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:: ‘Manutenção’

5 formas para você saber que seu carro está em boas mãos

Seu carro merece os melhores cuidados com os melhores profissionais. A Sua Oficina Online mostra práticas executadas nas oficinas ruins para que você fuja delas.

Imagem Ilustrativa

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Quando se precisa de serviços mecânicos, sempre surge aquele receio sobre uma possível “empurroterapia”. A falta de informação faz com que os clientes desconfiem dos profissionais responsáveis, temendo possíveis golpes. Para que este medo acabe, Sua Oficina Online*explica cinco truques bem comuns feitos pelos prestadores de serviço que você deve evitar.

 1. “O seu óleo está baixo”. Será?

É comum o mecânico ou frentista medirem o óleo quando o carro para na oficina ou posto e informar ao cliente: “o seu óleo está baixo”. Esta afirmação pode ser bastante questionável já que a medição com o motor quente deixa o líquido menos viscoso. Ele também pode estar percorrendo o motor ainda. A medição deve ser feita com o óleo frio para que ele esteja inteiro no reservatório. Recomendamos que a medição seja feita de 10 a 15 minutos após o desligamento do veículo. Lembrando que o excesso de óleo também é prejudicial e pode sujar as velas e as válvulas, além de danificar o catalisador.

O mesmo vale para o líquido de arrefecimento (água do radiador). Além de afetar o resultado da medição, fazê-la com o motor quente pode espirrar o fluido ou o vapor e acabar queimando quem estiver manuseando a peça. É preciso usar luvas grossas e óculos de proteção quando abrir o reservatório.

 2. A “empurroterapia” da cambagem

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Conquista: Viação Cidade Verde realiza higienização de abrigos

Em um intervalo de no máximo três meses, a empresa realiza limpeza em todos os abrigos contemplando não só a estrutura como também o entorno.

Imagem: Divulgação

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Já faz parte da rotina, mas vale sempre o registro. Desde que iniciou suas operações em Vitória da Conquista a Viação Cidade Verde tem se notabilizado pelo zelo com a mobília pública.

Um exemplo disso é o canteiro criado em frente à garagem da empresa na avenida Juracy Magalhães, que já ganhou bancos, plantas ornamentais e recebe a faxina constante de um colaborador da empresa. Outra ação que se repete periodicamente é a higienização dos abrigos. Em um intervalo de no máximo três meses, a empresa realiza uma limpeza em todos os abrigos contemplando não só a estrutura como também no entorno quando se faz necessário.

A direção da empresa lembra que além de ser importante para a manutenção, a limpeza é também uma ação que ajuda na segurança dos passageiros, já que ambientes com mato alto e que dificultem a visibilidade são facilitadores para bandidos. As informações são da Assessoria de Comunicação.

O Rito da passagem (de ônibus!)

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Queiroz (2006)1 explora muito bem em seu ensaio as simbologias que envolvem o automóvel no universo publicitário e nas relações sociais. Uma delas se refere à ideia do carro como representação de uma espécie de rito de passagem para a maioridade. É bem comum, em famílias mais abastadas, os pais presentearem seus filhos com carros assim que esses ingressam na faculdade ou atingem a maioridade. Segundo ele, a própria carteira de motorista habilita o jovem a uma nova condição de ampliada liberdade.

No entanto, como na grande parcela da população brasileira, o automóvel não assumiu tais significados na minha família. Só consegui tirar minha carteira de habilitação aos 20 anos, após muito trabalhar para juntar a quantia que, na época, representava diversos meses de trabalho. Ainda assim o carro teria que esperar mais alguns anos. Meu primeiro veículo foi uma motocicleta Honda CG Tittan, 150 cilindradas, ou como alguns adeptos aficionados do mundo motociclístico, devido à sua baixa potência, costumam afirmar: “Tittan não é moto!”. Mas, preconceitos à parte, aquela motocicleta durante quatro longos anos me serviu bastante bem.

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A bateria arriou? Saiba o que fazer

A bateria tem durabilidade média de três anos, mas problemas cotidianos podem abreviar esse tempo e ela pode arriar sem aviso prévio.

