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:: ‘Comportamento’

BLITZ, quem avisa amigo é… (será?!)

Por ACésarVeiga

Imagem: Divulgação

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Li a seguinte “manchete” de jornal:
 
“Prisão em cidade gaúcha reacende debate sobre pessoas que alertam sobre as blitzes de trânsito”.
 
OBS 01: “blitz” é a abreviação da palavra alemã “Blitzkrieg”, que significa “guerra relâmpago”.
O plural alemão é “blitze”, mas usaremos o plural aportuguesado “blitzes”, que é uma expressão estrangeira já incorporada a nossa língua, no sentido figurado, para fazer referência a uma “batida policial repentina” que tem como objetivo combater qualquer tipo de ilegalidade.
 
Bem, mas ao ler o texto do periódico com mais detalhes,
no mesmo instante – feito bússola que encontra o seu norte -,
fiquei sabedor do acontecimento.
 
Em resumo, como provocadores de primeira linha,
moradores supostamente orientavam – através de meios eletrônicos -, outros condutores a desviarem de uma barreira conjunta organizada entre a Polícia Militar e a Fiscalização Municipal de Trânsito da respectiva cidade…
 
A barreira tinha como suposto objetivo, detectar preventivamente,
quem havia ingerido bebidas alcoólicas,
e estava a conduzir o veículo.

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O Rito da passagem (de ônibus!)

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Queiroz (2006)1 explora muito bem em seu ensaio as simbologias que envolvem o automóvel no universo publicitário e nas relações sociais. Uma delas se refere à ideia do carro como representação de uma espécie de rito de passagem para a maioridade. É bem comum, em famílias mais abastadas, os pais presentearem seus filhos com carros assim que esses ingressam na faculdade ou atingem a maioridade. Segundo ele, a própria carteira de motorista habilita o jovem a uma nova condição de ampliada liberdade.

No entanto, como na grande parcela da população brasileira, o automóvel não assumiu tais significados na minha família. Só consegui tirar minha carteira de habilitação aos 20 anos, após muito trabalhar para juntar a quantia que, na época, representava diversos meses de trabalho. Ainda assim o carro teria que esperar mais alguns anos. Meu primeiro veículo foi uma motocicleta Honda CG Tittan, 150 cilindradas, ou como alguns adeptos aficionados do mundo motociclístico, devido à sua baixa potência, costumam afirmar: “Tittan não é moto!”. Mas, preconceitos à parte, aquela motocicleta durante quatro longos anos me serviu bastante bem.

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“Singela” franquia

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Estarrecidos. Assim encontrava-se aquele jovem casal com o olhar distante a analisar o estrago feito naquele tranquilo cruzamento do bairro Menino Deus (Porto Alegre). Essa foi à primeira ocorrência do turno que se estenderia até a manhã seguinte. Num quente final de tarde de sábado, em meados do ano de 2012, encontramos meu colega e eu, os veículos imobilizados junto ao meio-fio, cada qual em uma via. As avarias, à primeira vista, pareciam ser pequenas. Procuramos averiguar, como de costume, se havia em algum dos carros alguém ferido. Nada, apenas danos materiais. Seguimos com os procedimentos habituais como recolhimento dos dados dos veículos e dos condutores, levantamento dos danos de cada veículo e, finalmente, com as explicações a cerca das medidas a serem tomadas pelas partes.

No humilde Volkswagen Corsa, que deveria ser de meados da década de 90 e custar menos de 10 mil reais, além do para-choque dianteiro, a grade e faróis quebrados, o capô amaçado. Nada que uma boa chapeação e um “martelinho de ouro” não resolvessem. No entanto, no importado Hyundai Azera que, na época, estalava de tão novo e, que muito provavelmente valia mais de 100 mil reais, um extenso e profundo “amassão” percorria toda a lateral esquerda, iniciando no para-lama dianteiro, se estendendo pelas portas dianteira e traseira e findando para além do para-lama traseiro.

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Laboratório subjetivo

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Seria interessante, antes de mais nada, pensar sobre a etimologia da palavra “laboratório”. Do latim laboratorium ou “lugar de trabalho”, derivada de laborare ou “trabalhar”. No entanto, laboratório tem ainda uma conotação que vai além da origem da palavra. Ela expressa uma ideia de experiência.

