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:: ‘Pedestres’

Agenda Positiva Junho | Respeito ao pedestre e ao ciclista

Imagem: Divulgação

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As vias, pelas quais transitam todos os tipos de modais (ônibus, caminhões, carros, motocicletas, bicicletas e também os pedestres) são, reconhecidamente, espaços democráticos que devem ser compartilhados por todos. E no compartilhamento, direitos, deveres e obrigações, de igual modo, devem ser distribuídos para que um modal não prevaleça sobre o outro.

Por isso, as autoridades responsáveis pela organização do trânsito estabeleceram regras que devem ser cumpridas por todos para a garantia, não da supremacia, mas da convivência pacífica entre condutores, motociclistas, ciclistas e pedestres e, deste modo, para a construção de um trânsito mais humano e seguro.

Conscientes de que “Minha Escolha Faz a Diferença” no trânsito, ciclistas, motociclistas, condutores de veículos e pedestres devem estar atentos sempre para o cumprimento das regras e para a melhor escolha, a escolha que pode preservar vidas.

Quando se pensa nos meios de transportes utilizados pelas pessoas pode-se lembrar, consequentemente, que os veículos motorizados sempre oferecem alguma proteção lateral para seus condutores e passageiros. Já para os ciclistas e pedestres esse tipo de proteção não existe e sua integridade física depende, também, do comportamento de quem está se utilizando dos outros modais. Eles são, portanto, a parte mais vulnerável, a que está exposta aos maiores riscos e sofrem as graves consequências em casos de acidentes.

Por isso, a regra e clara e cumpri-la não traz nenhum custo; apenas benefício. Ou seja, no trânsito, os maiores devem respeitar os menores e os motorizados zelar pelos não motorizados e todos devem zelar pela segurança do pedestre. Quando dividir a via com ciclistas, os condutores devem respeitar a distância de um metro e meio entre a lateral de seu veículo e a bicicleta, conforme estabelece a lei.

Condutores e motociclistas devem, igualmente, respeitar – sempre – a faixa de pedestres; estar atentos e verificar se, por exemplo, não há pedestre ou ciclista quando sair em marcha à ré; nunca atravessar se o semáforo estiver aberto para pedestres; reduzir a velocidade nas proximidades de escolas e hospitais ou em áreas de grande fluxo de pessoas. Ao procederem assim, mais do que cumprir regras, estarão fazendo ‘a melhor escolha, aquela que pode salvar vidas no trânsito. Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

7 Passos para andar melhor na rua

É importante parar um pouco e refletir se estamos fazendo aquilo que achamos tão básico da melhor forma possível.

Imagem: Reprodução

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Quanto tempo faz que você não pensa no seu andar? Ou na sua capacidade de falar “mamãe”? Anos, décadas, não é? Ações básicas, como andar ou falar, se tornam mecânicas após o processo de aprendizagem. Natural – ou você está pensando na sua respiração nesse momento?

Ao mesmo tempo em que essa “automação” das atividades é crucial para que consigamos fazer mais, é importante parar um pouco e refletir se estamos fazendo aquilo que achamos tão básico da melhor forma possível. Essa reflexão pode valer muito para uma ação simples como andar na rua. Além de útil, é necessária também. Quer uma prova? Tente lembrar então da última vez que você andou na rua (de uma cidade grande) e não se irritou em algum momento.

Se você nunca se irritou, pode parar aqui, escrever um livro e compartilhar seu segredo com o mundo. Eu me irrito, então procurei me atentar a erros que eu cometo, ou pensar em ideias que beneficiariam a todos nós que andamos na rua. Importante: essa não é uma lista de dicas de segurança. São muitas, de fácil acesso, e prefiro evitar redundância. Nada de “olhe para o lado antes de atravessar a rua!” também.

1. CALÇADA OU ASFALTO?

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Campanha de trânsito na França dá susto real em pedestres imprudentes

Painel emite som de pneus cantando quando se atravessa fora da faixa ou com o sinal vermelho para os pedestres. Susto é registrado em foto, tirada em tempo real, e publicada no próprio totem com mensagem de alerta.

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

Uma campanha de trânsito na França tem dado sustos reais em pedestres. Tudo para evitar os atropelamentos no país europeu, que registra uma média de 4.500 mortes/ano por esse motivo só na região administrativa da Ilha de França, formada por 27 regiões administrativas, incluindo a capital, Paris.

