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AUMENTANDO a velocidade, você CHEGA MAIS RÁPIDO ao destino?…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Pelas leis da “Física Clássica”, quando se aumenta a velocidade de um corpo, obrigatoriamente ele irá percorrer determinada distância em menor tempo.

(logo, para a mesma distância, se diminuir a velocidade, aumentará o tempo de chegada ao destino. Não há discussão, essa é a legítima verdade)

Mas, e nas vias públicas? Será que estabelecer “limite de velocidade” prejudica ou beneficia os condutores e a mobilidade urbana relacionada ao tempo de chegada ao destino?

A discussão sobre o tema redução dos limites de velocidade nas vias das capitais brasileiras, frequentemente, inflama debates, muitas vezes hostis,  sobre os “porquês”, as “vantagens” e a “eficiência” deste propósito.

Muitas cidades do mundo também enfrentam esta hesitação, então devemos estar informados sobre a carência de fórmulas mágicas.

(é prioridade estar disponível aos aprendizados, às simulações, às efetivações e às tentativas – tudo isso requer experimento; sugiro com a sociedade -, pois do contrário surgirão “desastrosos” efeitos).

Tenho usado investigações, leituras e observado as críticas…

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Festas juninas: Antes de viajar faça a manutenção preventiva no veículo

Confira dicas de revisão no carro e na moto antes de pegar a estrada.

Imagem Ilustrativa | Getninjas

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As festas juninas estão chegando e milhares de pessoas planejam por o pé na estrada para aproveitarem o período de festas. Mas é bom ficar atento pois, a responsabilidade de quem vai viajar começa bem antes de colocar as malas no carro: É hora de fazer a revisão.

O Blog Transitar ouviu dois especialistas em mecânica de veículos que dão dicas importantes de manutenção preventiva, o que evita que o condutor fique “na mão” em plena estrada ou mesmo sofra um acidente.

O vistoriador técnico veicular Laudemir Ferreira, com 44 anos de experiência, elenca os itens nos carros que devem passar por uma boa vistoria antes de qualquer viagem: “Em primeiro lugar é preciso uma verificação no sistema de freios: pastilhas, lonas, freio de emergência e fluido” diz o técnico. Na parte elétrica, observa Ferreira, é necessário conferir faróis, luzes indicadoras de direção, luzes de freio, luzes de emergência e palhetas dos limpadores de para-brisa, “incluído a revisão da bateria”.

Os pneus são equipamentos fundamentais para segurança e devem ser utilizados somente em bom estado de conservação. “Eles [os pneus] inclusive o estape são utilizados com a calibragem recomendada pelo fabricante” orienta o técnico, “e para se prevenir dos contratempos nunca se deve viajar sem conferir os parafusos das rodas, chave, macaco e triângulo”.

A suspensão do veículo também necessita de atenção, segundo Laudemir as “buchas das estabilizadoras, amortecedores folgados ou vazando óleo podem desestabilizar o carro nas acelerações, frenagens e curvas”. O técnico também destaca outros itens que merecem atenção como o fluido do reservatório da direção, vazamentos nas mangueiras de radiador e extintor de incêndio, que apesar de não ser obrigatório, é um item de utilidade.

Se a viagem é de moto, as recomendações são parecidas com as dos carros. É o que diz o supervisor de manutenção, Isaías Leite, que recomenda aos motociclistas atenção às recomendações no manual do fabricante “pra saber da vida útil das peças, inclusive o kit de transmissão” orienta. “Pneus, óleo, filtro, luzes, freios” tudo precisa ser devidamente revisado antes pegar a estrada.

Carro e moto verificados, falta a lembrança das regras de circulação como atenção redobrada e velocidade compatível com a segurança.

Portaria do Denatran regulamenta curso de agente de trânsito

Por Julyver Modesto Araújo*

Imagem Ilustrativa - Arquivo Blog Transitar

Imagem Ilustrativa – Arquivo Blog Transitar

Foi publicado no Diário Oficial da União de hoje, sexta-feira (02), uma Portaria do Departamento Nacional de Trânsito, que, finalmente, regulamenta no Brasil o Curso de Agente de Trânsito (até a presente data, não havia formação mínima obrigatória, por incrível que pareça).

O Curso, de 200 h/a, deverá ser ministrado por órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito ou por Instituições devidamente autorizadas e credenciadas.

