WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ultimas noticias
ultimas noticias

link conquista

:: ‘Educação sobre o trânsito’

Conheça 8 benefícios do rodízio dos pneus

Compensar desgaste dos componentes, melhorar a estabilidade em curvas e frenagens entre outros; Confira.

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

O rodízio dos pneus é uma prática conhecida para prolongar a vida útil dos componentes e pode ajudar na economia de combustível, mas existem outros benefícios para quem realiza o rodízio. Confira abaixo oito pontos positivos divulgados pela ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos):

1- O rodízio é realizado para compensar a diferença de desgaste dos pneus e ajuda a compensar em parte os desgastes irregulares que ocorreram por desalinhamentos das rodas ou impactos aumentando a durabilidade e eficiência.

2- Melhora a estabilidade do carro, principalmente em curvas e frenagens.

3- A indicação é que o rodízio seja feito em todos os pneus, seguindo as indicações do fabricante do veículo. Caso você não tenha essas informações, o ideal é fazer a troca a cada 10 mil quilômetros para pneus radiais.

4- Para veículos 4×4 o ideal é fazer o rodízio em “X” dos quatros pneus (caso não sejam unidirecionais).

5- No caso dos pneus assimétricos, eles devem ser movimentados de modo que o rodízio deixe sempre o lado externo do pneu montado na parte externa, ou seja, o pneu não pode ser invertido no aro. Para os pneus unidirecionais, o ideal é movimentar os pneus no mesmo lado do veículo, já que o sentido do giro não pode ser invertido.

6- Para veículos com medidas diferentes nos dois eixos, o rodízio é feito trocando-se os pneus do meu eixo entre si, ou seja, do lado esquerdo para o lado direito e vice-versa

7- Caso as rodas estejam mal alinhadas, prejudicadas por regulagem incorrenta dos ângulos de convergência, cáster e câmber, um pouco tempo os pneus estarão com um lado da banda de rodagem mais desgastado do que o outro. O alinhamento e o rodízio podem compensar estes desgastes irregulares caso não tenham progredido demais.

8 – Caso você rode muito tempo com a calibragem errada dos pneus, o desgaste também será irregular, com pouca pressão, ele consumirá rapidamente a borda dos pneus, enquanto se a pressão for demais o meio da banda de rodagem desgastará primeiro. Por isso que o ideal é verificar frequentemente a calibragem dos pneus, pelo menos uma vez por semana, já que apenas o rodízio não compensará os desgastes excessivos causadas pela pressão incorreta dos pneus. Fonte: Motorpress.

No trânsito, não tenha pressa; prefira a cautela

Praticar a gentileza com  outros condutores e pedestres e praticar a direção responsável contribuem para evitar acidentes.

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

A rotina está de volta. Os compromissos se acumulam e as pessoas têm que encontrar tempo para cumprir todos eles, que parecem aumentar em proporção idêntica à evolução tecnológica. As 24 horas de cada dia parecem insuficientes para cumprir as demandas da vida moderna.

Essa correria a que tantas pessoas são submetidas diuturnamente geram um fator extremamente negativo: o estresse. Se no dia a dia ele já é ruim, no trânsito é altamente perigoso, uma vez que o próprio trânsito, em especial o das grandes cidades, é um gerador de estresse.

Portanto, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária,ressalta a necessidade de não dirigir com pressa e indica algumas atitudes que podem aliviar as tensões do trânsito e, desse modo, contribuir para o cumprimento de um trajeto, ou mesmo uma viagem, com maior segurança.

Entre elas, praticar a gentileza no trânsito é uma postura importante contra o estresse, em especial o estresse do outro. Sendo assim, alertam os especialistas do OBSERVATÓRIO, mesmo que o condutor seja provocado, deve procurar manter a calma e não usar seu carro como uma “arma”.

Outras técnicas também contribuem em demasiado para a paz entre condutores nas vias e nas rodovias. Confira quais são elas:

  1. Motorista, faça alongamentos, quando for enfrentar trajetos longos ou congestionados;

  2. Mantenha uma boa postura e respire, pois ficar na mesma posição pode levar a dores de cabeça, nas costas e pescoço, e ardência nos olhos; causando irritabilidade e reações inesperadas;

  3. A cada uma ou duas horas, faça paradas e também beba água. Quando você faz uma pausa, a tendência é relaxar;

  4. Ligue sempre o ar-condicionado em viagens longas para garantir o seu conforto. Procure manter um ambiente agradável no carro, evite discussões, que gerem mais estresse e podem desviar sua atenção;

