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Maio Amarelo: #MinhaEscolhaFazADiferença

Celular ao volante, beber e dirigir, não usar cinto, entre outras, são escolhas no trânsito e, no geral, podem ser a causa de acidentes com graves consequências.

Divulgação

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“Minha Escolha Faz a Diferença”. Com este tema o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária lança uma série de peças publicitárias para o Movimento Maio Amarelo 2017, mobilização voltada para a conscientização da sociedade sobre a importância da direção segura (a Melhor Escolha) e para ilustrar ações concretas que contribuam para mudar o trágico cenário dos acidentes de trânsito no Brasil (onde mais de 43 mil pessoas por ano perdem a vida) e do mundo.

As peças, vídeos, posts, poderão ser utilizadas gratuitamente pela sociedade, entidades privadas e órgãos públicos, interessados em divulgar a causa do trânsito seguro e humano, que é a proposta central do Movimento.

Em janeiro de 2017, o tema “MINHA ESCOLHA FAZ A DIFERENÇA” foi definido pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), na Resolução 654, para estampar todas as campanhas educativas de trânsito no país ao longo do ano, inclusive o Maio Amarelo. A campanha do OBSERVATÓRIO para o Movimento Maio Amarelo deste ano foi criada pela agência F&Q Brasil e é um alerta para que todos escolham as melhores posturas no trânsito. É um estímulo para que condutores de qualquer tipo de veículo (caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas e bicicletas), inclusive pedestres, optem pela conduta apropriada . O tema tem o objetivo de ressaltar que os acidentes são resultado de escolhas erradas que fazemos.

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OBSERVATÓRIO lança Desafio de Publicidade do Movimento Maio Amarelo

Participação é aberta a todas as pessoas interessadas, desde que sejam cumpridas as regras do regulamento.

Imagem: Divulgação

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O OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária em parceria com a Publicitários Criativos lança nesta terça-feira, dia 14 de março, o “Desafio de Publicidade Maio Amarelo Minha Escolha Faz a Diferença No Trânsito”, voltado à conscientização da sociedade em relação à segurança no trânsito e a redução do número de mortos e de feridos graves em acidentes de trânsito nas vias e rodovias do país e do mundo.

A participação no Desafio é aberta a qualquer pessoa interessada, desde que os critérios que constam no regulamento (ver abaixo) sejam cumpridos. O participante deverá elaborar e enviar de 1 a 4 peças publicitárias relacionadas ao tema. Apenas funcionários ou pessoas vinculadas ao OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária têm a participação impedida.

O material apresentado deverá ser produzido individualmente, uma vez que o vencedor receberá uma assinatura grátis do PUFLIX, portal de treinamento para publicitários e criativos, para fazer todo e qualquer curso disponibilizado durante o período de um ano. Todos os cursos do PUFLIX disponíveis nesse período estarão à disposição do vencedor. Atualmente o PUBLIX tem disponíveis os seguintes temas: Web Design, Mobile Apps, Programação, Design Gráfico e Edição de Vídeo.

O prazo para envio das peças começa nesta terça-feira, 14 de março, e vai até o dia 24 de abril. Após esta data, o material recebido será avaliado e julgado, e a campanha vencedora será conhecida no dia 1º de maio de 2017, com divulgação no site do OBSERVATÓRIO (www.onsv.org.br), no do Movimento Maio Amarelo (www.maioamarelo.com) e também nas redes sociais do OBSERVATÓRIO (Facebook, Instagram, Twitter e Newsletter) e do Maio Amarelo. O vencedor do Desafio receberá uma condecoração no evento de encerramento do Movimento Maio Amarelo, previsto para ser realizado no dia 29 de junho, no Teatro Vivo, no Morumbi, São Paulo.

Para participar leia o Regulamento e se inscreva clicando aqui!

Agenda Positiva – Pessoas Vulneráveis

OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária

Imagem: Reprodução

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O trânsito é um espaço democrático no qual compartilhamos as vias. Por isso, nosso grau de responsabilidade em relação à integridade de outras pessoas deve ser sempre ressaltado. Nosso compromisso com o bem-estar de outros envolve, em especial, as pessoas vulneráveis, ou seja, idosos, crianças, portadores de deficiência e pessoas com mobilidade reduzida.