Imagem: Divulgação

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Uma luz acesa, falta de uso, cabo solto, sujeira, fim da vida útil… A bateria do seu automóvel tem durabilidade média de três anos, mas problemas cotidianos podem abreviar esse tempo. A bateria pode arriar sem aviso prévio. Veja dicas do que fazer quando isso acontecer e saiba como evitar.

Cuidado

A primeira dica é chamar um especialista para efetuar a recarga ou troca da bateria. Pode ser apenas um cabo solto. Caso a situação seja de emergência, você precisará do auxílio de outro veículo, cabo específico (para a famosa “chupeta” ou “jacaré”) e muito cuidado. Luvas de borracha também são importantes para evitar choques.

Positivo e negativo

Para recarregar a bateria do seu carro será preciso conectar os cabos positivo e negativo na bateria de outro veículo que precisa estar em funcionamento. As latarias dos carros não podem estar em contato. Tenha cuidado também no manuseio dos fios.

15 minutos

Antes de rodar com o carro normalmente, é importante deixar o carro com bateria arriada ligado por cerca de 15 minutos para que ela tenha carga suficiente caso necessite dar uma nova partida.

Zinabre

O zinabre (uma borra esverdeada na bateria) é sinal de uma substância formada a partir da oxidação, ou seja, o contato de ácidos que escapam da bateria com o oxigênio. O acúmulo impede o funcionamento correto. Por isso, é preciso limpá-lo constantemente (dissolva 200g de bicarbonato em 1 litro de água e passe vaselina nos polos da bateria). Ao fazer isso, carro e cabos devem estar desligados.

Segurança

Nunca tente recarregar a bateria com fios domésticos. Evite ainda que os fios negativo e positivo da bateria se toquem. Caso isso ocorra, a bateria pode ser danificada e, em casos mais graves, haverá princípio de incêndio.

5 minutos

Se o automóvel fica a maior parte do tempo parada na garagem, dedique pelo menos uns cinco minutos por semana para liga-lo e deixar a bateria com a carga em dia. Fonte: Car end Driver Brasil.

Viagens de moto exigem cuidados e precauções

Equipamentos de segurança adequados, revisão antes da partida, entre outros, são posturas importantes quando se viaja de moto.

Imagem Ilustrativa

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Os cuidados na estrada para os que viajam de carro, van, ou mesmo para os que vão de ônibus, jamais devem ser negligenciados, em benefício da segurança de todos. Quando a viagem será feita de motocicleta devem, porém, ser redobrados por conta das características do veículo.

A visita à concessionária ou à oficina de confiança do proprietário é indispensável.  As condições dos pneus têm de ser verificadas e a cada 500 quilômetros a correia deve ser bem lubrificada, evitando desgaste elevado. Verifique também os níveis de óleo e de líquido de arrefecimento.

Nunca deixe o tanque ficar quase vazio; abasteça quando ainda tiver com mais de ¼ de tanque. Isso permite que você escolha o posto e não fique na estrada. É aconselhável abastecer apenas em postos de bandeiras conhecidas, porque um combustível ruim pode acabar com a sua viagem. Se precisar fazer alguma parada, procure fazê-la sempre em lugar movimentado; evite paradas em acostamento.

É aconselhável também levar na bagagem todas as lâmpadas e fusíveis da moto, pois qualquer lâmpada ou fusível queimado é motivo para uma série de desagrados como, multas, acidentes, etc. Isso porque, conforme o lugar em que você estiver, pode não encontrar a peça original. Um tubo de reparador instantâneo de pneus pode ajudar muito, já que ele enche até quatro vezes o pneu furado e permite que você chegue até um Posto de combustível ou outro local movimentado. Também não esqueça de levar graxa para correia e um filtro de óleo, principalmente se a moto for importada.

Na estrada, respeite o limite de velocidade e mantenha boa distância de quem vem atrás  e de quem vai à frente. Desse modo, além de preservar a segurança, você viajará menos tenso, o que faz muita diferença no final do dia. Esteja atento também para a eventual presença de animais na pista.

Se precisar ultrapassar veículos, não encoste muito nos que estiverem à sua frente, pois se tiver um buraco no meio da pista o carro desvia e poderá atingi-lo, causando, por exemplo, sua queda. Casos assim podem provocar outros danos, como cortar um pneu, entortar roda, etc. Nas paradas tanto na estrada quanto na cidade, mantenha a moto sempre a vista; não a abandone.

