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“Ligue o GPS da Consciência” é tema da campanha do Detran para o São João

As ações educativas serão realizadas em Salvador e destinos juninos do interior do estado.

Imagem: Detran BA

Imagem: Detran BA

No São João da Bahia 2017, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) vai promover a campanha ” Ligue o GPS da Consciência- Bebida, celular e direção não levam a lugar nenhum”. As ações educativas serão realizadas em Salvador e destinos juninos do interior do estado. A campanha é protagonizada pelo cantor Denny Denan, que está de saída da Timbalada para carreira solo. “ Fiquei muito feliz em participar dessa iniciativa do Detran, que trata da preservação de vidas. Vamos brincar o maior São João do Brasil, sendo responsáveis no trânsito”, declarou o artista.

 O órgão também montou uma operação especial de fiscalização, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Batalhão de Polícia Rodoviária da PM (BPRv), para a realização de blitzes da Lei Seca nas principais rodovias de acesso aos municípios que mantêm a tradição das festas juninas.

O TEMPO dos SEMÁFOROS é SUFICIENTE para ATRAVESSAR a RUA?!

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

No centro de Porto Alegre quando cruzava na sinaleira para pedestres em movimentada avenida,
escutei o “berro” de um jovem transeunte:
– Corre vovô, olha a carro!
 
Fiquei arrasado, não pelo fato de ter ouvido a palavra “vovô”, mas sim pelo sinal que logo ficou vermelho, e até então estava no meio do caminho.
(graças ao “mundo espiritual”, e ao motorista do veículo bem próximo que desacelerou, cheguei são e salvo – pelo menos desta vez -, do outro lado da rua)
 
Fiquei triste com o desempenho atlético detectado e fui fazer queixa a quem é familiar desta “diagonal” da mobilidade urbana. Sabem o que ele disse?
– César, você atravessou o semáforo a uma velocidade média próxima dos 3,0 km/h. Aconselho entrar para uma hidroginástica para melhorar seu desempenho atlético urgentemente.
(achei que o “entendido” estava moderando seu discurso com palavras agradáveis – para não contundir minha “autoestima”)
 
Como não estava certo da clareza da sua intenção tasquei outra pergunta:
– Da onde você tirou este valor de velocidade? :: LEIA MAIS »

Carro, nascido em berço esplêndido

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa - Reprodução

Imagem Ilustrativa – Reprodução

No decorrer da nossa história, procuramos criar tecnologias que facilitassem a vida. De acordo com a necessidade de cada período as ferramentas criadas evoluíam. Com o início da Revolução Industrial criamos máquinas e métodos que mudaram drasticamente o modo de produção, influenciando as relações sociais. Este momento de grandes transformações, em meados do século XIX e no início do século XX, coincide com o advento de uma máquina de transporte individual que vai transformar sensivelmente toda a sociedade humana: o automóvel.

Sobre o automóvel, Giucci [1] vai afirmar que:

O automóvel é o símbolo por excelência do moderno no início do século XX. Sua chegada a diferentes partes do mundo ilustra a trajetória irresistível da mobilidade. Chega a máquina bufante, o novo sáurio mecânico, o carro de fogo, envolvido numa nuvem de pó. E montado no cavalo mecânico chega o mensageiro da motorização. Enquanto o arauto medieval levava mensagens, determinava as festas de cavalaria e organizava os registros da nobreza, o piloto introduz o não visto e o estranho, na forma de antecipação do futuro. Vem de longe anunciando grande transformação.

Segundo Ballard [1], a compreensão da identidade ambígua produzida pelo amplo surgimento de máquinas durante o século XX pode ser alcançada com o estudo do automóvel devido ao impacto cultural e subjetivo que este ocasionou. Desde o seu advento, no final do século XIX na Europa, o automóvel cruzou o mundo, conquistando as cidades e transformando-se em protagonista da vida cotidiana.

Desde o século XVII já se idealizavam veículos automotores impulsionados a vapor. Desde então, diversos experimentos foram sendo feitos simultaneamente em diversos países da Europa e Estados Unidos. No entanto, se consolidou a ideia de que os primeiros automóveis foram, de fato, criados somente a partir do invento do motor de combustão interna à gasolina. Se aceita que esse tipo de motor tenha surgido simultaneamente através do trabalho independente de vários inventores alemães, muito embora se atribua a invenção do primeiro carro ao alemão Karl Benz, no ano de 1885, em Mannheim, patenteando-a no ano seguinte [2]. :: LEIA MAIS »

Conquista: vandalismo destrói placas de trânsito na Avenida Juracy Magalhães

Mais de 20 placas de trânsito foram arrancadas em mais um episódio de depredação do patrimônio público em Vitória da Conquista.

