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:: ‘São Paulo’

Ciclovia na Capital

Maior número da América Latina na Capital paulistana. Com uso? Qual região? Regiões acessíveis?

Por Mércia Gomes*

Imagem Ilustrativa

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Embora muitos critiquem, o uso da bicicleta tem sido divulgado a tempos por outros países, razão essa que tem por destaque diversos pontos favoráveis na vida e cotidiano da sociedade, quais sejam:

  1. Qualidade de vida;

  2. momento de praticar um esporte;

  3. aumento de vida;

  4. diminuir poluição;

  5. objetivar qualidade do transporte público;

  6. menor número de veículos nas vias;

  7. menor número de congestionamento;

  8. diminuir número de acidentes de veículos;

  9. aumentar respeito pelo e atenção ao cidadão;

  10. diminuir número de débito na Secretaria da Fazenda, ou seja, condutor sem débito;

  11. entre outros…

Vejam que foi do dia 31.12.2016 a foto que ilustra este post,  registro feito na Avenida Paulista, região nobre de São Paulo, a mais utilizada por ciclistas para passeio.

Histórico:

Ciclistas em 31.12.2016: 965

Ciclistas no mês de dezembro: 46.854

Ciclistas no ano de 2016: 544.797

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Estatísticas mostram queda de acidentes em vias que tiveram redução de velocidade

Muitos não acreditaram, foram contra a implementação e reclamam até hoje, mas os resultados são surpreendentes nas cidades que optaram pela medida.

Foto: Luiz Costa/ SMCS

Foto: Luiz Costa/ SMCS

Muitos não acreditaram, foram contra a implementação e reclamam até hoje, mas os resultados em várias cidades que tiveram o limite de velocidade reduzido em determinadas vias é surpreendente. “A redução e o controle de velocidade são as ferramentas ideais para reduzir congestionamentos, acidentes e ainda poluir menos”, afirma Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

A cidade de São Paulo é um caso emblemático. Apesar de toda crítica pela decisão, depois de um ano de velocidade reduzida nas Marginais Pinheiros e Tietê, o número de acidentes com vítimas (mortas ou feridas) caiu 37,5% nas vias, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Em Curitiba, onde essa medida também foi implantada, a região da chamada Área Calma, com limite de 40 km/h, seguiu a mesma tendência e teve uma queda de 32,54% no total de atendimentos de acidentes no local e de 24,21% no total dos registros de acidentes do que nos 11 meses anteriores à implantação do projeto, segundo dados do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) para o projeto Vida no Trânsito.

Não é só no Brasil que há exemplos bem sucedidos, também é o caso de Londres, cidade que, segundo estudos, conseguiu reduzir em 40% o número de mortos e feridos graves em acidentes de trânsito. A conquista se deve à implementação do limite de 32 km/h em ruas e avenidas estratégicas da capital inglesa, que começou a ser implantado nos primeiros anos do mandato do ex-prefeito Boris Johnson.

Organização Mundial de Saúde

Essa medida não é um fato isolado. Existem vários estudos internacionais que comprovam a eficácia da redução dos limites de velocidade. Segundo relatório pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), medidas de prevenção como adotar limites máximos de velocidade em vias urbanas inferiores ou iguais a 50 quilômetros por hora, entre outras, são essenciais para reverter o crescente número de mortes por lesões causadas no trânsito.

Nós do Trânsito

No terceiro programa da série “Nós do trânsito”, o Doutor em História Rodrigo Santos e o Especialista Celso Mariano analisaram a redução de limite de velocidade das vias de grandes cidades e promoveram um grande debate em torno do assunto.

“Nós como cidadãos não devemos apenas acatar uma regra, mas sim questioná-la e entendê-la. Nosso objetivo, nesse programa, foi explicar os motivos técnicos que levam os gestores a implementar essa medida e como ela funciona”, explica Mariano.

Se você perdeu, veja agora:

Fonte: Portal do Trânsito.