 Equipamentos de segurança

Calçados adequados para motociclismo são imprescindíveis, assim como  jaqueta e calça com proteções, luvas apropriadas (levar dois pares, pois com o suor das mãos elas ficam difíceis de vestir novamente), levar duas ou três balaclavas porque devido ao suor ela deve ser trocada a cada meio dia para evitar que o capacete fique com mau cheiro. Em relação ao capacete propriamente dito é bom verificar a validade das faixas refletivas e as presilhas.

Quando se vaja de motocicleta é sempre bom pesquisar as condições do tempo nos trechos por onde passará. E nunca se esqueça de ter na bagagem as roupas apropriadas para a chuva. Por falar em bagagem, nunca leve mochila nas costas, porque ela pode escorregar e desequilibrar nas curvas, causando um acidente. Prefira equipamentos adequados para bagagem específicos para motocicletas.

Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

Falta de manutenção adequada pode levar automóvel ao descarte

Junto de colisões severas, o descuido com revisões preventivas encabeça a lista das causas que diminuem a vida útil do veículo.

Imagem: Renova

Apenas 5% do material que compõe um veículo não pode ser reciclado (Imagem: Renova)

Para que a funcionalidade do veículo seja plenamente usufruída de maneira segura e confortável, é essencial incorporar à rotina hábitos de manutenção. A preservação veicular é tão importante que, conforme o Detran/PR, automóveis sem revisão e manutenção adequadas têm três vezes mais chances de se envolver em acidentes. Quanto mais postergados os cuidados com o veículo, maiores as possibilidades de sua vida útil ser abreviada.

Embora segurança, eficiência e durabilidade sejam quesitos regulados na fabricação veicular por meio de testes e normas, a conduta do motorista é decisiva. “Se houver falha de algum componente durante a rodagem comum, isto é, ligar e sair dirigindo normalmente, em praticamente 100% dos casos é devido à falta de manutenção preventiva e adequada”, argumenta o engenheiro mecânico e consultor automotivo, Marcus Romaro, em entrevista ao site Perkons.. Por este olhar, ele deposita na falha humana e na circulação de veículos sem condições de rodar, a ocorrência da maior parte dos acidentes de trânsito.

O descarte é ditado tanto pela idade do automóvel quanto por sua condição estrutural (chassi/carroceria), que pode apresentar sinais de corrosão ou que sejam resultado de colisões de intensidade média e alta. “Isso pode afetar significativamente regiões estruturais como colunas ou travessas, e, no caso da corrosão, comprometer as características mecânicas do material”, associa o engenheiro.

Mas não são apenas eventos externos os responsáveis por comprometer o desempenho do veículo e levá-lo ao descarte. Entre os hábitos nocivos à vida útil do carro, Romaro destaca passar por buracos e valetas, dirigir com o pé apoiado no pedal da embreagem ou com a mão na alavanca do câmbio, e deixar de alinhar a direção e balancear as rodas – o que deve ser feito a cada 10 mil km. Além de desgastar direção,  suspensão e freios – cruciais para estabilidade e capacidade de manobra do carro -, posturas como essas aumentam o consumo de combustível. “A única peça que liga o carro ao chão é o pneu, ou seja, todo conforto, segurança, performance e estabilidade que pagamos ao comprar um veículo depende dele e, paradoxalmente, é comum economizarmos nisso. O que falta ao brasileiro é a maturidade da consciência dos riscos”, completa.

Descarte de veículos pode ser evitado por meio da reciclagem

Realidade para 95% dos carros nos Estados Unidos, a reciclagem de veículos ainda dá os primeiros passos no Brasil, tendo aderência de apenas 1,5% da frota, apesar dos benefícios que traz à sociedade e ao meio ambiente. A regulamentação deste tipo de serviço veio apenas em 2014, com a Lei nº 12.977 (“Lei do desmanche”). “Somente 5% do material que compõe um veículo não pode ser reciclado, mas pode ser descartado em aterros sanitários com destinação correta e certificada pelas exigências ambientais vigentes”, contrapõe Fabio Frasson, superintendente da Renova Ecopeças, que afirma que a estimativa é de que cerca de 50% dos veículos brasileiros que circulam atualmente precisam ser reciclados.

