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Conquista: Prefeitura convoca agentes de trânsito aprovados em concurso

No entanto número de agentes vai continuar baixo; entenda.

Imagem Ilustrativa - Arquivo Blog Transitar

Imagem Ilustrativa – Arquivo Blog Transitar

O prefeito Herzem Gusmão autorizou a convocação de 19 agentes de trânsito aprovados no concurso público de 2013. Os nomes dos convocados serão publicados no Diário Oficial desta quarta-feira (19).

Para a Administração Municipal, esse é mais um passo importante para a organização e disciplina do trânsito de Vitória da Conquista. “A convocação desses agentes de trânsito é uma sinalização clara que já iniciamos a organização do trânsito de Conquista. Precisamos de um plano de mobilidade urbana e já estamos contactando empresas para elaborar este planejamento. Vamos organizar a cidade para torná-la mais ágil, mais agradável, mais segura”, declarou o prefeito.

Número de agentes continuará baixo

Mesmo considerando que todos os convocados assumam, o número de agentes de trânsito de Vitória da Conquista vai continuar pequeno para uma frota de 128 mil veículos. De acordo o Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN, a fiscalização deveria contar com 1 agente para cada mil veículos. Atualmente o município conta com 58 agentes. Com informações da Secom.

O maestro das cidades

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Para os especialistas em segurança e engenharia de trânsito Eduardo Biavati e Heloísa Martins, a existência de uma estrada ou de um conjunto de vias, as ruas, é condição essencial para o desenvolvimento das cidades. Mas por que tamanha importância? Porque é através das ruas que ocorre toda a circulação de uma cidade, seja de pessoas ou mercadorias. Por isso, para tais autores, não podemos pensar a cidade sem o trânsito.

Porém, o verbo transitar, diferentemente do substantivo trânsito, traz consigo uma conotação mais ampla acerca das trajetórias humanas, remetendo aos percursos sociais inerentes da circulação urbana, enquanto o segundo parece estar invariavelmente associado ao deslocamento físico, sobretudo de veículos automotores. Contudo, como bem se sabe o trânsito não se faz apenas de veículos, mas também de pedestres e bicicletas, por exemplo.

O carro, no entanto, pode certamente ser associado não só à liberdade como a velocidade, pois individualiza o trajeto do sujeito, possibilitando exercer o controle de seus movimentos, permitindo a sensação de domínio espaço-tempo público, que pode se constituir de itinerários pré-definidos. Esses itinerários são definidos pelo condutor do veículo, diferentemente daqueles que precisam utilizar o transporte público. :: LEIA MAIS »

Câmara fará série de debates sobre os 20 anos do Código de Trânsito Brasileiro

Deputado quer aproveitar a ocasião para reacender a discussão em torno das campanhas obrigatórias e regulares de prevenção de acidentes.

Hugo Leal: legislação de trânsito pode até passar por alguns ajustes pontuais, mas o foco dos problemas ainda está na falta de conscientização dos motoristas (Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados)

Hugo Leal: Legislação pode até passar por alguns ajustes pontuais, mas foco dos problemas ainda está na falta de conscientização (Foto: Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados)

Uma série de debates na Câmara dos Deputados vai marcar os 20 anos do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), em setembro. Os eventos serão organizados pela Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro. A frente conta com 205 deputados e cinco senadores.

O coordenador da frente, deputado Hugo Leal (PSB-RJ), quer aproveitar a ocasião para reacender a discussão em torno das campanhas obrigatórias e regulares de prevenção de acidentes.

Para o deputado, a legislação de trânsito brasileira pode até passar por alguns ajustes pontuais, mas o foco dos problemas ainda está na falta de conscientização dos motoristas.

“Conscientização e redução de acidentes devem ter uma mobilização nacional, de toda a sociedade. Não queremos só a mudança legislativa. A dificuldade maior é transformar o código e os recursos arrecadados em efetiva campanha de redução de acidentes”, afirmou.

“Nós vamos fazer um grande evento aqui na Casa para poder discutir exatamente isso. Em 20 anos, evoluímos ou involuímos? A redução dos acidentes foi uma realidade ou ainda é uma ficção? Precisamos discutir isso e estamos coletando vários materiais”, explicou.

Saúde pública

O deputado Hugo Leal avalia que o volume elevado de mortos e feridos nas ruas e estradas do País ainda faz do trânsito um caso de saúde pública.