Foi assim que eu decidi definir meu antigo local de trabalho. Um laboratório onde pude experienciar as mais diversas sensações, sem sequer precisar sair pra rua. Que me possibilitou conhecer diferentes formas de se relacionar com um veículo. Um mundo a parte, que, de certa forma, parece girar em torno do automóvel. Seja no estacionamento, seja em conversas de vestiário ou de corredor algumas falas e comportamentos serviram como poderosos analisadores para essas observações.

Para tanto, creio ser possível citar algumas situações que me afetaram de alguma forma. Não pretendo me ater a nenhuma especificamente, mas exemplificar brevemente. Como as disputas por vagas cobertas, acompanhadas por comentários rechaçosos de que os carros mais velhos não precisam de vaga coberta por já estarem à mercê do estrago que o tempo lhes causou. Ou a memorável vez em que dois colegas quase se agrediram fisicamente pelo simples fato de um deles ter escrito com o dedo na poeira sobre a lataria do carro do outro: “lave-me”. Com a justificativa de que isso teria arranhado a pintura do carro, o dono desse foi tirar satisfações com o colega. O resultado foi que, se não fosse pela intervenção dos demais colegas, muito provavelmente os dois estariam desempregados hoje, sem condições para pagar os respectivos carros nem muito menos lavá-los. :: LEIA MAIS »

Esqueceu a direção: Mulher tenta apanhar controle de portão e causa estrago

Não são apenas os fatores externos que “roubam” a atenção no trânsito. Manipular objetos dentro do carro também gera riscos.

Fotos: Adriano Gomes

Fotos: Adriano Gomes

Manter a atenção às manobras com o carro/ moto é fundamental para a segurança. Essa máxima da direção defensiva deve ser repetida a exaustão pela condutora que se acidentou na madrugada de hoje (24), próximo ao Cemitério da Saudade, em Vitória da Conquista.

Era por volta das 03h quando a mulher chegada em casa. Ao tentar apanhar o controle do portão ela se distraiu e perdeu o controle do carro se chocando contra o meio fio, para logo depois acertar uma árvore e o poste de iluminação. Apesar dos estragos, a condutora não se feriu e agentes de trânsito do Simtrans registraram a ocorrência.

Apesar dos estragos, condutora não se feriu.

Apesar dos estragos, condutora não se feriu.

Não são apenas os fatores externos que “roubam” a atenção no trânsito. Manipular objetos dentro do carro também gera riscos.

O maestro das cidades

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Para os especialistas em segurança e engenharia de trânsito Eduardo Biavati e Heloísa Martins, a existência de uma estrada ou de um conjunto de vias, as ruas, é condição essencial para o desenvolvimento das cidades. Mas por que tamanha importância? Porque é através das ruas que ocorre toda a circulação de uma cidade, seja de pessoas ou mercadorias. Por isso, para tais autores, não podemos pensar a cidade sem o trânsito.

Porém, o verbo transitar, diferentemente do substantivo trânsito, traz consigo uma conotação mais ampla acerca das trajetórias humanas, remetendo aos percursos sociais inerentes da circulação urbana, enquanto o segundo parece estar invariavelmente associado ao deslocamento físico, sobretudo de veículos automotores. Contudo, como bem se sabe o trânsito não se faz apenas de veículos, mas também de pedestres e bicicletas, por exemplo.

O carro, no entanto, pode certamente ser associado não só à liberdade como a velocidade, pois individualiza o trajeto do sujeito, possibilitando exercer o controle de seus movimentos, permitindo a sensação de domínio espaço-tempo público, que pode se constituir de itinerários pré-definidos. Esses itinerários são definidos pelo condutor do veículo, diferentemente daqueles que precisam utilizar o transporte público. :: LEIA MAIS »

Cinto de segurança também é necessário no banco traseiro; entenda a importância

Nos casos de capotamento, por exemplo, os passageiros sem cinto no banco de trás podem ser arremessados para fora do veículo – o que pode ser fatal.

