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:: ‘Comportamento’

Desrespeito: caminhão sobre ciclofaixa prejudica ciclista

Transitar pela pista dos ciclistas é infração gravíssima multiplicada três vezes (R$ 880, 41 + 7 pontos).

Fotos: Blog do Léo Santos

Fotos: Blog do Léo Santos

No flagrante do Blog do Léo Santos, cedido gentilmente ao Transitar, as imagens do desrespeito às normas do trânsito. Um caminhão invade a ciclofaixa da Avenida Paraná, na Zona Oeste de Vitória da Conquista, e impede a passagem do ciclista. O homem, após aguardar, perde a paciência e se expõe ao perigo de passar ao lado do caminhão, que com a “abertura” do semáforo poderia ir justamente para o lado da bicicleta. Felizmente nada de grave aconteceu.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, as ciclofaixas e ciclovias são exclusivas para ciclistas. Veículos automotores são proibidos de circular, parar ou estacionar sendo permitido apenas manobras de conversão depois de dar preferência ao cilistas que estejam circulando na pista ciclável.

Circular pela ciclovia, exceto as manobras de conversão, é infração gravíssima multiplicada três vezes (R$ 880, 41 + 7 pontos). Já estacionar na pista dos ciclistas é infração grave (R$ 195, 23 + 5 pontos).

Criança na cadeirinha sai ilesa de acidente que deixou homem ferido

Carro colidiu contra ônibus e cadeirinha diminuiu consequências do impacto.

Fotos: Francisco Carlos Brito

Fotos: Francisco Carlos Brito

Carro e ônibus se colidiram no final da manhã deste sábado (14), no cruzamento das Avenidas Guanambi e Rio Grande do Sul, no Patagônia, Zona Oeste de Vitória da Conquista.

Apesar da violência do acidente, uma criança que estava no automóvel saiu ilesa. Já o condutor precisou de atendimento do Samu 192. A criança, de idade não divulgada pela Polícia Militar, estava sendo transportada corretamente na cadeirinha e o equipamento diminuiu as consequências da colisão.

Agentes de trânsito do Simtrans deram suporte à ocorrência, que foi registrada pela PM.

Agenda Positiva – Som Alto

OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Dirigir um veículo ouvindo música é um ato saudável e até mesmo aconselhável por especialistas, já que colabora para que o sistema sensorial fique ativado e, desse modo, o sono, por exemplo, seja afastado.

Mas tudo isso com uma condição: a de que o som esteja no volume adequado e não alto demais. Som alto pode ter exatamente o efeito contrário e, em vez de acalmar, pode estressar mais o motorista fazendo com que ele dirija mais rápido.

Existem outros porquês em relação aos prejuízos do som alto quando se está ao volante. Um deles é o desconforto que pode gerar às outras pessoas no interior do veículo. Há também o fato de impedir que falhas e sons estranhos do veículo sejam ouvidos. E ainda mais: pode resultar em multa de R$ 195.

Além de motivações ligadas ao conforto dos passageiros, à mecânica do veículo e às finanças, existem questões de segurança que podem ser prejudicadas pelo som alto no interior do veículo. O maior perigo é a distração, capaz de colocar em risco tanto o condutor quanto outras pessoas.

O som alto afeta um dos princípios mais importantes da direção defensiva: a atenção. Ele pode contribuir também para que o condutor não ouça buzinas de advertência de outros veículos; sirenes de viaturas policiais, de salvamento, de resgate ou de bombeiros e, ainda, eventual apito de autoridade de trânsito.

Portanto, prefira ouvir música em volume moderado, jamais muito alta.

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Perder horas de sono pode aumentar o risco de acidentes

Sono diminui a capacidade de dirigir e pilotar. As pessoas acreditam que podem controlar o sono, mas sem perceber elas podem tirar um cochilo fatal, afirma especialista.

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

Dormir bem é fundamental para a saúde. E estar descansado no trânsito, faz mais diferença do que muitos imaginam. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela AAA Foundation for Traffic Safety, uma fundação norte-americana para a segurança no trânsito. De acordo com o estudo, perder entre uma e duas horas diárias de sono, diante das sete horas recomendadas, praticamente dobra o risco de acidente.