Devemos não esquecer nunca que em algum momento do dia somos pedestres. E que, se não temos dificuldade para nos locomover, há quem tenha. Também por isso, a gentileza, o respeito, a paciência, são fundamentais.

O direito de ir e vir é assegurado na Constituição a todos e não apenas às pessoas sem problemas de mobilidade e que estão dentro de um veículo. Apesar disso, o segmento dos vulneráveis, acaba sendo muitas vezes negligenciado em nome da pressa, do compromisso urgente, do horário a cumprir de quem está conduzindo um veículo, ou mesmo parando em algum estabelecimento comercial e estacionando em vagas reservadas a idosos ou a portadores de deficiência, por exemplo.

Devemos, quando estamos no trânsito, dedicar o máximo respeito a esse segmento. É preciso respeitar esses usuários das vias e compreender suas limitações de mobilidade. O respeito se dá, por exemplo, não estacionando em vagas preferenciais e exercendo a paciência com os vulneráveis,  não ameaçando ou buzinando agressivamente para nenhum usuário, especialmente se este possuir alguma necessidade especial.

Se estiver ao volante, ofereça sempre passagem e aguarde que eles terminem a travessia com calma. Lembre-se que, com a idade, as pessoas perdem parcela da capacidade auditiva e, além disso, se movimentam com mais lentidão. No caso de crianças, elas, especialmente no período de férias escolares elas costumar andar de bicicleta, de skate. Portanto, esteja atento, mas não buzine com agressividade.

Baixe gratuitamente as peças publicitárias clicando AQUI.

Agenda Positiva – Postura ao Dirigir

É importante saber que quando se dirige um veículo, a postura correta é importante para garantir a segurança.

Imagem: Divulgação

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Manter a melhor postura em todas as atividades que se exerce, todos sabem, é fundamental para a saúde. Mas é importante saber também que, quando se dirige um veículo, a postura correta é igualmente importante para garantir a segurança, já que permite ao condutor uma reação mais rápida em qualquer imprevisto e, ainda, a manter o controle do veículo.

Para evitar os incômodos das dores na coluna, em especial aos que passam longas horas ao volante, e também para a segurança, é indispensável aos condutores que alguns conselhos sejam seguidos.

O primeiro deles é: sente-se em posição confortável, com as pernas ligeiramente flexionadas e a coluna totalmente em contato com o encosto. Lembre-se: a perna esquerda esticada deve acionar até o final o pedal da embreagem. Para dirigir na postura correta, fique atento à altura do volante, já que as pernas não podem ficar muito próximas a ele. É importante que o volante seja regulado numa posição que permita ao condutor enxergar todo o painel do veículo.

Assim como as pernas, o posicionamento e movimentação correta dos braços e das mãos contribuem para uma boa postura ao dirigir. Desse modo, o cotovelo deve ficar levemente flexionado quando o condutor segura o volante. E para a melhor posição das mãos, imagine um ponteiro de relógio no volante e posicione-as como se fosse 10h10.

Para a proteção do pescoço, o encosto de cabeça é indispensável, já que evita uma movimentação exagerada tanto do pescoço quanto da cabeça na eventualidade de uma colisão traseira e, consequentemente, lesões na coluna cervical. Aconselha-se que a altura do encosto esteja regulada no centro posterior da cabeça ou até 3 centímetros acima.

A regulagem dos espelhos retrovisores influencia também a boa postura dos condutores. O retrovisor interno deve estar bem centralizado e visualizar todo ambiente da parte de trás do carro. O ajuste deve ocorrer somente após a regulagem do banco do motorista e ele deve estar acertado de modo que não haja necessidade de mover a cabeça para enxergá-lo, apenas de desviar o olhar.

Clique AQUI e faça o download gratuito das peças publicitárias.

Assista ao vídeo: 

Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

Brasil gasta mais de R$ 50 bilhões por ano com acidentes de trânsito, alerta OBSERVATÓRIO

Números apresentados para sensibilizar sociedade e gestores marcam o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito.