Como parte da sétima edição da “Quinzena Regional dos Usuários Vulneráveis”, que acontecerá em maio, uma iniciativa simples foi lançada para alertar os pedestres mais distraídos ou imprudentes do risco de se atravessar fora da faixa ou quando o sinal ainda está vermelho para eles.

Quando essa situação acontece, um painel emite o som de pneus cantando e ao mesmo tempo tira uma foto do pedestre assustado e exibe a imagem na mesma hora com a seguinte mensagem (em francês): “Não corra risco de morte na travessia respeitando os semáforos…” Os vídeos e as fotos dos pedestres apavorados vão ser exibidos em estações de trem e também nas redes sociais da campanha. Confira o vídeo da campanha:

Fonte: O Tempo.

Homem desrespeita sinalização, colide em carro e atropela pedestres na calçada

Pedestres sofreram fraturas e escoriações. Condutor fugiu, disseram testemunhas.

Foto: Iran Profeta

Foto: Iran Profeta

O avanço da placa “PARE” no cruzamento da São Geraldo com a Eduardo Daltro, no Bairro Alto Maron, deixou duas pessoas feridas na noite desta quarta-feira (08) em Vitória da Conquista.

O condutor do Ford Fiesta teria desrespeitado a sinalização e colidido contra um táxi. Sem controle, o Fiesta invadiu a calçada, atropelou uma idosa e uma criança e ainda se chocou na parede. De acordo populares, o homem, que não teve a identidade divulgada pela polícia, fugiu do local sem prestar socorro às vítimas.

Vítimas do atropelamento, a idosa teve fraturas nas duas pernas e a criança sofreu escoriações polo corpo e foram encaminhadas a hospitais da cidade pelo Samu 192.

Mais pedestres nas ruas, mais atenção de todos

Segurança depende dos condutores de veículos, mas também dos pedestres, que devem estar sempre atentos.

Foto: Marcelo Camargo/ ABr

Foto: Marcelo Camargo/ ABr

Fim de ano é sempre aquela disputa de espaço nas ruas e nas áreas comerciais como centro de compras, calçadões de comércio e shoppings; ou seja, os pedestres estão mais do que nunca em circulação e os cuidados devem ser redobrados.

Em cinco estados do país, que figuram no ranking do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária como os mais perigosos para esse segmento, o alerta precisa ainda ser maior. Os dados do OBSERVATÓRIO são referentes ao ano de 2014, último com dados consolidados sobre a violência no trânsito, pelo Ministério da Saúde/SUS.

Se você é morador ou circula por Roraima, Distrito Federal e Rio de Janeiro, saiba que os riscos de morte nestes estados são mais alarmantes para os pedestres. O estado de Roraima tem o maior registro de óbitos de pedestres no país, com índice de 6,64 mortes por 100 mil habitantes; seguido pelo Distrito Federal, com 5,92 mortes e pelo Rio de Janeiro, com 5,64 óbitos por 100 mil habitantes.

No total, em 2014, mais de 8 mil pedestres perderam a vida no trânsito. Esse número apesar de ter sofrido uma leve redução em relação a 2013, que computou 8220 óbitos em todo o território nacional, contra os 8082 de 2014, exige atenção não só dos próprios pedestres, mas também de motoristas; pois vale aquela máxima, ninguém quer ver sua festa de final de ano estragada por um acidente.

Por outro lado, os pedestres do Rio Grande do Norte são aqueles que circulam com menos risco de morte. Esse estado tem o melhor índice de óbitos de pedestres no Brasil. Lá morrem 1,61 pedestres por 100 mil habitantes em 2014.

Independente do estado, seguem dicas básicas para garantir a sua segurança e preservar a sua vida. Confira!

– Saiba que o pedestre sempre estará exposto a riscos, então fique alerta em todo seu trajeto.

– Evite travessias em curvas e esquinas, onde você pode não ser visto.

– Use sempre a faixa de pedestre.

– Evite usar fone de ouvido e não se distraia com o celular nos deslocamentos. O risco de atropelamentos é enorme nestas situações.

– Não se arrisque, nunca! Lembre-se que é melhor aguardar para concluir trajetos com segurança do que colocar sua integridade em risco.

– Se você já ouviu aquela frase passa por cima, você deve ser o primeiro a ter cuidado com a sua vida. Muitos pedestres são extremamente distraídos e acreditam que se forem atropelados o problema é do motorista.