Conforme Frasson, se reciclado, evita-se possíveis contaminações de solo, mananciais e lençóis freáticos, resultantes do mau gerenciamento do descarte do veículo. “Apenas um carro reciclado significa deixar de emitir 3.700 Kg de CO2, o equivalente ao que sete árvores neutralizariam durante toda a sua vida”, avalia. Para possibilitar este reaproveitamento, três fases são essenciais: a descontaminação, a remoção e a classificação de peças. Na primeira, são retiradas as sobras de óleo, gás, fluído e combustível, resíduos encaminhados a empresas especializadas. Em um segundo momento, são removidos vidros, peças móveis de lataria, itens de segurança e de tapeçaria e componentes elétricos e mecânicos. E, por fim, são separadas as peças em perfeitas condições e aptas para reutilização imediata daquelas que necessitam de reparos para serem reutilizadas e das totalmente danificadas (ou diretamente relacionadas à segurança do automóvel). Esta última categoria ganha dois destinos: retorna ao fabricante – nos moldes do sistema de logística reversa -, ou é enviada à indústria de base para a produção de matéria prima.

Fonte: Perkons.

Farol baixo obrigatório gera dúvidas; técnico esclarece sobre manutenção

Nova lei busca aumentar segurança, contribuindo para a redução de acidentes frontais nas rodovias.

Imagem: Reprodução | TV Sudoeste

Imagem: Reprodução | TV Sudoeste

Trafegar nas rodovias federais e estaduais durante o dia só com faróis baixos acessos, o objetivo da nova determinação é reduzir o número de acidentes. Alguns motoristas estão preocupados com a vida útil dos faróis, que deve ficar menor e aumentar os custos de manutenção dos veículos, mas outros aprovam a medida e estão preocupados mesmo é com a segurança nas estradas.

Desde o dia 08 de julho é obrigatório o uso do farol baixo nas estradas durante o dia. Com menos de um mês da lei em vigor, o motorista Marivaldo Viana já vai sentir no bolso por utilizar todos os dias o farol acesso “como se vê o carro é novo, porém já tô tendo problema com as lâmpadas dos faróis queimando” reclama o profissional. Ele não é o único que não gostou da nova regulamentação, “os carros novos deveriam vir já preparados, assim que você ligar o carro já acionar os faróis. Agora carro velho como o meu aqui, que você tem que ligar o farol, a chave vai esquentar, os faróis vão esquentar, que são os faróis mais antigos” desabafa o representante comercial Raimundo Guena.

A preocupação de muitos motoristas não é com a multa (R$ 85,13) ou com os quatro pontos na carteira, mas é com o aumentos dos custos de manutenção, já que ao pegar a estrada, os veículos devem ficar com o farol ligado. A vida útil dos faróis é estimada em 800 horas e caso algum problema aconteça, a troca da lâmpada custa entre R$ 20 e R$ 120. Agora se sua preocupação é com a parte elétrica do carro, tenha calma, eles são preparados pra isso. “O carro, ele foi projetado para o extremo uso. Então a parte eletro/ eletrônica/ arquitetura, a bitola dos fios, fuzis, relês são preparos para usar o tempo topo” esclarece o técnico automotivo Vinícius Ferreira.

A nova lei busca aumentar a segurança nas estradas, contribuindo para a redução de acidentes frontais nas rodovias. A medida é vista com bons olhos por motoristas que notaram a diferença na hora de viajar. “O que eu tô percebendo é que você tem uma visão melhor” diz o motorista Rubens Gomes, que viaja a dois dias e considera a norma positiva. Fonte: TV Sudoeste.

VIABAHIA divulga boletim de obras nas BRs 324 e 116

Imagem: Divulgação

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A VIABAHIA por meio de nota, informar aos usuários sobre os trechos onde serão realizados obras e serviços nas rodovias BR-324 – rodovia Eng° Vasco Filho e BR-116 – rodovia Santos Dumont de hoje, segunda-feira (26), até o próximo domingo (01/11).

Obras na BR-324 – rodovia Eng° Vasco Filho:

1 – Instalação de barreira de concreto

Km 544 – implantação de barreira de concreto com necessidade de interdição de uma faixa em cada sentido da rodovia.

