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“FONE de OUVIDO” x MOBILIDADE URBANA (quem vencerá?!)…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Realmente escutar “música”, foi sinônimo de incômodo

durante muito tempo no interior dos ônibus metropolitanos de Porto Alegre…

Foram eles, estes ouvintes musicais no coletivo, que cotidianamente abusaram dos outros cidadãos

revelando dessa maneira que se lançavam com sede à “falta de limites”.

Nem sempre respeitando o “livre arbítrio” dos demais

avançavam direto a uma cirurgia “invasiva” descuidada,

direcionada exatamente para o coração da “coletividade”…

…como se a ocasião fosse do tudo ou nada.

OBS 01: o único empreendimento levado a sério naquele momento sempre foi à falta de comprometimento ético.

Para completar o insucesso, os demais passageiros eram obrigados a participar daquele “amontoado ruidoso”, no qual sobrava desacordo no estilo,

no intérprete, no acompanhamento melodioso e principalmente…

…na intensidade do volume dos aparelhos – fontes de som…

(sim, viraram presença corriqueira nesses acontecimentos) :: LEIA MAIS »

“Singela” franquia

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Estarrecidos. Assim encontrava-se aquele jovem casal com o olhar distante a analisar o estrago feito naquele tranquilo cruzamento do bairro Menino Deus (Porto Alegre). Essa foi à primeira ocorrência do turno que se estenderia até a manhã seguinte. Num quente final de tarde de sábado, em meados do ano de 2012, encontramos meu colega e eu, os veículos imobilizados junto ao meio-fio, cada qual em uma via. As avarias, à primeira vista, pareciam ser pequenas. Procuramos averiguar, como de costume, se havia em algum dos carros alguém ferido. Nada, apenas danos materiais. Seguimos com os procedimentos habituais como recolhimento dos dados dos veículos e dos condutores, levantamento dos danos de cada veículo e, finalmente, com as explicações a cerca das medidas a serem tomadas pelas partes.

No humilde Volkswagen Corsa, que deveria ser de meados da década de 90 e custar menos de 10 mil reais, além do para-choque dianteiro, a grade e faróis quebrados, o capô amaçado. Nada que uma boa chapeação e um “martelinho de ouro” não resolvessem. No entanto, no importado Hyundai Azera que, na época, estalava de tão novo e, que muito provavelmente valia mais de 100 mil reais, um extenso e profundo “amassão” percorria toda a lateral esquerda, iniciando no para-lama dianteiro, se estendendo pelas portas dianteira e traseira e findando para além do para-lama traseiro.

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Que tal BAIXAR o SOM do CARRO? (está incomodando o sossego público!)…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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É proibido pilotar motocicletas sem o capacete,

conduzir veículos sem o cinto de segurança,

e também ingerir bebidas alcoólicas e depois dirigir…

…e não posso deixar de louvar outras proibições cabíveis,

a circundar o nosso dia a dia,

que não apenas devem ser aceitas, mas respeitadas.

(mas não vou incluir todas no texto)

Porém com certeza, estão faltando outras proibições – por mais tentadora que possa ser sua vontade de referir -, mas enumerar seria cansativo,

e reforço que tudo o que necessitamos para transformar a sociedade não seriam tantas proibições, mas sim, mudanças de atitude.

Não discuto política, futebol, religião e música…

…pois, às vezes, estar em paz

é melhor do que estar certo.

Posso então discordar gentilmente de alguns,

e ter a chance de emitir minha opinião sobre algo que não é nenhuma novidade?

Se a resposta foi “positiva”,

peço que alguém de bom grado dê explicação para a indagação:

– O que significam aquelas imensas caixas de som em determinados veículos, e que não sendo suficientes, ainda transitam nas vias públicas com o volume insuportavelmente alto?

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Laboratório subjetivo

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Seria interessante, antes de mais nada, pensar sobre a etimologia da palavra “laboratório”. Do latim laboratorium ou “lugar de trabalho”, derivada de laborare ou “trabalhar”. No entanto, laboratório tem ainda uma conotação que vai além da origem da palavra. Ela expressa uma ideia de experiência.

Foi assim que eu decidi definir meu antigo local de trabalho. Um laboratório onde pude experienciar as mais diversas sensações, sem sequer precisar sair pra rua. Que me possibilitou conhecer diferentes formas de se relacionar com um veículo. Um mundo a parte, que, de certa forma, parece girar em torno do automóvel. Seja no estacionamento, seja em conversas de vestiário ou de corredor algumas falas e comportamentos serviram como poderosos analisadores para essas observações.