“O sono diminui muito a capacidade de dirigir e pilotar. Muitas pessoas acreditam que podem controlar o sono, mas sem perceber elas podem tirar um cochilo fatal”, explica o especialista em trânsito Celso Alves Mariano.

O estudo revelou, ainda, que os motoristas que perdem de 2 a 3 horas de sono em um período de 24 horas mais do que quadruplicaram o risco de acidente em relação aos condutores que cumprem as sete horas de sono recomendadas. Na prática, é o mesmo risco apurado pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) para quem ingere álcool acima do limite legal.

A pesquisa foi realizada com 7.234 condutores envolvidos em 4.571 acidentes no total. Veja a conclusão abaixo:

  1. Seis a sete horas de sono: 1,3 vezes risco de acidente

  2. Cinco a seis horas de sono: 1,9 vezes risco de acidente

  3. Quatro a cinco horas de sono: 4,3 vezes risco de acidente

  4. Menos de quatro horas de sono: 11,5 vezes risco de acidente

Sinais de sonolência

O corpo avisa quando é hora de parar e descansar. Segundo o especialista, quando a cabeça começa a pesar, a pessoa não para de bocejar, a visão perde o foco e os pensamentos começam a ficar vagos e desconexos, é sinal de perigo. “Dirigir nessas condições é extremamente arriscado, se estiver assim, o condutor deve parar num local seguro e descansar”, afirma Mariano.

Seta: o equipamento que é menosprezado por grande parte dos condutores

Em Belo Horizonte, por exemplo, uma pesquisa constatou que 50% dos condutores não utilizam as setas para indicar a mudança de direção.

Portal do Trânsito

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

O Código de Trânsito Brasileiro determina que antes de qualquer manobra o condutor deve verificar as condições do trânsito à sua volta- certificando-se de não criar perigo para os demais usuários- posicionar-se corretamente na via e sinalizar suas intenções com antecedência.

O problema é que muitos condutores esquecem essa última parte e deixam de utilizar a luz indicadora de direção, o famoso pisca-pisca. “Além de sinalizar, é preciso fazer isso com antecedência. Essa é a única maneira que temos de nos comunicarmos com os demais condutores”, alerta Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

E o problema não acontece só no Brasil, um estudo norte-americano realizado pela Sociedade de Engenheiros Automotivos, mostra que 48% dos condutores não utilizam as setas indicadoras de mudança de direção quando vão mudar de faixa.

Não há um estudo no Brasil que levante o número de acidentes causados por falta de comunicação no trânsito, mas existem indicadores regionais. Em Belo Horizonte, por exemplo, uma pesquisa constatou que 50% dos condutores não utilizam as setas para indicar a mudança de direção. Já no Paraná comprovou-se que 30% dos acidentes seriam evitados se houvesse a correta utilização do pisca-pisca.

“O uso do pisca- pisca não é uma tarefa difícil e é extremamente eficaz, mas depende diretamente da boa vontade do condutor. O problema é que a não utilização é uma infração pouco fiscalizada”, diz Mariano.

Nós do Trânsito

Por que os condutores não utilizam? Falta de educação e cidadania? Preguiça? Má formação? Esse foi o tema discutido no 19º programa da série “Nós do Trânsito”, apresentado por Celso Mariano e Rodrigo Santos. “Gentileza gera gentileza, nesse caso, é mais do que uma frase de efeito, essa atitude realmente funciona e traz mais segurança ao trânsito”, finaliza Mariano.

* O Programa “Nós do Trânsito” volta em janeiro com conteúdos inéditos.

BLOQUEIO da IGNIÇÃO para o condutor que consome “bebidas alcoólicas”. (qual sua avaliação?)…

Por ACésarVeiga*

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

É denominado no inglês de “alcohol ignition interlocks” o dispositivo instalado no painel do veículo para “evitar” que o condutor ao ingerir ETANOL – substância presente em diversas proporções nas bebidas alcoólicas-, venha dirigir.

Sim, existente em vários modelos o equipamento mede através do sopro do motorista – precisamente no ar alveolar expirado pelos pulmões -, a “provável” concentração de etanol/álcool presente no organismo…

…e isto possibilitará ou não o “acionar” do motor.

OBS: reforcei as limitações desta metodologia de medida do etanol no organismo – o populacho “bafômetro”-, em outros textos. Na prática o aparelho nada mais é que um “etilômetro” fixado ao painel.