Já os motoristas também devem fazer a sua parte para garantir a segurança do pedestre. Com atitudes muito simples, vidas são preservadas. Confira:

– Motorista reduza a velocidade em áreas com grande fluxo de pedestres;

– Nas faixas e travessias, aguarde com paciência que o pedestre conclua o trajeto, mesmo que o semáforo feche para ele;

– Sinalize suas intenções e faça manobras cuidadosas onde há circulação de pessoas. – na relação com idosos, gestantes, obesos e crianças em deslocamentos, a atenção e paciência devem ser redobradas;

– E, lembre-se, o pedestre sempre tem a preferência.

Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

OMS sugere limite de velocidade de 50 km/h em vias urbanas

Um pedestre tem menos de 20% de probabilidade de morrer se atropelado a menos de 50 km/h, mas quase 60% se atingido por um veículo a 80 km/h.

Imagem | ANTT

Imagem | ANTT

As mortes por lesões causadas no trânsito aumentaram 3% nas Américas entre 2010 e 2013, segundo relatório publicado nesta semana (13) pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para reverter essa tendência, a organização pede que os países melhorem suas legislações sobre o tema.

O documento afirmou que, em geral, os países da região não fizeram o suficiente para executar medidas de prevenção, que incluem adotar limites máximos de velocidade em vias urbanas inferiores ou iguais a 50 quilômetros por hora; tornar obrigatório o uso do cinto de segurança por todos os passageiros do veículo; limitar a concentração de álcool no sangue em 0,05g/dl; tornar obrigatório o uso de capacetes por todos os ocupantes de motocicletas, assim como o uso de sistemas de retenção para crianças.

O relatório dá um panorama da situação de segurança no trânsito em 31 países e territórios do continente americano com base nos dados disponíveis. Segundo o documento, mais de 154 mil pessoas morreram devido a lesões relacionadas ao trânsito nas Américas em 2013, número que representa quase 12% de todas as mortes relacionadas ao trânsito no mundo. Acidentes dessa natureza são a principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos, particularmente entre homens (73%), apontou.

O Brasil aparece com a terceira maior taxa de mortalidade no trânsito das Américas (25 para cada 100 mil habitantes), empatado com a Bolívia e atrás de Belize e República Dominicana. A taxa média regional é de 15,9 para cada 100 mil habitantes.

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Animações evidenciam o espaço ocupado pelo carro

Agora, entre o carro e qualquer outro meio de transporte, adivinhe quem sai perdendo?

Diferença de espaço entre carros (com lotação na capacidade máxima) e pedestres (Reprodução: PVT Group)

Diferença de espaço entre carros (com lotação na capacidade máxima) e pedestres (Reprodução: PVT Group)

São muitas as comparações que evidenciam o espaço ocupado pelo carro. Como a finalidade de veículos privados é a locomoção, eles podem ser comparados com tudo que nos auxilia nesse processo de deslocamento – pernas inclusas.

Agora, entre o carro e qualquer outro meio de transporte, adivinhe quem sai perdendo?

Animando a comparação 

Reprodução/PVT Group

Reprodução: PVT Group

Como parte de um projeto que pretende amenizar os engarrafamentos e criar oportunidades para o transporte ativo, uma empresa de planejamento e engenharia de tráfego, a PVT Group, elaborou algumas animações comparativas. A primeira, abaixo, mostra 200 pessoas se movendo em diferentes modais, incluindo carro, ônibus, bondes, bicicleta e caminhada – com foco no tempo em que demoram para cruzar a linha de chegada. Quem você acha que ganha? Veja:

Os carros perdem. E com bastante diferença. Demoram mais de quatro minutos para cruzarem a linha. Os primeiros colocados são os ônibus e os bondes que “não à toa são chamados transportes de massa”, como bem realçou o texto do FastCoExist.

O segundo vídeo repete o processo, mas esse é o único deles que não leva em conta a média de passageiros que cada um desses transporta normalmente. Com os veículos ocupados em sua máxima capacidade, o número de carros de 133 para 40. No entanto, mesmo com a lotação máxima, a diferença de espaço permanece enorme.

Por fim, o PTV Group elaborou uma animação com base em quanto espaço seria necessário para que todos cruzassem a linha ao mesmo tempo. O vídeo abaixo mostra que carros precisam de oito pistas para acompanhar os bondes, por exemplo.

Fonte: The City Fix Brasil.

Você “cidadão”, atravessa a via utilizando a faixa de pedestres?