Aumento da velocidade nas vias expressas

Por Mércia Gomes*

estadao

Imagem Ilustrativa | Estadão

A velocidade máxima permitida para a via sempre será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de cada local e vias de trânsito, conforme estabelecido no artigo 61 do Código de Trânsito Brasileiro.

Nas vias terrestres abertas à circulação, dependerá de análise do órgão ou entidade de trânsito, sendo com circunscrição do local, ou seja, dependerá sempre de análise técnicas por profissionais especializados, inclusive condições atuais de trânsito local. Destaca – se que a velocidade nas marginais se destina as vias urbanas, as quais são definidas pelo Anexo I do CTB da seguinte forma:

Via de trânsito rápido – aquela caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível.

Vale destacar que a cada via, deve ser especificado um limite de velocidade, sendo esse limite totalmente informado através de placa de sinalização placa R-19, nessa será inserido o número da velocidade máxima permitida.

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

Todavia, esclarecido fica que na ausência de placa de sinalização, será considerado os limites estabelecidos no § 1º do artigo 61 do Código de Trânsito Brasileiro:

Art. 61: A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito.

§1º Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de:

I – nas vias urbanas:
a) oitenta quilômetros por hora, nas vias de trânsito rápido;

b) sessenta quilômetros por hora, nas vias arteriais;

c) quarenta quilômetros por hora, nas vias coletoras;

d) trinta quilômetros por hora, nas vias locais;

Na Resolução n. 180/05 do Contran, estabelece sobre a sinalização vertical de regulamentação ao tratar da inserção da placa, ainda de normas para regulamentação com o devido procedimento, devendo sempre levar em consideração se via é utilizada por pedestres, se há necessidade de “passarela” a qual é considerada para segurança dos pedestres, também deve ser considerada se a via é expressa para circulação e veículos, tão somente veículos com a impossibilidade de circulação pelos pedestres, e ainda se se há devida sinalização e estatísticas através de profissionais em relação do número de acidentes de trânsito por morte no local e qual circunstancias, ou seja, mortes de pedestres, acidentes por colisão lateral, por motocicletas? Daí sim, ser considerado e implantado o limite de velocidade abrangendo as circunstancias apresentadas e regulamentadas pelo Manual de Fiscalização de Trânsito, CTB e Resoluções do Contran.

Em continuidade, vale dizer que na mesma via poderá ser implantado diversas limites de velocidades, sendo em cada ponto da via uma limitação considerada o tipo de veículo, por exemplo veículo leve (ciclomotor, motoneta, motocicleta, automóvel, utilitário, triciclo, quadriciclo,  caminhonete e camioneta com peso bruto inferior ou igual a 3.500 kg) e veículo pesado (ônibus, micro-ônibus, caminhão, caminhão trator, trator de rodas, trator misto, chassi-plataforma, motor-casa, reboque ou semi reboque e suas combinações), assim sendo, poderá numa mesma via ter velocidade distante, as quais serão consideradas para cada veículo.

Da diminuição da velocidade

No tocando à discussão atualmente no Município de São paulo, grande metrópole, onde foi afirmado pelo Prefeito eleito recentemente e sem ainda ter tomado posse, que na primeira semana da sua posse, será implantado o aumento da velocidade nas marginas. Ora vejamos, para reduzir e aumentar a velocidade, não basta trocar a placa de sinalização, existe procedimento e regulamentação estabelecida pela Resolução 180 de 2005, estabelece as normas e que deve ser obtido Certificado de segurança Viária pela Instituição Técnica Licenciada através e engenheiros que atendam os procedimentos para regulamentar a redução da velocidade, sendo baseada em também estudos que levem em consideração fatores diversos, dentre esses: 1) tempo de percepção, 2) reação do condutor, 3) distância de frenagem quando reduzir velocidade, 4) distancia de visibilidade da placa, 5) distancia para garantir segurança do condutor.

Atualmente discute-se muito a segurança no trânsito, porém, pouco se observa que “trânsito” está muito complexo para ser administrado, inserido alterações, e ainda pior, poucos profissionais qualificados, inclusive vê-se claramente que a palavra “trânsito” tem estado em alta nos jornais, mas as estatísticas estão mostrando que o crescimento em conhecimento, e diminuição e mortes por acidentes está lento demais para tanto comentários e divulgação.