Imagem: Divulgação

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Em tempos de recessão, com recursos cada vez mais escassos, sobretudo no setor público, imagine se o Brasil pudesse construir 28 mil escolas de Educação Básica, a um custo de R$ 2 milhões cada unidade? Cada estado poderia comemorar mais de 1037 escolas para os cidadãos. E se o Governo Federal, em reposta a crise crônica no sistema de saúde, pudesse anunciar recursos par a construção de 1800 novos hospitais para o país, custando R$ 30 milhões cada – o que daria mais de 66 hospitais por estado computando-se os 26 estados e o Distrito Federal? Tudo isso poderia ser realidade se a violência no trânsito não “sequestrasse” todo ano esses recursos para pagar os custos das mortes e tratamentos das vítimas e sequelados nas vias.

E essa conta alta não para aí. O Brasil perdeu com a violência no trânsito em 2014 (último ano com os dados consolidados de mortes no trânsito pelo SUS), 56 bilhões de reais, o correspondente a todo o repasse de recursos do Governo Federal para a região Norte (sete estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), mais estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Se considerarmos os últimos 5 anos de dados disponíveis, esse montante chegaria a quase 250 bilhões de reais, o equivalente a: 125 mil escolas, ou mais de 8 mil hospitais.

Os números de mortes por acidente de trânsito no país são preocupantes e nos levam a crer que o país dificilmente atingirá a meta de redução do número de mortes estabelecida no contexto da Década Mundial de Ações para a Segurança Viária. O gráfico a seguir mostra a evolução no número de mortes no país de acordo com os dados oficiais do Ministério da Saúde.

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O que poderia ser feito com o dinheiro arrecadado pelo ‘trânsito’ no Brasil?

Segundo estimativa conservadora e simplificada o trânsito movimenta no mínimo cerca de R$ 2,1 trilhões anualmente, diz especialista.

Imagem Ilustrativa

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Todos os dias milhões de pessoas se deslocam para diversas atividades nas  cidades brasileiras. Proporcionar a elas a capacidade de “deslocar-se” é essencial para o acesso ao trabalho, estudo, saúde e lazer — e, sobretudo, direito previsto na Constituição.

Para que as viagens ocorram de modo eficiente, confortável e seguro, é necessária a interação de uma série de elementos (vias, veículos, fiscalização das regras, outros usuários etc), cada qual fazendo sua parte para que o direito de ir não seja acompanhado de um ônus a ele de certa forma inerente — os acidentes no trânsito e, consequentemente, pessoas feridas e mortas. O Brasil tem longo caminho a percorrer quando se trata de segurança viária — ainda temos perto de 44 mil mortes no trânsito anualmente (números oficiais mais recentes, de 2014) e as estatísticas apontam crescimento.

A garantia dos deslocamentos depende de uma série de produtos, recursos e serviços, cuja comercialização gera impostos; ou seja, uma imensa movimentação de dinheiro para os cofres públicos, de modo que o trânsito pode ser visto como enorme “gerador de receita” para municípios, Estados e federação. Segundo estimativa conservadora e simplificada do Observatório Nacional de Segurança Viária, o trânsito movimenta no mínimo cerca de R$ 2,1 trilhões anualmente.

Para chegar a esse montante foi coletada uma série de valores com base em fontes oficiais e feitas algumas estimativas, sempre conservadoras; ou seja: é provável que o valor preciso seja maior. A seguir, um exemplo de cálculo para a estimativa da arrecadação obtida com a venda de gasolina no país, com base em informações de vendas do combustível (fonte: ANP), preço médio do litro e parcela de imposto embutida no preço (base: Instituto Millenium).

Em 2014 foram comercializados no Brasil 44.364.246.808 litros de gasolina. Considerando o preço médio do litro em R$ 3,39, e o percentual de 56,09% de imposto embutido no preço, chega-se à arrecadação estimada de R$ 150.394.796.679,12.