As matérias são as seguintes:
I) Legislação de trânsito;
II) Engenharia de Tráfego e Sinalização da via;
III) Legislação de trânsito aplicada;
IV) Ética e Cidadania;
V) Psicologia aplicada;
VI) O papel educador do agente;
VII) Língua portuguesa;
VIII) Operação e Fiscalização de Trânsito;
IX) Prática operacional;
(os módulos I, II, IV, VI e VII poderão ser realizados na modalidade a distância).

Além da formação, os agentes serão obrigados a fazerem o Curso de atualização a cada 3 anos, com carga horária de 32 h/a.

A Portaria n. 94/17 entra em vigor daqui a 180 dias e ainda ficam reconhecidos outros Cursos realizados por Instituições até 180 dias após o Denatran divulgar os critérios para o seu credenciamento.

VALE LEMBRAR QUE O DINHEIRO ARRECADADO COM MULTAS DE TRÂNSITO PODE SER UTILIZADO COM ESTA FINALIDADE, CONFORME RESOLUÇÃO DO CONTRAN N. 638/16.

*Julyver Modesto de Araújo é Mestre em Direito do Estado pela PUC/SP e comentarista do CTB Digital da Perkons.

Contran publica norma que facilita a vida de quem teve a placa do carro clonada

Norma foi criada para proteger o cidadão de bem, diz órgão.

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) publicou a resolução nº 670, que disciplina o processo administrativo para troca de placas de identificação de veículos automotores, nos casos em que for comprovada a existência de outro veículo circulando com a mesma combinação alfanumérica de placas igual à do original, mais conhecida como placa clonada.

Para o Coordenador-Geral de Educação do DENATRAN, Francisco Garonce, a medida é uma grande inovação. “Com esse normativo, o amparo legal está criado. A pessoa vai ao departamento de trânsito, aponta os indícios da clonagem e, a partir do momento que houver a constatação de que multas foram geradas indevidamente, existe este caminho legal para proteger o cidadão de bem. O número do chassi é desconectado desse número de placa e dá-se uma nova placa. As multas indevidas ficam atreladas à placa antiga”, explica.

Segundo o texto, ao concluir o processo administrativo junto ao órgão executivo de trânsito em que o veículo estiver registrado, e comprovado a existência de veículo dublê ou clone, caberá a esses órgãos inserir os caracteres “CL” ao final do Número de Identificação Veicular (VIN) e do número de motor no registro do veículo original.

“Essa resolução veio quebrar esse paradigma. Pela primeira vez você pode ter o mesmo chassi, que inicialmente estava emplacado com uma combinação alfanumérica que foi clonada. Será dissociada essa placa clonada do veículo, porque ela está cheia de multas que não são suas, e colocada uma nova placa”, observa Garonce.

O Coordenador de Educação alerta que o cidadão de bem que tem a placa clonada do seu veículo enfrenta um grande problema pela frente, mas que esse problema já foi muito maior, porque a única forma que havia de resolver essa situação era procurar a justiça para iniciar o processo legal.

“O objetivo do CONTRAN, ao propor essa resolução, é encontrar soluções para que o cidadão tenha sua vida relacionada ao trânsito conduzida da forma mais simples e clara. Porque onde há simplicidade dos procedimentos, o cidadão tem seus direitos atendidos e nós conseguimos com mais facilidade coibir as ações erradas”, finaliza. Fonte: Portal do Trânsito.

Programa aborda a raiva no trânsito

Reações descontroladas que, em um desatino instantâneo, podem ser o caos na vida das pessoas.

Imagem: Reprodução

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Reações insensatas, exageradas, descontroladas que, em um desatino instantâneo, podem ser o caos na vida das pessoas. Ou um desastre no trânsito. É um tipo de comportamento perigosamente presente nas ruas, avenidas e estradas. Um baita nó do trânsito.

“O comportamento no trânsito é um indicador preciso das características de cada indivíduo. Quem tem boa maturidade e equilíbrio sabe controlar suas tendências e atitudes inadequadas”, explica Celso Alves Mariano, especialista em trânsito.

O Programa

O programa “Nós do trânsito” é um bate-papo descontraído, sobre um assunto muito sério, produzido pelo Portal do Trânsito e pela Tecnodata. O Doutor em História Rodrigo Santos conversa com o Especialista em Trânsito Celso Mariano em um videocast que se propõe analisar, discutir, opinar e contribuir para desatar os nós do trânsito.