Apesar da apresentação pela CET – Companhia de Engenharia e Trafego de diminuição de mortes em São Paulo no primeiro semestre de 2016 em 37,5% de acidentes nas marginais, em paralelo observa que o número de radares aumentou nas vias de São Paulo, inclusive nos bairros, sendo as vias mais movimentadas houve redução no congestionamento no final da tarde de 124,4 quilômetros para 104,8 quilômetros, número bastante expressivo.

De fato, deve ser adequado o limite de velocidade nas vias expressas, urbanas em razão da segurança viária tanto no Município de São paulo, quando em nível nacional, contudo, deve ser observado a cada local, tipo de via e veículo que utilizam diariamente, além claro dos pedestres, sendo esses em meio aos veículos a maior número de vítima após as motocicletas. Que fique destacado que a diminuição da velocidade não é em regra a solução para diminuição de acidentes, pois muitas vezes, pode ser observado a ausência de uma placa de sinalização, ou inserção de um faixa horizontal, lombada sinalizada deixa muitos mortes, ou melhor, ocasiona acidentes com vítimas, ou seja, o fato gerador de mortes em determinado local não é diminuição de velocidade, mais sim outro fator que está incorrendo em risco de morte à diversas vítimas.

Imagem: Reprodução

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Para finalizar, e em relação as marginais, onde o maior número de mortes é de pedestres, fica assustador ter essa afirmativa estatisticamente, já que as marginais são vias rápida de acesso, na qual não é considerado o trânsito de pedestres, diante disso, o que acontece? Porque pedestres circulam pelas marginais? Não deveria ser inserida passarela? E a diminuição para via de acesso rápido, qual a finalidade? Se é via de acesso rápido, não deveria estar com sinalização com permissão de velocidade maior? Não há que se discutir se há erro ou não, todavia, a matéria em relação aos questionamentos quantos as matérias elencadas de diminuição e velocidade, a qual até poderá ocorrer, mas em conformidade com estabelecido em Resolução do Contran e Código de Trânsito Brasileiro.

*Mércia Gomes é Especialista em Gestão e Direito de Trânsito, Sócia Fundadora da Trânsito Direito – Consultoria e Assessoria em Legislação de Trânsito 

Médicos e especialistas contra o aumento da velocidade nas ruas

Campanha apartidária alerta para os riscos de aumentar velocidade nas ruas de São Paulo.

Do Catraca Livre 

Imagem: Catraca Livre

Imagem: Catraca Livre

O médico Drauzio Varella criticou duramente a intenção de candidatos à prefeitura de São Paulo de aumentar a velocidade das ruas de São Paulo. “É um crime, uma demagogia barata da pior espécie, estão colocando a busca do voto acima da segurança da população”.
Segundo ele, “está mais do que provado mundialmente que mais velocidade significa não apenas mais acidentes, mas também acidentes mais graves. Espero que os candidatos tenham um mínimo de bom senso de, passada a eleição, esquecer esse crime contra a saúde”.
Esse assunto, segundo ele, nunca deveria ser orientado pela “demagogia eleitoral”.

Ele apelou: “Pelo amor de Deus, falo com médico, pai e avô, não coloquem vidas em risco”.

Não para de crescer a indignação contra a proposta de candidatos à prefeitura de São Paulo de aumento de velocidade nas ruas.

Ex-presidente do Departamento Estadual de Trânsito ( Detran) e candidato a vereador em SP pelo PSDB, Daniel Annenberg diz ao Catraca Livre: “Apoio a campanha de vocês. Sou contra a posição do meu partido de aumentar a velocidade nas ruas. Vou fazer o possível para João Dória rever essa posição que coloca vidas em risco”.

É posição semelhante de Floriano Pesaro, também do PSDB: ” Aumentar velocidade vai contra um projeto de modernidade. O Catraca Livre está certo”.