  5. Planejar a viagem pode ajudar a evitar trajetos congestionados. Hoje, aplicativos podem ajudá-lo a fugir de rotas com trânsito lento e parado;

  6. Ouvir música ajuda a relaxar, mas tome cuidado com o volume que pode distrai-lo ao longo do trajeto;

  7. Evite manusear equipamentos como CDs ou pendrives, que podem tomar sua atenção. Antes de sair, já coloque o pendrive para não se distrair;

  8. Outras atitudes como se alimentar e dormir bem e também praticar esportes podem ajudar a minimizar o estresse;

  9. Nunca dirija se estiver cansado.

Educação para o trânsito: Desafios e responsabilidades

Por Nelson Piôto*

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

Volto a refletir sobre a obrigatoriedade de implementação da educação para o trânsito nas escolas regulares.

A Portaria 147/2009 do DENATRAN, que apresenta as Diretrizes Nacionais para a Educação para o Trânsito no Ensino Fundamental, confirma que a Lei 9.503/1997 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – determina a implementação da educação para o trânsito em todos os níveis de ensino (educação infantil, ensinos: fundamental, médio e superior).

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que passou a vigorar a partir de 22 de janeiro de 1998, (…) traz um capítulo exclusivo à educação, determinando, entre outros aspectos, a implementação da educação para o trânsito em todos os níveis de ensino. (Portaria DENATRAN 147/2009, pag.1) (grifo nosso).

Desde 22 de janeiro de 1998, portanto há 19 anos, há uma lei, em obediência à qual, as escolas de qualquer nível deveriam estar trabalhando a educação para o trânsito. Por que isso não está acontecendo? Ou, colocando de outra forma: Existem leis que não precisam ser cumpridas?

Insisto neste assunto porque todos os pesquisadores que estudam “o trânsito” em busca de soluções para a violência que nele impera afirmam: Esse problema só terá solução quando, através da educação, for possível mudar a atual cultura de que o carro tem prioridade sobre a vida e que respeitar leis não é obrigação. Assim, apesar do CTB, das resoluções do Conselho Nacional do Trânsito, da “lei seca” e outras, condutores dirigem após beber – e matam – outros avançam sinais, ou não respeitam as faixas de pedestres, ou trafegam na contramão, ou em velocidade acima da permitida – e matam.

Mas como mudar essa cultura através da educação escolar se as escolas responsáveis por isso não cumprem a lei? E não se vê qualquer autoridade a obrigar que a lei seja cumprida.

Olha que o DENATRAN, e não o MEC foi o que se preocupou em estabelecer diretrizes curriculares, para que as escolas tenham base para trabalhar nesse assunto.

:: LEIA MAIS »

“Nós do Trânsito” aborda uma atitude que é capaz de tirar muitos do sério: trafegar lentamente pela faixa da esquerda

Portal do Trânsito

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no mesmo sentido, são as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos mais lentos e de maior porte, quando não houver faixa especial a eles destinada, e as da esquerda, destinadas à ultrapassagem e ao deslocamento dos veículos de maior velocidade.

A lei é muito clara e mais do que irritar os outros condutores, quem trafega pela faixa da esquerda, bloqueando a ultrapassagem, cria uma situação de risco potencial para todos.

Esse foi o tema do trigésimo primeiro programa “NÓS DO TRÂNSITO”, que é um bate-papo descontraído sobre um assunto muito sério. O Doutor em História Rodrigo Santos conversa com o Especialista em Trânsito Celso Mariano em um videocast que se propõe analisar, discutir, opinar e contribuir para desatar os nós do trânsito. Assista:

Agenda Positiva – Pessoas Vulneráveis

OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

O trânsito é um espaço democrático no qual compartilhamos as vias. Por isso, nosso grau de responsabilidade em relação à integridade de outras pessoas deve ser sempre ressaltado. Nosso compromisso com o bem-estar de outros envolve, em especial, as pessoas vulneráveis, ou seja, idosos, crianças, portadores de deficiência e pessoas com mobilidade reduzida.

Devemos não esquecer nunca que em algum momento do dia somos pedestres. E que, se não temos dificuldade para nos locomover, há quem tenha. Também por isso, a gentileza, o respeito, a paciência, são fundamentais.

O direito de ir e vir é assegurado na Constituição a todos e não apenas às pessoas sem problemas de mobilidade e que estão dentro de um veículo. Apesar disso, o segmento dos vulneráveis, acaba sendo muitas vezes negligenciado em nome da pressa, do compromisso urgente, do horário a cumprir de quem está conduzindo um veículo, ou mesmo parando em algum estabelecimento comercial e estacionando em vagas reservadas a idosos ou a portadores de deficiência, por exemplo.