Toda segunda-feira, no Youtube, uma nova edição do programa trará assuntos atuais e temas polêmicos com um tom extrovertido, transformando assuntos, às vezes muito complexos, em uma conversa agradável, de fácil entendimento e altamente educativa. Assista:

Fonte: Portal do Trânsito

7 Passos para andar melhor na rua

É importante parar um pouco e refletir se estamos fazendo aquilo que achamos tão básico da melhor forma possível.

Imagem: Reprodução

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Quanto tempo faz que você não pensa no seu andar? Ou na sua capacidade de falar “mamãe”? Anos, décadas, não é? Ações básicas, como andar ou falar, se tornam mecânicas após o processo de aprendizagem. Natural – ou você está pensando na sua respiração nesse momento?

Ao mesmo tempo em que essa “automação” das atividades é crucial para que consigamos fazer mais, é importante parar um pouco e refletir se estamos fazendo aquilo que achamos tão básico da melhor forma possível. Essa reflexão pode valer muito para uma ação simples como andar na rua. Além de útil, é necessária também. Quer uma prova? Tente lembrar então da última vez que você andou na rua (de uma cidade grande) e não se irritou em algum momento.

Se você nunca se irritou, pode parar aqui, escrever um livro e compartilhar seu segredo com o mundo. Eu me irrito, então procurei me atentar a erros que eu cometo, ou pensar em ideias que beneficiariam a todos nós que andamos na rua. Importante: essa não é uma lista de dicas de segurança. São muitas, de fácil acesso, e prefiro evitar redundância. Nada de “olhe para o lado antes de atravessar a rua!” também.

1. CALÇADA OU ASFALTO?

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Sul do país soma mais de 130 mil condutores que precisam de veículo adaptado

Pessoas com limitação física encaram burocracia para obter habilitação e adaptação veicular.

Adaptado para atender à sua limitação, o veículo de Johnatha traz todos os comandos ao alcance dos pés (Foto: Arquivo Pessoal)

Adaptado para atender à sua limitação, o veículo de Johnatha traz todos os comandos ao alcance dos pés (Foto: Arquivo Pessoal)

Engana-se quem pensa que adquirir e dirigir o carro próprio é uma pretensão que esbarra apenas em questões de ordem financeira. Em alguns casos, isso também requer uma combinação de paciência e obstinação. É essa a realidade de mais de 130 mil condutores, só no sul do Brasil, considerados inaptos para dirigir veículos comuns, condição definida pelas restrições que vão de C a X na resolução do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Computado até outubro desse ano, o número foi disponibilizado pelos Detrans dos três estados da região. Mas, para se ter ideia da ordem que o número de condutores com essas restrições pode alcançar, em 2010, dentre os mais de 45 milhões de brasileiros com alguma deficiência, dois milhões e meio eram deficientes motores entre 15 a 64 anos, faixa etária que compreende a idade de dirigir. Para entender os desafios de obter a habilitação e um veículo adaptado, a Perkons ouviu condutores com mobilidade reduzida e empresas que realizam adaptação veicular.

Os olhares de surpresa sempre acompanharam os passos do músico Johnatha Bastos. Nascido sem os braços, ele conseguiu a habilitação há menos de um mês e, de lá para cá, praticamente não deixou o motor do carro esfriar na garagem. “É um sonho que foi concretizado e me deu mais autonomia e liberdade”, completa. A aparência do veículo é comum, mas o interior é todo adaptado para atender às necessidades do jovem. Volante, pedais e freio ficam ao alcance dos pés, como o painel com botões que acionam os faróis e o para-brisa. Porém, antes mesmo de dirigir, ele precisou comprovar a posse do carro adaptado, já que a natureza de sua limitação exigia adaptações específicas para que o automóvel fosse utilizado também nas aulas de direção e no exame prático. “Foi preciso passar por uma perícia detalhada e só então receber autorização para circular com ele”, explica. Para a adaptação, todas as medidas do jovem foram levadas em consideração e os ajustes necessários aconteceram ao longo de um ano. “Mesmo personalizado, meu carro também pode ser conduzido por pessoas sem deficiência física”, explica Johnatha.