Apuramos que entre vários assessores de João Dória há um esforço para fazer com que ele abandone esse projeto, uma vez que, se eleito, um eventual aumento de mortes e acidentes desgastaria seu governo. “O bom senso vai imperar”, afirma Annenberg, que foi o responsável pela criação do Poupatempo.

O vereador José Police Neto, do PSD, principal partido de apoio de Marta Suplicy ( PMDB), afirma: “Aumentar a velocidade é um crime. Vou fazer o possível e o impossível para que nossa candidata mude de posição. Estou convencido, até porque ando de bicicleta sempre nas ruas, que mais velocidade é mais tragédias. Especialmente com os mais vulneráveis”.

O vereador Eliseu Gabriel, ex-professor de física, é do PSB, partido que apoia Dória. “Não faz sentido Dória empunhar a bandeira da modernidade e defender aumento da velocidade. Modernidade é redução da velocidade. Basta ver o que fazem em Nova York ou Paris. Como professor de física, entendo o que a maioria das pessoas têm dificuldade de entender. Menos velocidade significa mais congestionamento, devido ao efeito das paradas abruptas”.

Em entrevista à Folha, Horário Figueira, consultor de tráfego de trânsito, disse: “É um crime aumentar a velocidade. Se eles fizerem isso, vão ter que assumir as mortes”.

Conversamos com o especialista Thiago Hérick de Sá, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP/

“A maior velocidade no trânsito não apenas causa mais acidentes, mas também causa mais lesões, lesões mais sérias, mata mais e mata sobretudo os mais vulneráveis – crianças, idosos, pessoas com restrição de mobilidade – que são justamente aqueles que menos se beneficiam do espaço público. Não existe cidade saudável, humana e boa para se viver sem a presença de todos nas ruas.
“São Paulo não pode caminhar na contramão dos consensos mundiais – Habitat-III, Acordos de Paris, Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – sobre o que seria uma cidade do futuro, saudável, inclusiva e humana. Também não pode ignorar a evidência científica disponível.”

Acesse AQUI a matéria completa do Catraca Livre.

Brasil: Agente de trânsito faz denuncia de agressão

Ronaldo Thomazi diz ter sido atingido na cabeça com capacete, após autuar motorista.

Ronaldo mostra óculos quebrado após ser agredido por motorista inconformado com autuação (Foto: Alex Mita)

Ronaldo mostra óculos quebrado após ser agredido por motorista inconformado com autuação (Foto: Alex Mita)

O que era para ser uma multa de trânsito a um motorista que estacionou em uma vaga rotativa sem adquirir o talonário se transformou em caso de polícia, nessa quinta-feira (15) de manhã, no Centro de Bauru. O agente do Grupo de Operações no Trânsito (GOT) da Emdurb Ronaldo Thomazi, de 47 anos, alega ter sido agredido com golpes de capacete na cabeça.

Segundo a reportagem apurou no local, a autuação teria ocorrido na quadra 10 da rua Treze de Maio, onde o suposto agressor teria estacionado seu Uno branco. “Ele chegou quando eu elaborava a autuação e não apresentou o cartão de estacionamento rotativo. Disse que fazia um ano que parava ali e nunca havia sido multado”, contou o agente.

Ronaldo constatou, ainda, mais três veículos sem o talonário e, enquanto aplicava as multas, o acusado o teria ofendido. “Ele se exaltou e, em certo momento, fez uma agressão verbal. Eu o questionei e ele disse que não era comigo, mas, por precaução, pedi apoio a uma viatura policial. Foi aí que ele tirou o carro e foi embora”.

Ataque Por trás

Cerca de 15 minutos depois, Ronaldo disse que estava caminhando com outro agente pela quadra 10 da rua Sete de Setembro, quando sentiu duas pancadas na nuca. Com o impacto, sua cabeça fez movimento para baixo e seus óculos caíram, vindo a quebrar uma das lentes.