(persisto considerando que seja tecnicamente um recurso de prevenção com “reprodutibilidade do resultado” de certa forma acanhada e eticamente impróprio).

Mas, devido ao fator imaturidade da sociedade e/ou a sua triste omissão, o “silêncio” para uma nova discussão sobre o “equipamento” talvez seja o mais sensato, pois anteriormente quando proposta foi acompanhada inicialmente com imenso fervor ideológico, mas no “prosseguir” conquistou não mais que resultados descabidamente negativos.

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Estatísticas mostram queda de acidentes em vias que tiveram redução de velocidade

Muitos não acreditaram, foram contra a implementação e reclamam até hoje, mas os resultados são surpreendentes nas cidades que optaram pela medida.

Foto: Luiz Costa/ SMCS

Foto: Luiz Costa/ SMCS

Muitos não acreditaram, foram contra a implementação e reclamam até hoje, mas os resultados em várias cidades que tiveram o limite de velocidade reduzido em determinadas vias é surpreendente. “A redução e o controle de velocidade são as ferramentas ideais para reduzir congestionamentos, acidentes e ainda poluir menos”, afirma Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

A cidade de São Paulo é um caso emblemático. Apesar de toda crítica pela decisão, depois de um ano de velocidade reduzida nas Marginais Pinheiros e Tietê, o número de acidentes com vítimas (mortas ou feridas) caiu 37,5% nas vias, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Em Curitiba, onde essa medida também foi implantada, a região da chamada Área Calma, com limite de 40 km/h, seguiu a mesma tendência e teve uma queda de 32,54% no total de atendimentos de acidentes no local e de 24,21% no total dos registros de acidentes do que nos 11 meses anteriores à implantação do projeto, segundo dados do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) para o projeto Vida no Trânsito.

Não é só no Brasil que há exemplos bem sucedidos, também é o caso de Londres, cidade que, segundo estudos, conseguiu reduzir em 40% o número de mortos e feridos graves em acidentes de trânsito. A conquista se deve à implementação do limite de 32 km/h em ruas e avenidas estratégicas da capital inglesa, que começou a ser implantado nos primeiros anos do mandato do ex-prefeito Boris Johnson.

Organização Mundial de Saúde

Essa medida não é um fato isolado. Existem vários estudos internacionais que comprovam a eficácia da redução dos limites de velocidade. Segundo relatório pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), medidas de prevenção como adotar limites máximos de velocidade em vias urbanas inferiores ou iguais a 50 quilômetros por hora, entre outras, são essenciais para reverter o crescente número de mortes por lesões causadas no trânsito.

Nós do Trânsito

No terceiro programa da série “Nós do trânsito”, o Doutor em História Rodrigo Santos e o Especialista Celso Mariano analisaram a redução de limite de velocidade das vias de grandes cidades e promoveram um grande debate em torno do assunto.

“Nós como cidadãos não devemos apenas acatar uma regra, mas sim questioná-la e entendê-la. Nosso objetivo, nesse programa, foi explicar os motivos técnicos que levam os gestores a implementar essa medida e como ela funciona”, explica Mariano.

Se você perdeu, veja agora:

Fonte: Portal do Trânsito.

Avançou sinal vermelho: carro capota em coisão e deixa homem ferido

Aproximação dos cruzamentos, mesmo com semáforos, deve ser sempre segura.

Imagem: Redes Sociais

Imagem: Redes Sociais

Uma violenta colisão foi registrada por volta das 07h de hoje, quarta-feira (14), em Vitória da Conquista. O incidente envolveu duas Pickups, Strada e Oroch, e um dos condutores foi conduzido ao hospital pelo Samu 192.

De acordo os relatos, um dos veículos teria avançado o sinal vermelho do semáforo no cruzamento das Avenidas Otávio Santos e Vivaldo Mendes. Com a força do impacto, a pick up Oroch chegou a capotar.

A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar, que não divulgou a identidade e estado da vítima, com suporte dos agentes de trânsito do Simtrans.

Viagens de moto exigem cuidados e precauções

Equipamentos de segurança adequados, revisão antes da partida, entre outros, são posturas importantes quando se viaja de moto.