Devemos, quando estamos no trânsito, dedicar o máximo respeito a esse segmento. É preciso respeitar esses usuários das vias e compreender suas limitações de mobilidade. O respeito se dá, por exemplo, não estacionando em vagas preferenciais e exercendo a paciência com os vulneráveis,  não ameaçando ou buzinando agressivamente para nenhum usuário, especialmente se este possuir alguma necessidade especial.

Se estiver ao volante, ofereça sempre passagem e aguarde que eles terminem a travessia com calma. Lembre-se que, com a idade, as pessoas perdem parcela da capacidade auditiva e, além disso, se movimentam com mais lentidão. No caso de crianças, elas, especialmente no período de férias escolares elas costumar andar de bicicleta, de skate. Portanto, esteja atento, mas não buzine com agressividade.

Baixe gratuitamente as peças publicitárias clicando AQUI.

Volta às aulas: atenção com os atropelamentos

Levantamento realizado pela Safe Kids e Criança Segura alerta sobre o aumento do número de adolescentes mortos em atropelamentos no Brasil.

Pesquisa mostrou que 80% dos estudantes se comportavam de forma insegura ao atravessar as ruas e que um em cada três motoristas tinham comportamento inseguro no embarque e desembarque dos alunos.

Pesquisa mostrou que 80% dos estudantes se comportavam de forma insegura ao atravessar as ruas e que um em cada três motoristas tinham comportamento inseguro no embarque e desembarque dos alunos.

Com a proximidade do fim das férias escolares, é hora de falarmos sobre um assunto muito importante: a segurança das crianças nas ruas do entorno escolar.

Um estudo realizado pela Safe Kids Worldwide nos EUA apresentou dados que alertam sobre os perigos das zonas escolares para os estudantes. De acordo com o levantamento, nos últimos 20 anos, a morte de pedestres de zero a 19 anos tem diminuído nos Estados Unidos. Entretanto, nos dois últimos anos, esses óbitos aumentaram 13% entres os adolescentes de 12 a 19 anos, o que representa mais do que cinco mortes de pedestres dessa faixa etária por semana nos EUA.

No Brasil, o cenário não é muito diferente. De acordo com dados analisados pela Criança Segura, em 2014, houve um aumento de 10% no número de mortes de pedestres de 15 a 19 anos, o que representa sete mortes de pedestres dessa faixa etária por semana no país. Além disso, os jovens dessa faixa etária representam 26% da população com idades entre zero e 19 anos, entretanto, concentram 46% das mortes por atropelamentos dessa faixa etária em todo o país, o que demonstra a gravidade desse problema (confira o infográfico abaixo).

Pesquisa

Para entender melhor os motivos que vêm gerando esse cenário de aumento no número de mortes por atropelamento, a Safe Kids, com o apoio da FedEx, analisou o comportamento de 39 mil estudantes do ensino fundamental e médio e 56 mil motoristas em áreas escolares dos EUA.

A organização observou que um em cada quatro estudantes do ensino médio e um em cada seis alunos do ensino fundamental do país andavam distraídos nas ruas da área escolar. A maioria dos adolescentes usava fones de ouvido (44%) ou andava enquanto enviava mensagens de texto (33%).

Notou-se, também, que 80% dos estudantes se comportavam de forma insegura ao atravessar as ruas e que um em cada três motoristas tinham comportamento inseguro no embarque e desembarque dos alunos (como parar em fila dupla ou em cima da faixa de pedestre).

O trânsito é a principal causa de morte acidental de crianças e adolescentes de cinco a 14 anos no Brasil. Os dados levantados pela Safe Kids Worldwide mostram a necessidade de adotarmos algumas medidas para garantir a segurança de meninos e meninas ao transitarem no entorno escolar, tais como : instalar faixa de pedestre, limitadores de velocidade, sinais visíveis e semáforos nas ruas perto da escola; impor limites de velocidade nas áreas escolares que não ultrapassem 40 km/h; educar pais e alunos sobre comportamentos seguros de pedestres e condutores; implementar políticas de embarque e desembarque nas áreas escolares.

Para a coordenadora nacional da Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas, é necessário educar as crianças sobre os riscos de andarem distraídas nas ruas.