“Ao virar de frente, vi que era o mesmo ‘cara’ que eu havia multado. Ele me agrediu com um capacete usado em obras da construção civil. Me mantive preparado para uma possível briga, mas ele fugiu”, contou Ronaldo, que seria submetido a consulta médica ontem.

O agente registrou um boletim de ocorrência, mas, até ontem à tarde, o suposto agressor não havia sido localizado. As placas do veículo devem auxiliar a Polícia Civil em sua localização.

Exames médicos

Em nota, a Emdurb informou que “o agente de trânsito passou por exames médicos para verificar eventuais lesões. Mais uma vez, a agressão ocorreu por munícipe infrator inconformado com a aplicação de penalidade de multa por estacionamento irregular”.

Fonte: JC NET.

Deficientes auditivos enfrentam dificuldades para se inserirem no trânsito

Do processo de habilitação às ruas, comunicação é o principal empecilho.

Prova teórica aplicada a um candidato surdo com intermédio de um intérprete pela primeira vez (Foto: Detran-SP)

Prova teórica aplicada a candidato surdo com intermédio de um intérprete pela primeira vez (Foto: Detran-SP)

Buzinas, ruído dos motores e do atrito entre pneu e asfalto compõe uma “sinfonia do trânsito” que, para muitos, gera estresse e aflição. Porém, para alguns, dirigir é uma atividade silenciosa e não é por opção. A estes, a principal barreira quando o assunto é trânsito não são os buracos na via ou os congestionamentos, mas envolve a comunicação com os demais usuários.

A reportagem de  Beatriz Souza, publicada pelo site Perkons, ouviu especialistas que atuam com a inclusão de deficientes auditivos no trânsito para conhecer quais os avanços e obstáculos ainda a superar para que condutores e pedestres surdos se desloquem com segurança.

O olhar impaciente dos outros motoristas denuncia o desconhecimento em relação à surdez do prof. Neivaldo Zovico, diretor regional da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos de São Paulo (FENEIS) e coordenador nacional de Acessibilidade para Surdos. Depois de instantes sem entender o que acontecia, ele verifica pelo retrovisor a luz que indica a sirene ligada de uma ambulância que aguardava passagem. Recorrentes, episódios como esses colocam quem os vivenciam em uma posição embaraçosa. “As pessoas acham que somos mal-educados”, lamenta.

A experiência em uma instituição que reivindica os direitos dos surdos, somada a mais de três décadas de condução, fazem Zovico não ter dúvidas sobre o principal entrave para a inclusão dos surdos no trânsito. “O grande problema é que nem todas as autoescolas têm intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Como ela é o primeiro idioma dos surdos, antes mesmo do português, a falta de intérpretes e de provas adaptadas gera dificuldade de compreensão e entendimento por parte dos alunos surdos”,  pontua.

As dificuldades, entretanto, extrapolam o processo de obtenção da carteira e adentram a esfera da interação com motoristas não surdos, contratempo que ocasiona incidentes como o vivido por Zovico. Para conter estes casos, a Lei 8.160/1991 sugere o uso do Símbolo Internacional de Surdez adesivado na traseira dos veículos conduzidos por surdos como uma alternativa para indicar aos demais condutores que aquele motorista não irá responder a ruídos de sirenes ou buzinas, sendo a sinalização por faróis o recurso mais apropriado. A lei, contudo, não foi regulamentada e sua aplicação é, portanto, facultativa.

Com cidades mais acessíveis todos ganham

A legislação, porém, não é o único elemento a definir a rotina no trânsito dos deficientes auditivos. Seja como condutor ou pedestre, o surdo depende dos investimentos do Estado para uma infraestrutura acessível. Envolvido com propostas para acessibilidade, o estado de São Paulo, através da integração do Detran com o programa de Atenção à Acessibilidade, facilita o acesso de pessoas com deficiência no processo de habilitação. Com o projeto, apenas no período entre janeiro e abril de 2015, 18 mil candidatos surdos foram aprovados no exame. Em outubro do mesmo ano, a prova teórica passou a ser aplicada a esses candidatos com mediação online de um intérprete. “Essa é uma ação pioneira no país. Vale ressaltar que a função do intérprete não é ajudar o candidato a responder as questões, mas mediar a compreensão das perguntas”, declara a assessoria de imprensa do órgão, que afirma ainda que há, atualmente, registro de cerca de 310 mil CNHs para condutores com algum tipo de deficiência em todo o estado, condição sinalizada no verso da carteira depois de comprovada por médico credenciado pelo Detran.

