corredores, pelo menos até este momento, não é de tempo integral.
(funcionam durante a manhã das 06 horas às 09 horas, e igualmente à tarde e à noite, entre 16 horas e 20 horas) 
 
OBS 01: o objetivo pretende beneficiar mais de 113 mil passageiros do transporte coletivo da capital gaúcha. 

Um detalhe: 
– Nestes horários a pista não é exclusiva aos ônibus.
(lotações e bicicletas também podem utilizá-lo mostrando o quanto é difícil – mas não impossível -, o convívio viário)
 
Carros, táxis e outros veículos motorizados devem trafegar fora dos corredores de ônibus, rodando somente nas faixas do centro e à esquerda.
Podem acessar o corredor prioritário sempre que forem realizar uma conversão à direita, bem como se o destino for acessar algum estabelecimento comercial ou particular, localizado próximo à nova faixa prioritária.
(carros e táxis não podem, em hipótese alguma, permanecerem parados ou estacionados no corredor)

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