Fotos: Psy Fernandes

Fotos: Psy Fernandes

Mais de 20 placas de trânsito foram arrancadas na manhã de hoje, terça-feira (13), na Avenida Juraci Magalhães. Esse é mais um episódio de depredação do patrimônio público em Vitória da Conquista.

Após a denuncia de populares, através do 156, o Simtrans foi ao local e removeu as placas ao depósito.

Mais de 20 placas foram arrancadas.

Mais de 20 placas foram arrancadas.

Conforme prevê o artigo 163 do Código Penal Brasileiro, o dano ao patrimônio público, após o registro da queixa e a identificação dos responsáveis, resulta em detenção de um a seis meses ou pagamento de multa. A polícia investiga o caso.

Detran traz história real para falar com jovens neste Dia dos Namorados

Campanha aborda grandes datas comemorativas, como Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal. A primeira peça foi lançada em maio, para o Dia das Mães.

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) lança um novo vídeo da série “Dias Inesquecíveis”, parte de campanha publicitária que fala sobre amor, presentes e momentos especiais. Mas, neste ano, o Departamento chama a atenção dos casais para o cuidado com a vida, e traz a história real de Amanda Kothwitz, de 21 anos, moradora de Prudentópolis.

“Meu namoro com o Will foi a melhor fase da minha vida, nos apaixonamos, fomos morar juntos e eu engravidei. No dia 18 de maio de 2015, aniversário dele, estávamos muito felizes porque estávamos na nossa casa, com nosso filho. O Arthur estava com quatro dias e essa era a nossa nova vida”, conta Amanda.

“Naquele dia ele saiu para trabalhar em um evento, em outra cidade. Era madrugada e, no caminho, um motorista de ônibus, que estava em alta velocidade, não conseguiu fazer uma curva. O ônibus invadiu a pista contrária e bateu de frente com o carro do Will”, lembra.

Willington Luís de Oliveira Brum da Fonseca tinha 26 anos no dia do acidente e a história escolhida pelo Detran revela uma parte do sofrimento de milhares de famílias brasileiras. Dados do Seguro DPVAT mostram que o trânsito já é a segunda principal causa de mortes de jovens no Brasil e 28% das indenizações pagas por morte, invalidez permanente ou despesas médicas no país são para pessoas com entre 25 e 34 anos.

CAMPANHA – O novo vídeo do Detran, produzido com a Secretaria de Estado da Comunicação Social, faz parte de uma campanha extensa que deve abordar grandes datas comemorativas, como Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal. A primeira peça foi lançada em maio, para o Dia das Mães.

“A ideia é usar estas datas para lembrar que não existe presente maior que o cuidado com a vida. Dirigir com responsabilidade e segurança é pensar em quem amamos e saber, ainda, que o motorista do carro ao lado também tem uma família. Nossas ações no trânsito nunca são individuais, os impactos são sempre coletivos”, explica o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

Desde 2011, o Departamento investe em campanhas de grande impacto e em ações de longa duração. “Só no ano passado registramos cerca de 28 mil vítimas de acidentes no Estado. O Governo do Paraná acredita e investe em educação para o trânsito e os resultados têm sido positivos”, acrescenta ele. Assista o vídeo:

Fonte: Assessoria de Comunicação.

Na SUA CIDADE, como estará a MOBILIDADE da PESSOA com DEFICIÊNCIA VISUAL?

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

A primeira vez que decidi nutrir destemor,
manifestando desejo em lecionar a “pessoas com deficiência visual” foi na década de 1970.
(turma de adultos com aquele exclusivo e resolvido aluno “cego” – o Sr. Elenir)
 
Tempos depois – na década de 1990, outra turma mista -, e um novo encontro com estes amigos.
(agora em pré-vestibular e presente a estima de um casal de “cegos”)
 
Atualmente “labuto” numa escola para jovens e adultos.
 
Lá, comparecem alunos com “deficiência auditiva”, “deficiência visual”, “deficiência intelectual”, obesos, magros, bonitos, feios, altos, baixos, e os ditos sem deficiência – como “eu” e “você” – risos.
(constantemente nessa escola, nós os professores, estamos quase que diariamente ensaiando o “novo”)
 
OBS 01: devo realçar que o vocábulo “deficiência visual” acolhe tanto os cegos – aqueles que não enxergam nada -, como os que apresentam baixa visão.
(a pessoa que apresenta “baixa visão” é aquela que possui dificuldade em desempenhar tarefas visuais, mesmo com prescrição de lentes corretivas, mas que pode aprimorar sua capacidade de realizar tais ocupações com a utilização de estratégias visuais compensatórias, além de outros recursos e modificações ambientais)
 
OBS 02: “deficiente” ou “pessoa deficiente” não pode ser confundido em hipótese alguma com a falta de eficiência da pessoa – o que é inadequadamente concebido por muitos.
A utilização desses termos no texto tem a intenção de mencionar exclusivamente a deficiência específica da pessoa – seja ela física, visual, auditiva, intelectual ou mental.