“Continuamos com índices absurdos: em torno de 38 mil mortes em 2016. Não é possível conviver com isso e achar que isso é normal. São números de calamidade e, por isso, têm que ser enfrentados com ações como se fossem calamidade”, alertou.

Mudanças expressivas

O Código de Trânsito Brasileiro foi sancionado em 23 de setembro de 1997, mas só entrou efetivamente em vigor 120 dias depois, a fim de que os órgãos públicos pudessem se adaptar às novas normas.

Ao longo desses 20 anos, o código passou por mudanças expressivas, como a introdução da Lei Seca (11.705/08) e a punição para quem dirige com telefone celular na mão (Lei 13.281/16).

Várias propostas tramitam na Câmara para aperfeiçoar a legislação. Mais de 160 delas (PL 8085/14 e apensados) tramitam em conjunto em comissão especial da Câmara que já analisa a reforma do Código de Trânsito Brasileiro. Fonte: Agência Câmara Notícias.

Qual sua OPINIÃO sobre a “LEI SECA”?…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

A “lei seca”, criada nos Estados Unidos e também conhecida como o “nobre experimento ou proibição”, foi uma alcunha popular dada à proibição oficial de fabricação, varejo/comercialização, transporte, importação ou exportação de bebidas alcoólica – contendo etanol -, no período de 1920 e 1933. 

No Brasil apesar da utilização deste termo, não existe a “lei seca” propriamente dita, e sim procedimentos legais que visam limitar o consumo de bebidas alcoólicas em determinadas situações ou períodos, ou associar o consumo destas bebidas a atividades específicas, como conduzir veículos – que é nosso tema.
 
A nova “lei seca” estabeleceu limites para o condutor que for pego dirigindo depois de consumir bebidas alcoólicas.
(dizem que já provocou mudanças no hábito de alguns “ex-infratores” que preferem agora não inteirar-se dessas infelizes experiências – que é beber e dirigir)
 
OBS 01: atualmente o valor da multa por dirigir com qualquer teor de etanol no organismo – tolerância ZERO -, é de R$2.934,70 e o condutor fica impedido de dirigir por um ano.
(é considerada infração gravíssima).

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Cinto de segurança também é necessário no banco traseiro; entenda a importância

Nos casos de capotamento, por exemplo, os passageiros sem cinto no banco de trás podem ser arremessados para fora do veículo – o que pode ser fatal.

Foto: Ssean Dreilinger via Visualhunt.com CC BY-NC-SA

Foto: Ssean Dreilinger via Visualhunt.com CC BY-NC-SA

Para muita gente, o uso do cinto de segurança no banco traseiro é algo desnecessário. Tanto que grande parte das pessoas simplesmente não tem o hábito de usar esse equipamento de segurança – que é de extrema importância. Em alguns táxis, por exemplo, você nota que os cintos traseiros permanecem escondidos embaixo dos bancos – o passageiro nem tem a opção de utilizá-lo, e isso comprova que nesses carros o dispositivo é completamente ignorado.

Esse descaso todo tem uma explicação: uma sensação de (falsa) segurança por parte de quem está no banco de trás. Essa pessoa considera que, no caso de uma colisão, o banco da frente servirá de apoio e amortecerá o impacto. Nada mais longe da verdade: nos casos de capotamento, por exemplo, os passageiros sem cinto no banco de trás podem ser arremessados para fora do veículo – o que pode ser fatal.

Peso multiplicado pelo impacto

A verdade que muitos custam a reconhecer é que o uso do cinto no banco de trás é tão importante quanto a utilização na frente. É esse uso que garantirá que o passageiro, na eventualidade de uma batida de trânsito, ficará preso ao banco, sem se chocar contra as partes rígidas do interior do veículo, como colunas, volante, painel e até mesmo o para-brisa.

Além disso, é um fator de diminuição de risco também para os passageiros da frente, que não serão atingidos pelos corpos dos de trás – um peso maior do que se costuma imaginar.

Isso porque, numa batida, o peso de corpos e objetos projetados dentro do veículo se multiplica, aumentando muito o risco de uma fatalidade. Numa colisão a 50 km/h, por exemplo, um adolescente de 50 kg sem cinto no banco traseiro pode ser arremessado contra os passageiros da frente com um peso aproximado de 1,25 tonelada. Seria como se um filhote de elefante te esmagasse dentro do veículo.