Foto: Ssean Dreilinger via Visualhunt.com CC BY-NC-SA

Foto: Ssean Dreilinger via Visualhunt.com CC BY-NC-SA

Para muita gente, o uso do cinto de segurança no banco traseiro é algo desnecessário. Tanto que grande parte das pessoas simplesmente não tem o hábito de usar esse equipamento de segurança – que é de extrema importância. Em alguns táxis, por exemplo, você nota que os cintos traseiros permanecem escondidos embaixo dos bancos – o passageiro nem tem a opção de utilizá-lo, e isso comprova que nesses carros o dispositivo é completamente ignorado.

Esse descaso todo tem uma explicação: uma sensação de (falsa) segurança por parte de quem está no banco de trás. Essa pessoa considera que, no caso de uma colisão, o banco da frente servirá de apoio e amortecerá o impacto. Nada mais longe da verdade: nos casos de capotamento, por exemplo, os passageiros sem cinto no banco de trás podem ser arremessados para fora do veículo – o que pode ser fatal.

Peso multiplicado pelo impacto

A verdade que muitos custam a reconhecer é que o uso do cinto no banco de trás é tão importante quanto a utilização na frente. É esse uso que garantirá que o passageiro, na eventualidade de uma batida de trânsito, ficará preso ao banco, sem se chocar contra as partes rígidas do interior do veículo, como colunas, volante, painel e até mesmo o para-brisa.

Além disso, é um fator de diminuição de risco também para os passageiros da frente, que não serão atingidos pelos corpos dos de trás – um peso maior do que se costuma imaginar.

Isso porque, numa batida, o peso de corpos e objetos projetados dentro do veículo se multiplica, aumentando muito o risco de uma fatalidade. Numa colisão a 50 km/h, por exemplo, um adolescente de 50 kg sem cinto no banco traseiro pode ser arremessado contra os passageiros da frente com um peso aproximado de 1,25 tonelada. Seria como se um filhote de elefante te esmagasse dentro do veículo.

Crianças

Meninos e meninas soltos dentro do carro também representam um enorme risco. Crianças devem ser transportadas usando equipamentos de retenção de acordo com a idade e o peso de cada uma – e sempre no banco de trás. Esses equipamentos devem contar com o cinto de três pontos para a sua correta fixação. Para cadeirinhas e assentos infantis, também há dispositivos, como o Isofix, que eliminam a necessidade de utilização do cinto de segurança.

Para crianças maiores de 10 anos, o cinto poderá ser utilizado diretamente, sem os equipamentos específicos de retenção. Mas preste atenção se eles não estão próximos demais do pescoço da criança.

Multa grave

O condutor que não estiver fazendo uso do cinto de segurança no banco dianteiro ou transportando passageiros sem cinto pode ser autuado com uma multa grave no valor de R$ 197,23, além de ganhar 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação. É o que diz o Artigo 167 do Código de Trânsito Brasileiro.

Ou seja, andar sem cinto, além de colocar sua vida em risco, ainda é um perigo para o seu bolso. Fonte: Garagem 360.

“Meu carro, minha vida”

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

O programa Minha casa, minha vida é um programa do Governo Federal criado em ano de 2009 com o intuito de proporcionar financiamento habitacional a famílias de baixa renda. Desde sua criação, milhares de famílias tiveram a oportunidade de realizar o sonho de adquirirem a casa própria. Esse fato denota uma melhoria das condições de vida de grande parte da população, considerando o significado que uma casa tem: um lugar de proteção, de privacidade, de conforto, de aconchego, etc.

No entanto, como demonstra a psicóloga Neuza Corassa, para maior parte das pessoas há não apenas uma identificação com seus carros, mas elas acabam “trazendo” suas próprias casas para dentro de seus carros. Com a correria da vida moderna bem como os engarrafamentos diários, como alternativa para otimizar, precisamos transformar o carro em extensões da nossa casa.