Para tanto, creio ser possível citar algumas situações que me afetaram de alguma forma. Não pretendo me ater a nenhuma especificamente, mas exemplificar brevemente. Como as disputas por vagas cobertas, acompanhadas por comentários rechaçosos de que os carros mais velhos não precisam de vaga coberta por já estarem à mercê do estrago que o tempo lhes causou. Ou a memorável vez em que dois colegas quase se agrediram fisicamente pelo simples fato de um deles ter escrito com o dedo na poeira sobre a lataria do carro do outro: “lave-me”. Com a justificativa de que isso teria arranhado a pintura do carro, o dono desse foi tirar satisfações com o colega. O resultado foi que, se não fosse pela intervenção dos demais colegas, muito provavelmente os dois estariam desempregados hoje, sem condições para pagar os respectivos carros nem muito menos lavá-los. :: LEIA MAIS »

As MORTES no TRÂNSITO (uma estatística macabra, procurando quem será o próximo!)…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Ontem, na sala de espera do consultório médico,

uma “senhorita” ofereceu o exemplar da revista…

…acredito que foi para distrair a “chatice” de aguardar o atendimento.

(datava de julho do ano passado)

Curioso que sou e “cavalheiro” desde o nascimento,

restou não mais que iniciar a folhear a “dita cuja”…

Inicialmente atuei apenas como testemunha…

…aquela que permanece isolada por todos os lados do “julgamento”…

(típico observador imparcial das informações)

Porém, logo

a revelação de uma estimativa – de dimensões previsíveis -, gerou um dissabor profundo

avolumando seu efeito na continuidade da leitura.

Segundo a reportagem da revista,

o número de vítimas – a maioria de suas próprias transgressões -, nas rodovias federais em 2016 foi de 6.405 mortes e 21.439 feridos graves.

(em comparação a 2015, houve uma redução de 4,8% no número de feridos graves – isto serve de consolo a alguém esclarecido?!) 

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O maestro das cidades

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Para os especialistas em segurança e engenharia de trânsito Eduardo Biavati e Heloísa Martins, a existência de uma estrada ou de um conjunto de vias, as ruas, é condição essencial para o desenvolvimento das cidades. Mas por que tamanha importância? Porque é através das ruas que ocorre toda a circulação de uma cidade, seja de pessoas ou mercadorias. Por isso, para tais autores, não podemos pensar a cidade sem o trânsito.

Porém, o verbo transitar, diferentemente do substantivo trânsito, traz consigo uma conotação mais ampla acerca das trajetórias humanas, remetendo aos percursos sociais inerentes da circulação urbana, enquanto o segundo parece estar invariavelmente associado ao deslocamento físico, sobretudo de veículos automotores. Contudo, como bem se sabe o trânsito não se faz apenas de veículos, mas também de pedestres e bicicletas, por exemplo.

O carro, no entanto, pode certamente ser associado não só à liberdade como a velocidade, pois individualiza o trajeto do sujeito, possibilitando exercer o controle de seus movimentos, permitindo a sensação de domínio espaço-tempo público, que pode se constituir de itinerários pré-definidos. Esses itinerários são definidos pelo condutor do veículo, diferentemente daqueles que precisam utilizar o transporte público. :: LEIA MAIS »

Qual sua OPINIÃO sobre a “LEI SECA”?…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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A “lei seca”, criada nos Estados Unidos e também conhecida como o “nobre experimento ou proibição”, foi uma alcunha popular dada à proibição oficial de fabricação, varejo/comercialização, transporte, importação ou exportação de bebidas alcoólica – contendo etanol -, no período de 1920 e 1933. 

No Brasil apesar da utilização deste termo, não existe a “lei seca” propriamente dita, e sim procedimentos legais que visam limitar o consumo de bebidas alcoólicas em determinadas situações ou períodos, ou associar o consumo destas bebidas a atividades específicas, como conduzir veículos – que é nosso tema.
 