“É importante estarmos atentos às mudanças em nosso estilo de vida que podem aumentar os riscos de acidentes, como o incremento no uso de aparelhos eletrônicos. Os adolescentes e crianças já são naturalmente mais distraídos, e a ampla utilização de celulares e tablets entre esse público pode comprometer ainda mais sua atenção no trânsito. É necessário que governo, educadores e a população em geral adotem comportamentos seguros no trânsito – seja como pedestres ou condutores de veículo – e que mostrem às crianças e adolescentes, através do exemplo, como se comportar nas ruas de maneira segura” comentou.

Quer conhecer algumas dicas para evitar acidentes no trânsito com crianças? Clique AQUI.

Fonte: Portal do Trânsito.

Profissionais falam sobre as principais barbeiragens no trânsito

Auto Esporte

Imagem: Reprodução | Auto Esporte

Imagem: Reprodução | Auto Esporte

Deixar o carro estacionado na esquina prejudica outros motoristas, que precisam invadir a contramão. Falta de atenção, esquecer de sinalizar as intenções com as setas. Utilizar corretamente os espelhos retrovisores diminui o ponto cego e evita a barbeiragem. Assista ao vídeo:

Estudos apontam que 90% dos acidentes ocorrem por desatenção do motorista e desrespeito às leis de trânsito. E o telefone celular contribui bastante para uma direção desatenta e perigosa: são 5 segundos que se perde para desviar o olhar e ler uma mensagem, a 80km/h o carro terá percorrido o equivalente a um campo de futebol, sem que o motorista veja o que acontece a sua frente. São 5 segundos que aumentam em 400% as chances de um acidente. Assista ao vídeo:

Perder horas de sono pode aumentar o risco de acidentes

Sono diminui a capacidade de dirigir e pilotar. As pessoas acreditam que podem controlar o sono, mas sem perceber elas podem tirar um cochilo fatal, afirma especialista.

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

Dormir bem é fundamental para a saúde. E estar descansado no trânsito, faz mais diferença do que muitos imaginam. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela AAA Foundation for Traffic Safety, uma fundação norte-americana para a segurança no trânsito. De acordo com o estudo, perder entre uma e duas horas diárias de sono, diante das sete horas recomendadas, praticamente dobra o risco de acidente.

“O sono diminui muito a capacidade de dirigir e pilotar. Muitas pessoas acreditam que podem controlar o sono, mas sem perceber elas podem tirar um cochilo fatal”, explica o especialista em trânsito Celso Alves Mariano.

O estudo revelou, ainda, que os motoristas que perdem de 2 a 3 horas de sono em um período de 24 horas mais do que quadruplicaram o risco de acidente em relação aos condutores que cumprem as sete horas de sono recomendadas. Na prática, é o mesmo risco apurado pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) para quem ingere álcool acima do limite legal.

A pesquisa foi realizada com 7.234 condutores envolvidos em 4.571 acidentes no total. Veja a conclusão abaixo:

  1. Seis a sete horas de sono: 1,3 vezes risco de acidente

  2. Cinco a seis horas de sono: 1,9 vezes risco de acidente

  3. Quatro a cinco horas de sono: 4,3 vezes risco de acidente

  4. Menos de quatro horas de sono: 11,5 vezes risco de acidente

Sinais de sonolência

O corpo avisa quando é hora de parar e descansar. Segundo o especialista, quando a cabeça começa a pesar, a pessoa não para de bocejar, a visão perde o foco e os pensamentos começam a ficar vagos e desconexos, é sinal de perigo. “Dirigir nessas condições é extremamente arriscado, se estiver assim, o condutor deve parar num local seguro e descansar”, afirma Mariano.

Seta: o equipamento que é menosprezado por grande parte dos condutores

Em Belo Horizonte, por exemplo, uma pesquisa constatou que 50% dos condutores não utilizam as setas para indicar a mudança de direção.

Portal do Trânsito

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

O Código de Trânsito Brasileiro determina que antes de qualquer manobra o condutor deve verificar as condições do trânsito à sua volta- certificando-se de não criar perigo para os demais usuários- posicionar-se corretamente na via e sinalizar suas intenções com antecedência.

O problema é que muitos condutores esquecem essa última parte e deixam de utilizar a luz indicadora de direção, o famoso pisca-pisca. “Além de sinalizar, é preciso fazer isso com antecedência. Essa é a única maneira que temos de nos comunicarmos com os demais condutores”, alerta Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

E o problema não acontece só no Brasil, um estudo norte-americano realizado pela Sociedade de Engenheiros Automotivos, mostra que 48% dos condutores não utilizam as setas indicadoras de mudança de direção quando vão mudar de faixa.