A assessoria do órgão informa ainda que o candidato com deficiência auditiva não é obrigado a fazer as provas com um intérprete, porém, caso tenha preferência por este intermédio e a autoescola não disponha de instrutores habilitados em Libras, é possível fazer as aulas com acompanhamento de um intérprete particular ou parente próximo. “Em São Paulo, o Detran disponibiliza a aplicação dos exames teórico e prático com o acompanhamento de um intérprete em todo o Estado”, garante.

Outra cidade que tem encabeçado ações e projetos para atender usuários com algum tipo de deficiência no trânsito é Curitiba. “Contamos com inúmeras ações na área de acessibilidade e mobilidade urbana, como os semáforos sonoros e de aumento de tempo em travessias”, enumera a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Mirella Prosdócimo. Um dos exemplos destinado especialmente a pedestres com mobilidade reduzida, como idosos e cadeirantes, é o Cartão Respeito, adotado em 31 semáforos para aumentar em até 50% o tempo disponível para travessia.

Brasil: Durante culto, pastor pede a prefeito que impeça trabalho de agentes de trânsito

Vídeo mostra religioso orientando prefeito a impedir que agentes exerçam suas funções nos arredores de templos evangélicos.

Pastor Levy, ao microfone intima prefeito sobre atuação de agentes de trânsito (Imagem: YouTube)

Pastor Levy, ao microfone, intima prefeito sobre agentes de trânsito (Imagem: YouTube)

As imagens mostra o pastor Levy Ferreira de Souza, da igreja Assembléia de Deus, agradecendo a presença do prefeito de Limeira-SP, Paulo Hadich (PSB), e da primeira dama no culto. E logo em seguida descreve que na data que antecedeu ao vídeo – assista clicando AQUI, os agentes de trânsito do município compareceram aos arredores do templo religioso e intencionaram aplicar multas aos veículos que se encontravam estacionados de forma irregular. No entanto, um dos membros da igreja teria ido até os agentes e informado, nas palavras do pastor, “o que ele é aqui na cidade” e por conta disso os funcionários públicos teriam desistido de aplicar as multas, deixando claro, porém, que no dia seguinte retornariam ao local para exercer a fiscalização. Em continuidade, o pastor relata que ao saber do fato disse ao pessoal da igreja que o prefeito também estaria lá e, portanto, queria ver “se o prefeito manda ou não manda nesses camaradas.”

Seguindo sua fala, o pastor Levy orienta ao prefeito para que diga aos agentes de trânsito que não mexam “com os crentes”. Ao ser ovacionado pelos fiéis presentes, o pastor se dirige à Hadich e fala que “Se o senhor não resolver, eu vou ser candidato a prefeito. O senhor está vendo o negócio.”

Aos 3m19s do vídeo, o pastor afirma que porque os motoristas que frequentam a igreja pararam sobre as calçadas ou estacionaram seus veículos em cima da grama, os agentes de fiscalização estariam abusando dos fiéis, e que isso precisa ser mudado.

As imagens são finalizadas com o pastor dizendo ao prefeito para que avise aos funcionários públicos da fiscalização de trânsito que não apenas na Assembléia de Deus, mas em todas as igrejas evangélicas da cidade de Limeira, existe apenas gente de bem, dando a entender que os agentes devem deixar de exercerem sua função, ainda que constatem o cometimento de infrações como a do estacionamento em passeios ou gramados, condutas estas tipificadas no artigo 181, VIII do Código de Trânsito Brasileiro, como infração grave, para a qual é cabível a aplicação da penalidade de multa pecuniária e cinco pontos na carteira de habilitação, sendo também passível a remoção do veículo como medida administrativa.