2 – Recuperação de pavimento e acostamento

Do Km 551 a 553 – recuperação do acostamento;

Do km 599 ao 603 – recuperação de pavimento (obras realizadas durante a noite, das 21h às 05h);

Obras na BR-116 – rodovia Santos Dumont:

1 – Recuperação de obras de arte (pontes e viadutos)

Km 428 – Recuperação de ponte sobre o rio Jacuípe, sem interdição de pista;

Km 431,760 m (após o posto Chapéu de Couro) – Recuperação do viaduto na “Estrada do Feijão” (BA-052), com utilização do sistema “Pare / Siga”. Não na BR-116, mas sim na BA-052;

Km 478,168 m sentido Sul (Santo Estevão) – Recuperação de ponte sobre o rio Paratigi, com interdição de uma faixa na rodovia duplicada.

2 – Instalação de passarelas

Km 459,500 m – Montagem de Estrutura metálica e Içamento (Previsto para a noite de quarta-feira para quinta-feira, dias 28/10 para 29/10);

Km 484,300 m – Montagem de Estrutura Metálica e Içamento (Previsto para a noite de quarta-feira para quinta-feira, dias 28/10 para 29/10).

3 – Recuperação e proteção de taludes

Km 427,800 m (Antes da ponte sobre rio Jacuípe) – Estabilização do talude com rede guarda-pedra. Desvio de pista dupla transformando o trecho em pista simples;

Km 472 – Proteção de taludes do canteiro central, com interdição de uma faixa no trecho duplicado.

Durante a realização dos serviços, pode haver a interdição de uma faixa da rodovia. Para orientar os motoristas que trafegam pela rodovia, o departamento de obras e engenharia da VIABAHIA implantou placas de sinalização ao longo das rodovias, informando sobre o trecho em obra. Na BR-116 – rodovia Santos Dumont ocorre o sistema “Pare / Siga”, no qual um sentido da rodovia é interditado para realização dos trabalhos.

A concessionária atende a chamados através dos telefones 0800-6000-324 para a BR-324 – rodovia Eng° Vasco Filho e 0800-6000-116 para a BR-116 – rodovia Santos Dumont.

VIABAHIA divulga trechos em obras para esta semana nas BRs 324 e 116

Imagem: Reprodução

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A VIABAHIA informa aos usuários sobre os trechos onde serão realizados obras e serviços das rodovias BR-324 – rodovia Eng° Vasco Filho e BR-116 – rodovia Santos Dumont de segunda-feira (17) até o dia 23/08 (domingo).

Obras na BR-324 – rodovia Eng° Vasco Filho:

1 – Recuperação de pavimento e acostamento

Km 555 (região de Santo Amaro, sentido Feira de Santana) – reestruturação do acostamento.

Do km 583 ao 584,800 m – recuperação de pavimento;

Do km 602 ao 602,600 m – recuperação de pavimento durante a noite, das 21h às 5h;

Do km 604,500 m ao 605 – recuperação de pavimento durante a noite, das 21h às 5h;

Do km 620 ao 620,400 m – recuperação de pavimento durante a noite, das 21h às 5h.

Obras no Anel de Contorno Sul de Feira de Santana:

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VIABAHIA divulga trechos em obras para esta semana nas BRs 324 e 116

Imagem: Reprodução

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A VIABAHIA informar aos usuários sobre os trechos onde serão realizados obras e serviços das rodovias BR-324 – rodovia Eng° Vasco Filho e BR-116 – rodovia Santos Dumont desta segunda (10) até o próximo domingo (16).

Obras na BR-324 – rodovia Eng° Vasco Filho:

          1 – Recuperação de passarelas para pedestres

Nos quilômetros 535 e 543 (região de Amélia Rodrigues, nos dois sentidos da rodovia).

          2 – Instalação de bueiros

Nos quilômetros 612 e 613, com interdições temporárias do acostamento e/ou faixas de rolamento, alternadamente);

          3 – Recuperação de obras de arte (pontes e viadutos)

No quilômetro 549 (região de Amélia Rodrigues, sentido Feira de Santana) – recuperação de ponte.

          4 – Recuperação de pavimento e acostamento

Km 555,800 m (região de Santo Amaro, sentido Feira de Santana) – reestruturação do pavimento.

Obras não Anel de Contorno Sul de Feira de Santana:

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