A personalização do veículo é um dos pilares da Cavenaghi, pioneira no segmento de adaptação veicular. “Os comandos podem ser invertidos ou automatizados, e há uma gama de acessórios que podem ser instalados, como freios e aceleradores manuais. 99% dos veículos disponíveis no mercado podem passar pela adaptação”, resume a diretora comercial, Mônica Cavenaghi.

Isenção tributária exige paciência do condutor

No Brasil, pessoas com deficiência física podem adquirir um automóvel com isenção do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). Para solicitar a isenção é necessário reunir todos os documentos listados pela Receita Federal e dar entrada no processo em uma das unidades do órgão.

Para o gerente de vendas corporativas da concessionária Copava, Alexsandro Beal, o tempo gasto nesse processo acaba por desestimular muitos condutores com mobilidade reduzida. “Mais de 90% das pessoas que têm direito à isenção não sabem disso e há uma parcela que sabe e desiste devido à morosidade do processo de compra”, avalia. Para sanar possíveis dúvidas do usuário, a empresa desenvolveu, há cerca de cinco anos, uma cartilha, que elenca, por exemplo, as limitações elegíveis para que o condutor solicite a isenção.

Para o aposentado Mário Sérgio dos Santos, que teve os braços amputados há 21 anos, foram investidos mais de dois anos para reunir a documentação exigida. Assim como Johnatha, Mário precisou comprovar a posse do carro – cujos comandos são controlados pelos pés – antes de obter a CNH. “Foram várias etapas, mas consegui minha CNH. De início minha mãe e esposa tiveram receio de andar comigo, mas hoje as levo para todo canto”, comemora. Fonte: Perkons.

Confira as alterações no trânsito e transporte para show de Roberto Carlos

Estacionamento de ônibus de caravanas, automóveis e motos será feito na área de estacionamento do Parque de Exposições.

Imagens: Secom | PMVC

Imagens: Secom | PMVC

O trânsito em algumas vias localizadas nas imediações do Estádio Lomanto Júnior, local onde será realizado o show de Roberto Carlos, amanhã sábado (27), em Vitória da Conquista, passará por algumas alterações. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, por meio da Coordenação de Trânsito, informa que algumas ruas estarão interditadas por sua equipe de agentes de trânsito.

O acesso dos moradores das intermediações, com veículos, estará garantido. Para isso, a Secretaria solicita que os mesmos mantenham consigo algum comprovante de residência atualizado (água, luz, telefone, etc), para que, dessa forma, sejam facilitados a identificação e o acesso.

Os trechos interditados serão:

  1. Avenida Luís Eduardo Magalhães (sentindo Lomantão): trecho do retorno antes da ponte até a Avenida Olívia Flores;

  2. Avenida Luís Eduardo Magalhães (sentindo Juracy Magalhães): trecho da Avenida Olívia Flores até a Rua Leôncio Santos;

  3. Avenida Jorge Teixeira: toda extensão entre Avenida Brasil e Avenida Luís Eduardo Magalhães;

  4. Inocoop I: Rua lateral do Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães / Rua lateral do Estádio.

veja como funcionarão as linhas de ônibus e o serviço de táxi

Percurso do estacionamento do Parque de Exposições ao Estádio Lomanto Junior pode ser feito com serviço especial de táxis.

Percurso do estacionamento do Parque de Exposições ao Estádio Lomanto Junior pode ser feito com serviço especial de táxis.

Até o término do show, algumas linhas de ônibus terão o seu itinerário modificado. São elas:

P52 – Conquista VI x Uesb
No sentindo Uesb, a linha passará a atender pelas vias: Avenida Luís Eduardo Magalhães, Avenida Juraci Magalhães, Avenida Bartolomeu de Gusmão, Avenida Vivaldo Mendes, Avenida Rosa Cruz e Avenida Olívia Flores. Já no retorno para o bairro, as vias são: Avenida Olívia Flores, Avenida Rosa Cruz, Avenida Siqueira Campos, Avenida Otávio Santos, Avenida Bartolomeu de Gusmão, Avenida Juraci Magalhães, Avenida Luís Eduardo Magalhães, retornando ao seu itinerário normal.