Como é o dever da sociedade formar um cidadão que conviva com a possibilidade da “falta de informação”, mas que não seja seduzido por ela, vou salientar a questão da pessoa com “deficiência visual”.

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Cinco dicas de segurança para viagens com crianças

Confira medidas de segurança que devem ser adotadas por pais e responsáveis durante passeios de carro.

Foto: Clappstar via VisualHunt.com / CC BY-NC

Foto: Clappstar via VisualHunt.com / CC BY-NC

Viajar com crianças no carro requer atenção redobrada. Existem uma série de cuidados especiais que precisam ser tomados em viagens com os pequenos. A Alô Bebe, que trabalha com produtos destinados ao público infantil, reuniu algumas medidas de segurança que devem ser adotadas por pais e responsáveis durante passeios de carro. Confira:

1. Criança só no banco de trás. Exceto em alguns, como nos veículos que possuem apenas bancos na frente como picapes de cabine simples. Os pequenos com menos de 10 anos devem ser transportadas no banco de trás, segundo a legislação nacional de trânsito.

2. Use cadeirinha ou booster. A cadeirinha, ou bebê-conforto, deve ser usada desde os primeiros dias de vida do recém-nascido. Já os boosters são para crianças maiores, de 4 até 10 anos (caso necessário, pela altura da criança), e ajudam a mantê-las na altura adequada para usar o cinto de segurança do carro.

3. Instalação da cadeirinha. Tenha atenção ao instalar a cadeirinha. Um acessório mal instalado é um fator que aumenta o risco de lesões graves em caso de possíveis acidentes. É importante sempre checar se o cinto está passado nos locais corretos do equipamento.

4. Não alimente no carro. Até os três anos de idade deve-se evitar dar comida à criança dentro do veículo, pois o movimento pode fazê-la engasgar e causar enjoos. O recomendado é alimentar o bebê antes de sair de casa.

5. Faça paradas estratégicas. Não viaje mais de duas ou três horas seguidas. Longas viagens cansam e  incomodam tanto os adultos quanto os bebês. Algumas paradas para relaxar são necessárias para tornar o passeio mais prazeroso, seguro e tranquilo. Fonte: Garagem 360.

Carros levam 30% dos passageiros, mas respondem por 73% das emissões em SP

Preferência pelos carros particulares têm impacto não somente no trânsito da cidade, mas também sobre a qualidade do ar e o aquecimento do planeta.

Foto: Oswaldo Corneti

Foto: Oswaldo Corneti

A preferência dos paulistanos pelos carros particulares têm impacto não somente no trânsito da cidade, mas também sobre a qualidade do ar e o aquecimento do planeta. Análise inédita sobre a contribuição de cada modo de transporte de passageiros nas emissões de poluentes revela que os carros são responsáveis por 72,6% das emissões de gases de efeito estufa do setor, apesar de transportarem cerca de 30% dos passageiros. Valores semelhantes ocorrem para outros gases poluentes, que fazem mal à saúde.

O levantamento, que faz parte do Inventário de Emissões Atmosféricas do Transporte Rodoviário de Passageiros no Município de São Paulomostra o impacto da escolha pelos carros em vários indicadores. Um deles é o de distância percorrida. O total de carros e o total de ônibus transportam volume parecido de pessoas na cidade (cerca de 30% contra 40%), segundo Pesquisa Origem e Destino. Mas, conforme os cálculos do Iema, os carros ocupam 88% do espaço das vias, ante somente 3% usados pelos ônibus.

“É bastante chocante quando se juntam todos esses números. Temos mais de 70% das emissões de gases estufa para transportar 1/3 dos passageiros, ocupando quase 90% do território da cidade”, resume o pesquisador David Tsai. “É uma ineficiência tanto pelo uso do espaço público quanto pelo consumo de energia”, diz.

Outra forma de ver isso é pela quantidade de gases de efeito estufa que é emitida por uma pessoa por quilômetros percorridos em cada modal. Andando sozinho de carro, o passageiro vai emitir 65,8 gramas de gás carbônico-equivalente (CO2-e) por quilômetro, quase quatro vezes mais do que faria se estivesse em um ônibus com outras pessoas (17 gramas). Leia a matéria completa do Mobilize.