Assim sendo, explicitamos a estimativa de arrecadação gerada com o trânsito: 71,6% provenientes dos combustíveis; 22,7% dos veículos novos; 3,9% do IPVA; 1% do licenciamento; 0,5% das revisões e manutenção; 0,2% dos pneus e lubrificantes e 0,1% de multas aplicadas aos motoristas, num total estimado de R$ 2,1 trilhões.

Para tornar este valor mais palpável, propõe-se um exercício: em termos de investimentos para melhoria dos transportes, o que poderia ser feito com R$ 2,1 trilhões? Utilizando valores médios de custo de construção por quilômetro, algumas alternativas de investimentos seriam:

  1. 21 mil km de metrô – como base de comparação, a rede de metrô de São Paulo possui apenas cerca de 80 km.

  2. 70 mil km de corredores exclusivos de BRT (Bus Rapid Transit). Como base de comparação, em todo o mundo existem cerca de 5 mil km de corredores BRT.

  3. 350 mil km de ferrovias. Como base de comparação, a malha ferroviária dos Estados Unidos, a maior do mundo, possui pouco mais de 200 mil km.

  4. 1.000.000 km de rodovia — cinco vezes a extensão de rodovias pavimentadas no Brasil.

  5. 14.000.000 km de hidrovias — muito mais do que a extensão de rios potencialmente navegáveis do Brasil (de aproximadamente 30 mil km). Leia o artigo do prof. Jorge Tiago Bastos, doutor em Engenharia de Transportes pela Universidade de São Paulo (USP) e Universit Hasselt (Bélgica), publicado pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária

Agenda Positiva – Ponto Cego

OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária

Imagem: Divulgação

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Vez por outra quando está dirigindo, mesmo com toda a atenção e tomando todo o cuidado, você se surpreende quando um veículo que não havia visto passa por seu veículo, e a pergunta é inevitável: de onde veio esse carro, (moto ou bicicleta)? Isso se deve ao ponto cego de seu veículo que está, também, presente em qualquer outro.

Simplificando, ponto cego são áreas em que o motorista fica sem a visibilidade em torno do veículo. São tão importantes quando se trata de evitar acidentes de trânsito que o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária – ONSV orientará sobre o tema em sua participação no 29 º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, que acontecerá de 10 a 20 de novembro, no Expo São Paulo, na Capital.

Algumas atitudes bastante simples, porém capazes de salvar vidas, podem minimizar essas áreas de risco. Uma delas é o ajuste dos retrovisores. Sente-se corretamente no banco com os pés alcançando os pedais e com os joelhos semiflexionados, com as costas eretas e com os punhos alcançando o volante e, então, ajuste o retrovisor interno de modo a que seja possível visualizar através dele a maior parte do vidro traseiro.

Depois disso, alinhe os retrovisores externos de maneira a que através dele consiga enxergar mais a via do que do próprio carro, e o ajuste até que seu próprio veículo saia de seu campo de visão.

Essas atitudes vão colaborar para a redução do ponto cego, mas, na maioria das vezes é impossível eliminá-lo completamente. Por isso, é importante sinalizar sempre que for mudar de faixa, por exemplo. Também sempre olhe mais de uma vez para certificar de que não haverá outro veículo, ou mesmo um pedestre.

No trânsito, os motociclistas devem redobrar a atenção para evitar acidentes cujas causas estão relacionadas aos pontos cegos. Ao trafegar na lateral de um veículo, o motociclista deve tentar enxergar a imagem do motorista no retrovisor. Este é o melhor indicador de que não está na área do ponto cego.

Se cada um fizer a sua parte, teremos um trânsito mais seguro.

Assista ao vídeo:

Agenda Positiva – #MedoDeDirigir

OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária

Imagem: Divulgação

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Pode até parecer pouco comum, mas o medo de dirigir acompanha um número significativo de pessoas ao ponto de algumas autoescolas disponibilizarem instrutores especializados para o atendimento desses casos.

Atribuído a diversas causas, o medo de dirigir pode derivar da inexperiência da pessoa em relação ao automóvel, da insegurança devido à sensação de independência proporcionada pelo veículo, ou até mesmo de traumas decorrentes de diversas causas, entre elas, de acidentes vividos.