Crianças

Meninos e meninas soltos dentro do carro também representam um enorme risco. Crianças devem ser transportadas usando equipamentos de retenção de acordo com a idade e o peso de cada uma – e sempre no banco de trás. Esses equipamentos devem contar com o cinto de três pontos para a sua correta fixação. Para cadeirinhas e assentos infantis, também há dispositivos, como o Isofix, que eliminam a necessidade de utilização do cinto de segurança.

Para crianças maiores de 10 anos, o cinto poderá ser utilizado diretamente, sem os equipamentos específicos de retenção. Mas preste atenção se eles não estão próximos demais do pescoço da criança.

Multa grave

O condutor que não estiver fazendo uso do cinto de segurança no banco dianteiro ou transportando passageiros sem cinto pode ser autuado com uma multa grave no valor de R$ 197,23, além de ganhar 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação. É o que diz o Artigo 167 do Código de Trânsito Brasileiro.

Ou seja, andar sem cinto, além de colocar sua vida em risco, ainda é um perigo para o seu bolso. Fonte: Garagem 360.

Ciclista morre ao ser atingido por caminhão na BA-262

Caminhão foi até o acostamento e colidiu no fundo da bicicleta.

Imagens: Redes Sociais

Imagens: Redes Sociais

Um ciclista morreu após ser atingido por um caminhão na BA-262, próximo a Vitória da Conquista, região sudoeste da Bahia, no final da manhã deste domingo (16). Segundo informações da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a vítima foi identificada como Erlandes Gomes de Oliveira Junior, 30 anos.

Ainda de acordo a polícia, o acidente ocorreu a cerca de cinco quilômetros do posto rodoviário. Erlandes estava pedalando com um amigo no momento que o caminhão foi até o acostamento e colidiu no fundo da bicicleta. Ele morreu na hora. Segundo a polícia, o motorista do caminhão deixou o local sem prestar socorro.

“Meu carro, minha vida”

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

O programa Minha casa, minha vida é um programa do Governo Federal criado em ano de 2009 com o intuito de proporcionar financiamento habitacional a famílias de baixa renda. Desde sua criação, milhares de famílias tiveram a oportunidade de realizar o sonho de adquirirem a casa própria. Esse fato denota uma melhoria das condições de vida de grande parte da população, considerando o significado que uma casa tem: um lugar de proteção, de privacidade, de conforto, de aconchego, etc.

No entanto, como demonstra a psicóloga Neuza Corassa, para maior parte das pessoas há não apenas uma identificação com seus carros, mas elas acabam “trazendo” suas próprias casas para dentro de seus carros. Com a correria da vida moderna bem como os engarrafamentos diários, como alternativa para otimizar, precisamos transformar o carro em extensões da nossa casa.

E, assim como os diferentes cômodos da casa tem suas diferentes funções, diversas são as funções que atribuímos aos nossos veículos: a função de sala de estar, como quando as optamos por sair num único carro para conversar; copa/cozinha, quando fazemos refeições no carro; escritório, quando, com o carro parado, damos retorno às ligações e manuseamos documentos; quarto, utilizado para um cochilo no intervalo do trabalho; sala de som, os cds preferidos são levados para o carro; despensa, ao transportar as compras ou estocar algo no carro; banheiro, retocar a maquiagem, trocar fraldas do bebê ou mesmo barbear-se. :: LEIA MAIS »

Um COWBOY e seu CAVALO na VIA PÚBLICA (eu vi!)…

Por ACésarVeiga*

Imagem; Divulgação

Imagem; Divulgação

Às vezes a “verdade” parece não fazer parte do mundo da vida, e assim sua aceitação somente é concebida na boca dos “psicólogos de botequim”…

…mas o que vou revelar calhou na “Avenida Ipiranga”…

(em Porto Alegre!)

Consequência da sonolência exagerada, alucinação ou insanidade?!

(quem poderia saber? – inicialmente nem eu)

Mas não desejando cair na armadilha do julgamento prematuro – que logo se tornou inútil -,

constatei que a “cena” pertencia a mais original realidade.

Com a “cigarrilha” debruçada no canto dos lábios;

…”calça” com cintura alta e boca de sino;

…”bota plástica” preta na altura da canela,

e com o típico “chapéu” caído no limiar das sobrancelhas – com “aba” virada para o céu.

(de “lambuja”, aquele olhar profundo – peculiar da “águia assassina”-, que resfria a alma)

Sim, a “trotar” pelo asfalto porto-alegrense,

com o lenço – bem visível no pescoço -, e o possível documento.