Agenda Positiva Junho | Respeito ao pedestre e ao ciclista

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

As vias, pelas quais transitam todos os tipos de modais (ônibus, caminhões, carros, motocicletas, bicicletas e também os pedestres) são, reconhecidamente, espaços democráticos que devem ser compartilhados por todos. E no compartilhamento, direitos, deveres e obrigações, de igual modo, devem ser distribuídos para que um modal não prevaleça sobre o outro.

Por isso, as autoridades responsáveis pela organização do trânsito estabeleceram regras que devem ser cumpridas por todos para a garantia, não da supremacia, mas da convivência pacífica entre condutores, motociclistas, ciclistas e pedestres e, deste modo, para a construção de um trânsito mais humano e seguro.

Conscientes de que “Minha Escolha Faz a Diferença” no trânsito, ciclistas, motociclistas, condutores de veículos e pedestres devem estar atentos sempre para o cumprimento das regras e para a melhor escolha, a escolha que pode preservar vidas.

Quando se pensa nos meios de transportes utilizados pelas pessoas pode-se lembrar, consequentemente, que os veículos motorizados sempre oferecem alguma proteção lateral para seus condutores e passageiros. Já para os ciclistas e pedestres esse tipo de proteção não existe e sua integridade física depende, também, do comportamento de quem está se utilizando dos outros modais. Eles são, portanto, a parte mais vulnerável, a que está exposta aos maiores riscos e sofrem as graves consequências em casos de acidentes.

Por isso, a regra e clara e cumpri-la não traz nenhum custo; apenas benefício. Ou seja, no trânsito, os maiores devem respeitar os menores e os motorizados zelar pelos não motorizados e todos devem zelar pela segurança do pedestre. Quando dividir a via com ciclistas, os condutores devem respeitar a distância de um metro e meio entre a lateral de seu veículo e a bicicleta, conforme estabelece a lei.

Condutores e motociclistas devem, igualmente, respeitar – sempre – a faixa de pedestres; estar atentos e verificar se, por exemplo, não há pedestre ou ciclista quando sair em marcha à ré; nunca atravessar se o semáforo estiver aberto para pedestres; reduzir a velocidade nas proximidades de escolas e hospitais ou em áreas de grande fluxo de pessoas. Ao procederem assim, mais do que cumprir regras, estarão fazendo ‘a melhor escolha, aquela que pode salvar vidas no trânsito. Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

A praga do trânsito

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa

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Andava há algum tempo sem escrever, mas essa semana ouvi algo que não pude deixar passar batido.

Trabalho no setor de educação do órgão gestor de trânsito da minha cidade. Nessa semana visitamos uma turma da universidade federal no intuito de convidá-los a participar de um projeto específico para o público universitário.

Minutos antes do início da aula conversávamos com a professora da disciplina esclarecendo dúvidas sobre o projeto e também falando de outros assuntos relacionados ao trânsito. Foi quando, com ar preocupado, ela perguntou: “O que está acontecendo com o trânsito da cidade nesse ano de 2017?!”. Sem entender direito a pergunta, pedi educadamente que fosse mais clara. Ela explicou que estava cada vez mais difícil o trânsito da cidade em função dos congestionamentos.

Bem professora, – respondi- com em torno de 400 novos carros emplacados no estado diariamente isso era de se esperar! E a tendência, se nada a respeito for feito, é piorar…

Para meu espanto, ela seguiu: “tinha que haver uma praga!” (no sentido de diminuir o número de carros nas ruas, creio eu).

Professora… infelizmente já temos uma praga! Mas poucas pessoas sabem da sua existência.

Uma praga que mata mais de 100 pessoas por dia no Brasil. Uma praga que ceifa a vida de mais de 40 mil brasileiros e deixa outras centenas de milhares com sequelas muitas vezes irreversíveis. Uma praga que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), dizima anualmente cerca de 1,3 milhões, ultrapassando o número de homicídios e até mesmo de mortes em guerras. E que, segundo a mesma organização, se até 2030 não for contida, matará mais que o HIV. Uma praga responsável por gastar, em média, 2% do PIB dos países em desenvolvimento. Que no país leva todos os anos dos cofres públicos o equivalente a duas copas do mundo semelhantes a de 2014.

A praga está aí, juntamente com seus números, para quem quiser ver. Mesmo que alguns seguimentos da sociedade pareçam não se preocupar com isso. Em vista disso, fica o questionamento que sempre procuro levar aonde quer que eu vá, com quem quer que eu fale: A quem serve que as pessoas desconheçam esses fatos? Quem se beneficia com a falta de atenção sobre esses números? Até quando fecharemos nossos olhos a isso é esperaremos que uma “praga” faça nossos problemas magicamente desaparecerem?

*Rodrigo Vargas de Souza é psicólogo, palestrante e agente de educação para o trânsito na Empresa Pública de Transporte e Circulação de Porto Alegre.

manual fiscalizacao transito



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