A Agenda Positiva do Programa Observar, parceria entre o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária e a Seguradora Líder-DPVAT, trata do tema neste mês de outubro e dá algumas orientações para a superação do problema, cujo alguns dos ‘sintomas’ , pernas bambas, mãos trêmulas e suor excessivo ao pegar no volante.

A confiança é uma das principais armas para vencer o medo, portanto, seguem algumas dicas:

  1. Pratique mais. Tente relaxar ao máximo e, para isso, é até aconselhável ouvir música relaxante enquanto pratica a direção.

  2. Procure manter-se seguro. Lembre-se que você foi habilitado, esteve em aulas de volante, passou nas provas, conhece as regras e tem todas as condições para transitar ao volante de seu veículo pelas vias. Se estiver inseguro terá mais pânico, mais dificuldade. Lembre-se que você é capaz.

  3. O excesso de confiança no trânsito é uma das causas de acidentes. Quem a usa na medida certa tem menor chance de causar problemas. Portanto é necessário estar atento e dirigir pelos outros.

  4. Se mesmo praticando sentir que o problema é a falta de conhecimento seguro das técnicas de direção, por nervosismo ou esquecimento do que aprendeu nas aulas que fez para obter a habilitação, procure fazer um segundo curso. Isso é possível em algumas autoescolas.

  5. Caso nem mesmo assim consiga superar o medo, procure um psicólogo. Com atendimento especializado você poderá tratar e superar síndrome do pânico, excesso de ansiedade, traumas do passado ou algum outro motivo que provocam medo de dirigir.

10 Medidas para Salvar Vidas no Trânsito

Somente em 2014, o custo financeiro resultante de acidentes de trânsito superou os R$ 56 bilhões.

Imagem: ONSV

Imagem: ONSV

Comprometido com a causa da segurança viária, com a conscientização de motoristas e pedestres que levem à redução de acidentes, de mortes e de feridos graves no trânsito brasileiro, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária – ONSV, com apoio da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, elencou em proposta ’10 Medidas para Salvar Vidas no Trânsito’. São medidas capazes de contribuir para a construção de um novo cenário nas vias e nas rodovias do país.

As propostas que vão desde a criação de delegacias especiais para tratar somente de crimes de trânsito e varas especiais de julgamento, até a revisão do processo de habilitação de condutores no Brasil e a implantação de Educação para o Trânsito nas escolas públicas e privadas, do 1º ao 9º ano do ensino fundamental.

Os acidentes de trânsito foram responsáveis, em 2014 (últimos dados oficiais disponíveis), pela morte de aproximadamente 44 mil pessoas, número expressivo, considerando que indica a perda de vida de aproximadamente 120 pessoas a cada dia, gerando um custo emocional, social e financeiro expressivo.

Somente em 2014, o custo financeiro resultante de acidentes de trânsito superou os R$ 56 bilhões. Além de tirar vidas, os acidentes são responsáveis também por um grande número de pessoas que passam a adquirir sequelas permanentes.

Na Semana Nacional de Trânsito, o OBSERVATÓRIO divulga suas “10 Medidas para Salvar Vidas no Trânsito”.

Confira quais são elas abaixo:

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Personalizar veículos sem conhecer as regras pode comprometer segurança

Confira orientações para uso de películas, luzes, faróis, engates e rebaixamento.

Imagem Ilustrativa

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Hábito muito comum nos brasileiros, personalizar o veículo merece atenção dos proprietários para que pequenos detalhes não representem grandes transtornos em eventuais abordagens da fiscalização, ou ainda signifiquem riscos à segurança tanto de seu condutor quanto dos que com ele dividem as vias e as rodovias.

Para justamente evitar esses problemas, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária dá algumas orientações sobre películas, engate e faróis e luzes.

Utilizar películas acima dos padrões permitidos, em especial nos vidros dianteiros e para-brisa, por exemplo, além de proibido, prejudica a visibilidade principalmente durante a noite, ou mesmo em condições de tráfego sob chuva e neblina, uma vez que fica mais difícil a remoção do embaçamento, ainda que o veículo possua sistema de ar-condicionado.

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