Não há um estudo no Brasil que levante o número de acidentes causados por falta de comunicação no trânsito, mas existem indicadores regionais. Em Belo Horizonte, por exemplo, uma pesquisa constatou que 50% dos condutores não utilizam as setas para indicar a mudança de direção. Já no Paraná comprovou-se que 30% dos acidentes seriam evitados se houvesse a correta utilização do pisca-pisca.

“O uso do pisca- pisca não é uma tarefa difícil e é extremamente eficaz, mas depende diretamente da boa vontade do condutor. O problema é que a não utilização é uma infração pouco fiscalizada”, diz Mariano.

Nós do Trânsito

Por que os condutores não utilizam? Falta de educação e cidadania? Preguiça? Má formação? Esse foi o tema discutido no 19º programa da série “Nós do Trânsito”, apresentado por Celso Mariano e Rodrigo Santos. “Gentileza gera gentileza, nesse caso, é mais do que uma frase de efeito, essa atitude realmente funciona e traz mais segurança ao trânsito”, finaliza Mariano.

* O Programa “Nós do Trânsito” volta em janeiro com conteúdos inéditos.

Viagens de moto exigem cuidados e precauções

Equipamentos de segurança adequados, revisão antes da partida, entre outros, são posturas importantes quando se viaja de moto.

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

Os cuidados na estrada para os que viajam de carro, van, ou mesmo para os que vão de ônibus, jamais devem ser negligenciados, em benefício da segurança de todos. Quando a viagem será feita de motocicleta devem, porém, ser redobrados por conta das características do veículo.

A visita à concessionária ou à oficina de confiança do proprietário é indispensável.  As condições dos pneus têm de ser verificadas e a cada 500 quilômetros a correia deve ser bem lubrificada, evitando desgaste elevado. Verifique também os níveis de óleo e de líquido de arrefecimento.

Nunca deixe o tanque ficar quase vazio; abasteça quando ainda tiver com mais de ¼ de tanque. Isso permite que você escolha o posto e não fique na estrada. É aconselhável abastecer apenas em postos de bandeiras conhecidas, porque um combustível ruim pode acabar com a sua viagem. Se precisar fazer alguma parada, procure fazê-la sempre em lugar movimentado; evite paradas em acostamento.

É aconselhável também levar na bagagem todas as lâmpadas e fusíveis da moto, pois qualquer lâmpada ou fusível queimado é motivo para uma série de desagrados como, multas, acidentes, etc. Isso porque, conforme o lugar em que você estiver, pode não encontrar a peça original. Um tubo de reparador instantâneo de pneus pode ajudar muito, já que ele enche até quatro vezes o pneu furado e permite que você chegue até um Posto de combustível ou outro local movimentado. Também não esqueça de levar graxa para correia e um filtro de óleo, principalmente se a moto for importada.

Na estrada, respeite o limite de velocidade e mantenha boa distância de quem vem atrás  e de quem vai à frente. Desse modo, além de preservar a segurança, você viajará menos tenso, o que faz muita diferença no final do dia. Esteja atento também para a eventual presença de animais na pista.

Se precisar ultrapassar veículos, não encoste muito nos que estiverem à sua frente, pois se tiver um buraco no meio da pista o carro desvia e poderá atingi-lo, causando, por exemplo, sua queda. Casos assim podem provocar outros danos, como cortar um pneu, entortar roda, etc. Nas paradas tanto na estrada quanto na cidade, mantenha a moto sempre a vista; não a abandone.

 Equipamentos de segurança

Calçados adequados para motociclismo são imprescindíveis, assim como  jaqueta e calça com proteções, luvas apropriadas (levar dois pares, pois com o suor das mãos elas ficam difíceis de vestir novamente), levar duas ou três balaclavas porque devido ao suor ela deve ser trocada a cada meio dia para evitar que o capacete fique com mau cheiro. Em relação ao capacete propriamente dito é bom verificar a validade das faixas refletivas e as presilhas.

Quando se vaja de motocicleta é sempre bom pesquisar as condições do tempo nos trechos por onde passará. E nunca se esqueça de ter na bagagem as roupas apropriadas para a chuva. Por falar em bagagem, nunca leve mochila nas costas, porque ela pode escorregar e desequilibrar nas curvas, causando um acidente. Prefira equipamentos adequados para bagagem específicos para motocicletas.

Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

manual fiscalizacao transito

alto escola transito rapido

twitter
facebook

ultimas noticias
fevereiro 2017
D S T Q Q S S
« jan    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728  
WebtivaHOSTING | webtiva.com . Webdesign da Bahia