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:: ‘Bafômetro’

É possível enganar o bafômetro? (o que você acha?)…

Por ACésarVeiga*

Imagem Ilustrativa

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Nas aulas de Química a pergunta que mais ouço com relação ao tema “etanol” é:

– Professor César, tem como enganar o teste do bafômetro?

Observação primeira: o dispositivo que mede a quantidade de etanol – por quem é submetido ao teste -, presente nos alvéolos pulmonares chama-se “etilômetro”.

Observação segunda: já o “bafômetro”, deve medir o mau hálito…

(o “bafo” por assim dizer!)

Dizer bafômetro corresponde a falar:

– Não percisa;

– Nóis fumo;

…para citar alguns tropeços selvagens do nosso idioma.

(bem sei que a maioria entenderá o que você está querendo dizer, mas certamente o impacto auditivo para aqueles que lhe escutam será tremendo e bulhufas hospitaleiro).

Mas, e a pergunta inicial sobre se existem ou não maneiras de enganar o “etilômetro”…?

– É pouco provável que você alcance êxito, o que levanta diversas questões importantes e delicadas.

(defendo que a opinião técnica deve desencorajar as pessoas a tentarem por à prova esta crendice que é uma clássica lenda urbana)

Tem havido muitos relatos equivocados e boa parte desses absurdos já foi exposto e refutado anteriormente.

Mas aqui menciono algumas semeadoras de irresponsabilidades que poderiam – são probabilidades, não certezas -, enganar o equipamento:

1- tomar um pouco de vinagre antes de se submeter ao teste;

2- dissolver um comprimido de permanganato de potássio na boca;

3- mascar chiclete, pois ele entope o canudo no qual o analisado deve soprar;

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Vem aí o bafômetro para maconha

Protótipo produzido nos Estados Unidos, poderá ser testado em humanos já no próximo ano.

Do Portal do Trânsito
Imagem: Alunsoonline

Imagem: Ilustração/alunosonline

Dirigir sob influência de drogas é ilegal em vários países, inclusive no Brasil. Mas até hoje, os policiais precisam esperar por exames de sangue para confirmar se um motorista está sob efeitos de entorpecentes, o que pode levar até 24 horas, o que faz com que a fiscalização não seja eficaz. Agora, pesquisadores da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram um bafômetro capaz de detectar o THC, princípio ativo da Cannabis sativa, com resultados gerados quase que imediatamente. O gadget usa a tecnologia de espectrometria de massa por íons, que é usada por profissionais de segurança de aeroportos para detectar drogas e explosivos.

O protótipo, que poderá ser testado em humanos já no próximo ano, não é projetado para calcular o “quão drogado” um condutor pode estar, mas simplesmente para confirmar se eles têm THC em seus corpos.

A intenção é, no caso do teste acusar níveis de THC, o motorista ser direcionado a um exame de sangue que poderia ser usado como prova em tribunal. O consumo de drogas afeta habilidades de condução das pessoas, e pode dar-lhes tempos de reação mais lentos, náuseas, alucinações, ataques de pânico, paranoia, tontura, fadiga e dificuldade de concentração, o que poderia aumentar as chances de um acidente.

A pesquisa da Universidade do Estado de Washington poderá, em breve, ajudar a Patrulha do Estado de Washington.

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