D36 – Morada dos Pássaros x Uesb (via FTC) / D31 – Bairro Brasil x Uesb (via Parque de Exposições) / D37 – Vila Serrana x Uesb (via Bairro Brasil)
Os itinerários alterados sentido Uesb atenderam pelas vias: Avenida Siqueira Campos, Avenida Brasil e Avenida Olívia Flores. O retorno para os bairros passará pela Avenida Olívia Flores, Avenida Brasil, Rua da Granja e segue pelos seus respectivos itinerários normais.

R18 – Boa Vista x Centro
Apenas o itinerário sentido Centro será alterado, passando a atender pelas vias: Avenida TG 01, Avenida Gilenilda Alves, Rua A, Avenida Luís Eduardo Magalhães, Avenida Juraci Magalhães, Avenida Bartolomeu de Gusmão, Praça Vitor Brito, Rua 02 de Julho e Avenida Lauro de Freitas.

A Secretaria ressalta que haverá ainda quatro veículos extras para realizar o atendimento especial Centro x Lomantão, nos seguintes horários: das 16h às 20h e das 21h30 às 23h.

Serviço de táxi – Além do táxi normal, um serviço especial de táxi lotação estará disponível, funcionando somente no momento de chegada para o show. O atendimento fará o percurso do estacionamento do Parque de Exposições ao Estádio Lomanto Junior, no valor fixo de R$ 10,00 a corrida. O serviço atenderá até quatro pessoas por corrida, podendo ser dividido, entre os passageiros, o valor total da taxa. Vale destacar que o estacionamento de ônibus de caravanas e veículos pequenos será feito na área de estacionamento do Parque de Exposições. As informações são da Secretaria de Comunicação.

Artigo do Prof. ACésarVeiga ganha registro em livro

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

“É com grande satisfação que apresento o  livro Acessibilidade e Mobilidade Urbana na Perspectiva da Pessoa Surda” divulgou o Prof. ACésarVeiga* nas redes sociais, no início desta semana. Um dos artigos do professor, que semanalmente divulga seus posts em blogs e sites especializados em trânsito e transporte, ganha registro na obra publicada pela Universidade de Brasília – UnB.

No artigo “E quando o condutor é surdo?”, publicado em primeira mão pelo Blog Transitar, no último mês de setembro, ACésarVeiga reflete desde a possibilidade, procedimentos e dificuldades para obtenção da CNH, a identificação dos veículos e a realidade dos surdos na condução de veículos. “A surdez, apesar de originar poucas limitações físicas em comparação às demais deficiências, é a que deixa o indivíduo mais isolado socialmente, além de ofertar a menor quantidade de direitos sociais” afirma.

Clique AQUI e acesse o registro do post no Blog. E AQUI para baixar o livro.

*ACésarVeiga é consultor na área de educação para o trânsito em Porto Alegre-RS e escreve o blog Pergunta de Aluno.

Campanha faz alerta a pessoas que sempre justificam seus erros no trânsito

Ação incentiva atenção nas ruas.

Imagem: Divulgação

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A campanha #DirijaSemDesculpas é um alerta para as pessoas que sempre justificam seus erros ao volante ao provocar um acidente e um incentivo para que tenham atenção no trânsito.

Idealizada por um hospital ortopédico, a ação está presente nas redes sociais e promove eventos de conscientização para a prevenção dos acidentes viários.

O evento de lançamento reuniu o corpo clínico do Hospital Quinta D’Or (HQD), no Rio de Janeiro, e contou com a presença do Diretor do HQD, Dr. Odilon Neto. Na ocasião, Dr. Paulo Barbosa, diretor do COI e coordenador de Equipe de Trauma do HQD, apresentou dados sobre acidentes de trânsito no Rio de Janeiro, no Brasil e no mundo.

De acordo com Dr. Paulo Barbosa, médicos podem fazer muito mais do que tratar. “Nós, médico, temos a confiança dos pacientes e eles nos escutam. Precisamos nos ater a esta credibilidade e propagar cada vez mais a mensagem que precisamos firmar: atenção ao volante”, avaliou o idealizador da campanha.

“Toda ação de conscientização é bem-vinda. O movimento Maio Amarelo e a campanha Dirija Sem Desculpas são ações bastante oportunas para o momento que o mundo vive. Automóveis são meios de transporte, não de morte”, ressaltou Dr. Odilon.

Assista o vídeo da campanha:

Saiba mais da campanha clicando AQUI. As informações são da Assessoria de Comunicação.

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