A nova “lei seca” estabeleceu limites para o condutor que for pego dirigindo depois de consumir bebidas alcoólicas.
(dizem que já provocou mudanças no hábito de alguns “ex-infratores” que preferem agora não inteirar-se dessas infelizes experiências – que é beber e dirigir)
 
OBS 01: atualmente o valor da multa por dirigir com qualquer teor de etanol no organismo – tolerância ZERO -, é de R$2.934,70 e o condutor fica impedido de dirigir por um ano.
(é considerada infração gravíssima).

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“Meu carro, minha vida”

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa

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O programa Minha casa, minha vida é um programa do Governo Federal criado em ano de 2009 com o intuito de proporcionar financiamento habitacional a famílias de baixa renda. Desde sua criação, milhares de famílias tiveram a oportunidade de realizar o sonho de adquirirem a casa própria. Esse fato denota uma melhoria das condições de vida de grande parte da população, considerando o significado que uma casa tem: um lugar de proteção, de privacidade, de conforto, de aconchego, etc.

No entanto, como demonstra a psicóloga Neuza Corassa, para maior parte das pessoas há não apenas uma identificação com seus carros, mas elas acabam “trazendo” suas próprias casas para dentro de seus carros. Com a correria da vida moderna bem como os engarrafamentos diários, como alternativa para otimizar, precisamos transformar o carro em extensões da nossa casa.

E, assim como os diferentes cômodos da casa tem suas diferentes funções, diversas são as funções que atribuímos aos nossos veículos: a função de sala de estar, como quando as optamos por sair num único carro para conversar; copa/cozinha, quando fazemos refeições no carro; escritório, quando, com o carro parado, damos retorno às ligações e manuseamos documentos; quarto, utilizado para um cochilo no intervalo do trabalho; sala de som, os cds preferidos são levados para o carro; despensa, ao transportar as compras ou estocar algo no carro; banheiro, retocar a maquiagem, trocar fraldas do bebê ou mesmo barbear-se. :: LEIA MAIS »

Um COWBOY e seu CAVALO na VIA PÚBLICA (eu vi!)…

Por ACésarVeiga*

Imagem; Divulgação

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Às vezes a “verdade” parece não fazer parte do mundo da vida, e assim sua aceitação somente é concebida na boca dos “psicólogos de botequim”…

…mas o que vou revelar calhou na “Avenida Ipiranga”…

(em Porto Alegre!)

Consequência da sonolência exagerada, alucinação ou insanidade?!

(quem poderia saber? – inicialmente nem eu)

Mas não desejando cair na armadilha do julgamento prematuro – que logo se tornou inútil -,

constatei que a “cena” pertencia a mais original realidade.

Com a “cigarrilha” debruçada no canto dos lábios;

…”calça” com cintura alta e boca de sino;

…”bota plástica” preta na altura da canela,

e com o típico “chapéu” caído no limiar das sobrancelhas – com “aba” virada para o céu.

(de “lambuja”, aquele olhar profundo – peculiar da “águia assassina”-, que resfria a alma)

Sim, a “trotar” pelo asfalto porto-alegrense,

com o lenço – bem visível no pescoço -, e o possível documento.

OBS 01: “trotar” é o andar natural dos cavalos. Caracteriza-se pela cadência, tem uma batida espaçada das patas, não chega a ser galope.

Um “Clint Eastwood” moderno!

(que possivelmente falava “tchê” e “tu”)

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COM LICENÇA… Quero FURAR a FILA (você permite?!)

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Sou testemunha que sombrios e antigos problemas da sociedade têm suas sequelas na fila do ônibus.
 
Aguardar a “condução” pode ser aquele estágio que concede a qualquer cidadão
o diploma para tornar-se um exímio “sem educação”.
(e você recebe essa graduação simplesmente saboreando os diversos momentos de espera aos quais você fica exposto no cotidiano)
 
Com certeza,
sem intermediários – e sem esforços -, reconhecemos  a “falta de limites”, que determinados usuários praticam, naquele laboratório social único.     
(saiba que toda aquela “fuligem atitudinal” é conseguida “malandramente” por esses violadores)
 
Assim,
você tem de romper as fronteiras da compreensão,
para os acontecimentos não permanecerem na seara dos “sem sentido” e dos “mistérios”.
(alguns diriam também na seara da “degradação”)
 
No entanto,
alguns com longa experiência nas “fila de ônibus” insistem em dizer naturalmente – após tanta espera resignada -, que acabaram acostumando também com os “furadores” de fila. :: LEIA MAIS »

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