Por AcésarVeiga*

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

Dizem que na Alemanha a população só cruza a faixa de pedestres

quando o sinal fica verde para estes…

 …e isto é praxe,

até mesmo quando não há tráfego visível de veículos.

Particularmente tenho de “bom gosto” plagiar os inventores do “chucrute”…

…mas isto tem “parido” situações bem fora do contexto.

Esses dias na calçada de determinada via de acesso na capital gaúcha

esperava que o sinal ficasse verde,

para cruzar – não tão despreocupadamente – na faixa de pedestre…

…de repente,

e não mais que de repente, um jovem parou ao lado…

Como a desconsiderar minha vigília,

olhou os dois sentidos da via, e como ainda não havia veículos na proximidade,

deu uma de “filho desobediente” e lascou a frase:

– O senhor pode vir, não vem vindo nada!

Não disse palavra alguma e decidi ficar ali parado…

…a espera do sinal verde.

Houve um vacilo no jovem rapaz,

mas o mundo moderno o aguardava…

…e assim,

obediente disparou rumo as suas incertezas.

E singrando a faixa de pedestres,

via-o dando olhadelas furtivas em minha direção…

…como a estranhar minha atitude prudente.

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Pedestres

Ato de caminhar, necessário para o cidadão se apropriar de sua cidade, tornou-se símbolo e status de pobreza.

Foto: Fernando Moraes

Foto: Fernando Moraes

A UITP (International Association of Public Transport), em 1961, já afirmava em documento que “a utilização de automóveis particulares nas zonas centrais é um luxo que nenhuma cidade pode permitir-se por muito tempo”. Já se antevia naquela época o estrago fenomenal que a propagação do carro como veículo de transporte privado viria a provocar na vida das cidades. Mas os carros se multiplicaram numa proporção assustadora, e provocaram o divórcio inevitável entre o cidadão e sua cidade.

Foi com o crescimento e alargamento das cidades, fenômenos que tiveram forte cumplicidade com os automóveis, que o ato de caminhar tornou-se “obsoleto”. E ao deixar de caminhar, o cidadão deixou de “enxergar” a cidade. O que antes se vislumbrava na velocidade do passo, tornou-se dependente da dimensão do para-brisa e da pressa do motorista. O cidadão de carne e osso passou a andar envelopado por uma carcaça metálica. Se ao caminhar o cidadão usa pouco espaço, ao utilizar-se do carro sua voracidade abocanha dez vezes mais área de vias públicas. As ruas foram privatizadas, os espaços destruídos, as cidades definidas em função do veículo em lugar das pessoas. A relação entre renda e poluição quedou determinada pela posse do automóvel: quanto mais rico o cidadão, maior seu consumo de energia e maior a emissão de poluentes.

Em São Paulo, na década de 1960, já se podia detectar com clareza fortes manifestações de que os automóveis tinham vindo para ficar. O Plano Urbanístico Básico (1968) procurava orientar a estrutura urbana para acolher o crescente volume de veículos. E o Plano Fontec, de organização do trânsito (1966), apostava que os congestionamentos podiam ser domados pela ciência da engenharia. O espaço público, então, tornou-se prioritário para os automóveis, enquanto a circulação dos transportes coletivos caiu para plano secundário.

O ato de caminhar, necessário para o cidadão se apropriar de sua cidade, tornou-se símbolo e status de pobreza. E o uso abusivo do automóvel não só destruiu a paisagem urbana, como afetou de maneira aguda a saúde pública por conta dos graves acidentes e da poluição que carrega consigo.

Hoje já se tem claro que a combinação de transporte ativo e transporte público não é só bom para o meio ambiente, a saúde pública e o espaço urbano, como é necessário e essencial para a saúde de cada um. Mais que isso: é a forma de trazer de volta ao cidadão o prazer de usar e consumir sua cidade.

Este é um processo em curso, que já contamina as novas gerações. Como o carro nos anos 50 e 60, é uma tendência que veio para perdurar. Fonte: MDT.

Momento Segurança no Trânsito mostra os riscos de dirigir após ingerir bebida alcoólica

OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

Dirigir, pedalar e até mesmo andar, após ter bebido pode trazer consequências sérias. O Momento Segurança no Trânsito, lembra que dirigir com segurança requer reflexos rápidos, poder de decisão, coordenação motora , além de capacidade de prever riscos e evitar acidente. E que, quando se bebe, o controle das funções andar, dirigir, trabalhar, é afetado, gerando sonolência, perda da percepção de tempo e de distância. Confira:

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