Imagem Ilustrativa

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Os cuidados na estrada para os que viajam de carro, van, ou mesmo para os que vão de ônibus, jamais devem ser negligenciados, em benefício da segurança de todos. Quando a viagem será feita de motocicleta devem, porém, ser redobrados por conta das características do veículo.

A visita à concessionária ou à oficina de confiança do proprietário é indispensável.  As condições dos pneus têm de ser verificadas e a cada 500 quilômetros a correia deve ser bem lubrificada, evitando desgaste elevado. Verifique também os níveis de óleo e de líquido de arrefecimento.

Nunca deixe o tanque ficar quase vazio; abasteça quando ainda tiver com mais de ¼ de tanque. Isso permite que você escolha o posto e não fique na estrada. É aconselhável abastecer apenas em postos de bandeiras conhecidas, porque um combustível ruim pode acabar com a sua viagem. Se precisar fazer alguma parada, procure fazê-la sempre em lugar movimentado; evite paradas em acostamento.

É aconselhável também levar na bagagem todas as lâmpadas e fusíveis da moto, pois qualquer lâmpada ou fusível queimado é motivo para uma série de desagrados como, multas, acidentes, etc. Isso porque, conforme o lugar em que você estiver, pode não encontrar a peça original. Um tubo de reparador instantâneo de pneus pode ajudar muito, já que ele enche até quatro vezes o pneu furado e permite que você chegue até um Posto de combustível ou outro local movimentado. Também não esqueça de levar graxa para correia e um filtro de óleo, principalmente se a moto for importada.

Na estrada, respeite o limite de velocidade e mantenha boa distância de quem vem atrás  e de quem vai à frente. Desse modo, além de preservar a segurança, você viajará menos tenso, o que faz muita diferença no final do dia. Esteja atento também para a eventual presença de animais na pista.

Se precisar ultrapassar veículos, não encoste muito nos que estiverem à sua frente, pois se tiver um buraco no meio da pista o carro desvia e poderá atingi-lo, causando, por exemplo, sua queda. Casos assim podem provocar outros danos, como cortar um pneu, entortar roda, etc. Nas paradas tanto na estrada quanto na cidade, mantenha a moto sempre a vista; não a abandone.

 Equipamentos de segurança

Calçados adequados para motociclismo são imprescindíveis, assim como  jaqueta e calça com proteções, luvas apropriadas (levar dois pares, pois com o suor das mãos elas ficam difíceis de vestir novamente), levar duas ou três balaclavas porque devido ao suor ela deve ser trocada a cada meio dia para evitar que o capacete fique com mau cheiro. Em relação ao capacete propriamente dito é bom verificar a validade das faixas refletivas e as presilhas.

Quando se vaja de motocicleta é sempre bom pesquisar as condições do tempo nos trechos por onde passará. E nunca se esqueça de ter na bagagem as roupas apropriadas para a chuva. Por falar em bagagem, nunca leve mochila nas costas, porque ela pode escorregar e desequilibrar nas curvas, causando um acidente. Prefira equipamentos adequados para bagagem específicos para motocicletas.

Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

Médico é preso após provocar acidente; bafômetro apontou embriaguez

Ao perceber que seria atingido pela caminhonete, que vinha ziguezagueando, caminhoneiro foi para o acostamento, mas não conseguiu evitar colisão. 

Imagem Ilustrativa

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O médico Juarez Feitosa, de 61 anos, saiu no “lucro” ao ser preso depois de provocar um acidente e estar sob efeito de bebida alcoólica. Por muito pouco, sua imprudência não resultou numa grande tragédia.

Juarez teria saído de Tremedal em direção a Planalto, em sua caminhonete, quando na BR 116, próximo ao Posto São Jorge, colidiu com uma carreta carregada com combustível.

Segundo testemunhas, os veículos seguiam em direções opostas. Mas, Juarez estaria ziguezagueando. Ao perceber que seria atingido pela caminhonete, o caminhoneiro foi para o acostamento, mas não conseguiu evitar o acidente.  A caminhonete atingiu um dos eixos traseiros da carreta.

Apesar da gravidade do acidente, ninguém ficou ferido.

A PRF esteve no local e percebeu que Juarez estava embriagado, fato confirmado ao ser realizado o teste com o etilômetro (bafômetro).

O médico foi apresentado no Disep e autuado em flagrante por conduzir veículo alcoolizado.

Fonte: Blitz Conquista.

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