E, assim como os diferentes cômodos da casa tem suas diferentes funções, diversas são as funções que atribuímos aos nossos veículos: a função de sala de estar, como quando as optamos por sair num único carro para conversar; copa/cozinha, quando fazemos refeições no carro; escritório, quando, com o carro parado, damos retorno às ligações e manuseamos documentos; quarto, utilizado para um cochilo no intervalo do trabalho; sala de som, os cds preferidos são levados para o carro; despensa, ao transportar as compras ou estocar algo no carro; banheiro, retocar a maquiagem, trocar fraldas do bebê ou mesmo barbear-se. :: LEIA MAIS »

Dirija na neblina com segurança: dicas e cuidados

Faroletes acionados e atenção com velocidade e distância dos outros veículos; pedestres também devem estar atentos.

Imagem: Arquivo

Imagem: Arquivo

As baixas temperaturas deste inverno vem acompanhadas de neblina, névoa e com sensação térmica de 7 graus em Vitória da Conquista. Nos próximos dias, as condições adversas do tempo devem continuar e o Blog destaca algumas dicas para segurança no trânsito:

Ao conduzir o carro e a névoa der o menor sinal, é preciso ligar pelo menos as luzes de posição, conhecidos faroletes, lembrando que para as motocicletas é obrigatório circular com o farol baixo acionado o tempo tempo. Sob chuva, mesmo uma neblina, utilize os faróis baixos do carro. Nas condições adversas de tempo não se utiliza o farol alto, além do cuidado com a diminuição da visibilidade causada por vidros embaçados.

Pista escorregadia exige atenção para velocidade e distância (Foto: Cléciu's Prado)

Pista escorregadia exige atenção para velocidade e distância (Foto: Cléciu’s Prado)

Condutores em geral devem se atentar à pista molhada pois, para a frenagem sempre haverá necessidade de mais espaço, é importante manter boa distância do veículo que segue à frente, e isso sempre é uma dificuldade pois com muitos veículos na via, eles tendem a transitar muito perto. Velocidade sempre moderada e atenção redobrada com os pedestres, já que  incomodados com a chuva, eles podem fazer travessias improvisadas e perigosas.

Motociclistas também encontram dificuldades com o tempo chuvoso. É preciso pilotar equipado com botas, luvas, calça e blusa impermeáveis.

Pedestres devem se manter atentos nas travessias, para não serem prejudicados por sua própria ansiedade ao atravessar, esperando sempre pelo melhor momento, apesar do incômodo da água.

Seja gentil ao avistar pedestres, conduzindo com velocidade compatível para não lançar lama sobre as pessoas, o que além de infração de trânsito é uma tremenda falta de educação.

Cresce número de pessoas que utiliza bicicleta para deslocamentos diários

Economia e qualidade de vida estão entre os anseios de quem opta pelo veículo.

Waldeir trocou o carro pela bicicleta há 5 anos e emagreceu 40 quilos

Waldeir trocou o carro pela bicicleta há 5 anos e emagreceu 40 quilos

Escolher a bicicleta como meio de transporte diário não é mais uma novidade. De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), o número de ciclistas que utiliza diariamente uma das duas vias calmas da cidade dobrou em três anos, passando de 528 para 1.226. Somente de 2015 para 2016.

Para o especialista em mobilidade sustentável e diretor da Green Mobility, Lincoln Paiva, o aumento do número de ciclistas nas cidades está diretamente relacionado à infraestrutura oferecida, o que inclui a implantação de vias compartilhadas e a promoção da segurança viária de maneira geral. “Primeiro é preciso fazer ciclovias; quando as pessoas se sentem mais seguras, elas começam a pedalar”, afirma. Com o intuito de mapear a estrutura cicloviária do país, o Mobilize Brasil concluiu que São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília são, hoje, as capitais com maior extensão de vias adequadas ao trânsito de bicicletas.

Motivado pelo desejo de emagrecer e incentivado pelas melhorias promovidas para os ciclistas em Curitiba(que ocupa a quinta colocação no ranking apresentado pelo Mobilize), Waldeir Santos decidiu, há cinco anos, desentocar a velha bicicleta. Desde então, é ela que substitui o carro nos deslocamentos diários e protagoniza, até mesmo, pequenas viagens. “Imediatamente veio a sensação de liberdade. Comecei a interagir com o meio onde vivia, cumprimentar as pessoas, ouvir os pássaros e conhecer os tipos de árvores”, comenta.

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