OBS 01: “trotar” é o andar natural dos cavalos. Caracteriza-se pela cadência, tem uma batida espaçada das patas, não chega a ser galope.

Um “Clint Eastwood” moderno!

(que possivelmente falava “tchê” e “tu”)

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Cuidado! Estacionar em frente à garagem dos outros rende indenização

Juiz arbitrou indenização no valor de R$ 1 mil, afirmando que se agiu “com culpa, caracterizada pela negligência”.

Imagem ilustrativa: Jacobina Notícias

Imagem ilustrativa: Jacobina Notícias

Costuma parar o carro em locais de entrada e saída de veículos? Então, preste atenção. Duas estudantes brasilienses foram condenadas pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) a indenizar, em R$ 1 mil cada, um comerciante por obstruírem uma garagem em Taguatinga. A decisão foi unânime.

O comerciante alegou à Justiça que elas estacionaram os veículos na porta da garagem de seu estabelecimento, impedindo a saída dos carros dos clientes. As duas teriam ido para a aula sem qualquer preocupação. Ele afirmou que tentou auxílio da faculdade para localizar as motoristas e pedir a retirada dos automóveis, mas não conseguiu e, por isso, pediu que a instituição também fosse condenada.

Ao decidir, o juiz lembrou que “obstruir a circulação de outro automóvel qualifica-se, inclusive, como ilícito administrativo, sujeitando o proprietário do automóvel obstruidor às sanções legais”. O magistrado seguiu afirmando que “age com culpa, caracterizada pela negligência, incorrendo em ilícito administrativo, o condutor que, ignorando as recomendações da normatização de trânsito e as regras de experiência comum, estaciona em frente à garagem e obstaculiza a saída de outro automóvel”.

Logo, “o evento não pode ser tido como mero aborrecimento ou chateação do dia a dia, porquanto o autor se viu obrigado a aguardar o término da aula, ou seja, até as 23h para, enfim, as rés retirarem os veículos inapropriadamente estacionados. Teve limitado seu direito de ir e vir por negligência das rés. Isso não pode ser tido por mero aborrecimento”, conclui ele.

Diante disso, o juiz arbitrou indenização no valor de R$ 1 mil, a ser pago por cada ré, e julgou improcedente a demanda em relação à instituição de ensino.

As estudantes recorreram, mas a Justiça confirmou que elas estacionaram os respectivos carros um atrás do outro e em local destinado à entrada e saída de veículos, e assim permaneceram das 19h, quando começaram as aulas, até o final, por volta das 23h. Fonte: Metrópoles.

Previdência utiliza DPVAT para impedir indenizações por imprudência no trânsito

O DPVAT fez o pagamento de seguro a 215.530 pessoas no primeiro semestre, o que representa alta de 52%.

Imagem Ilustrativa

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A Previdência Social fez um parceria com a Seguradora Líder, responsável pelo DPVAT (seguro obrigatório para indenização de vítimas de trânsito), a fim de pedir o ressarcimento de pagamento de aposentadorias – por invalidez ou morte – aos condutores que tiveram responsabilidade em acidentes por negligência ou imprudência.

Com acesso ao DPVAT, a Previdência Social poderá ter conhecimento prévio de acidentes com morte ou incapacidade, condenando assim os motoristas que provocarem tais despesas. Dessa forma, quem for culpado em um acidente com vítima, conforme os casos já citados, terá também de arcar com os custos de aposentadoria paga pelo INSS aos prejudicados ou suas famílias.

O DPVAT fez o pagamento de seguro a 215.530 pessoas no primeiro semestre, o que representa alta de 52%. Por isso, a Previdência Social tentará reduzir as despesas com estas aposentadorias através da punição aos responsáveis, visto que o número de requerimentos para pensão teve aumento expressivo este ano.

A Previdência Social já entrou com ação contra três condutores por direção perigosa. Em um dos casos, um motorista alcoolizado bateu em um veículo funerário e matou seu condutor. A viúva imediatamente passou a receber pensão do INSS.

O culpado no acidente foi acionado judicialmente e terá que pagar R$ 8.000 referentes aos valores já recebidos pela dependente. Além disso, ele também está obrigado a repassar ao INSS os valores mensais que serão pagos à viúva até o falecimento, quando se encerra a pensão por morte do marido. Fonte: Exame.

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