O Alô Limeira entrou em contato com o Secretário de Mobilidade Urbana, Sebastião Pinto de Souza e, segundo ele, não se pode “fazer vista grossa ou não enxergar um carro estacionado de forma irregular, senão não há necessidade de existir agentes de trânsito.”. O Secretário ressaltou ainda que um veículo estacionado de forma irregular pode causar um acidente de trânsito, bem como impedir que pedestres circulem livremente pelos passeios. Fonte: Alô Limeira.

Mitos e verdades sobre a carteira de habilitação

Muito do que se propaga pela internet sobre o trânsito é falso.

Imagem Ilustrativa

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Muito do que se propaga pela internet sobre o trânsito é falso. Aconteceu com as multas de trânsito, com o golpe do IPVA e, constantemente, o internauta “esbarra” em conteúdo errado sobre a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A CNH permite conduzir o veículo em todo o território nacional e em alguns países que mantêm acordo com o Brasil. Em São Paulo, são 22,6 milhões de carteiras de motoristas, sendo que 6,3 milhões – 27,8% – estão na capital.

Para que o leitor esteja bem informado sobre este documento, o Radar Nacional reúne agora informações do Detran- SP que esclarecem algumas dúvidas comuns sobre a CNH. Confira o que é mito e verdade:

O condutor pode dirigir com a CNH vencida por até 30 dias.

VERDADE. A legislação federal de trânsito permite que o motorista conduza normalmente por até 30 dias corridos após o seu vencimento, sem o risco de ser multado por portar documento fora da validade.

A renovação da Carteira Nacional de Habilitação é obrigatória mesmo que o cidadão não dirija.

MITO. Só quem faz uso da habilitação para conduzir veículo precisa renová-la.

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Brasil: Agente de trânsito é morto durante assalto em local de trabalho

Saes é o segundo agente de trânsito assassinado em menos de duas semanas no Brasil, o quarto caso no ano.

Imagem: Redes Sociais

Imagem: Redes Sociais

O agente de trânsito da prefeitura de Peruíbe-SP, Maurício Carvalho Saes, 43, morreu após ser baleado na manhã desta quinta-feira (9). Segundo seu irmão, Marcelo Carvalho Saes, ele foi baleado pelas costas, depois de ser rendido em seu local de trabalho. O servidor chegou a ser levado em estado grave para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de Itanhaém. Saes é o segundo agente de trânsito assassinado em menos de duas semanas no Brasil, o quarto caso no ano.

Ele foi rendido ao chegar no trabalho por duas pessoas que invadiram o departamento público onde o agente trabalhava, renderam os funcionários e pessoas que estavam no local aguardando atendimento.

Saes chegou ao UPA de Peruíbe às 10h47 em estado gravíssimo e estava acompanhado de seu pai. Segundo informações, ele ficou menos de 30 minutos na unidade, apenas para ser estabilizado e conseguir chegar ao Hospital Regional de Itanhaém. Ao chegar, o agente foi internado na UTI e submetido a duas cirurgias.

Em nota a Prefeitura lamentou o fato e decretou luto oficial. O delegado Douglas Borguez apura a possível participação de um terceiro marginal no latrocínio. “O esclarecimento do crime e a prisão dos autores são pontos de honra para a Polícia Civil”. Com informações de A Tribuna e O Repórter. 

Distrações são principais responsáveis por acidentes no trânsito, diz estudo

Rádio, celular e outros equipamentos eletrônicos aumentam os riscos de acidentes em cerca de 200%.

Reprodução

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A falta de atenção é a maior causa de acidentes de trânsito, aponta um estudo da revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas). Radares, sensores e câmeras foram instaladas nos carros de 3,5 mil motoristas, que percorreram mais de 90 milhões de quilômetros, detectando que 68% das 905 colisões ocorridas no período, resultaram de distrações. Dentre elas, os potenciais vilões são o uso do rádio, celular e outros equipamentos eletrônicos, hábito inapropriado que aumenta os riscos de acidentes em cerca de 200%.

Uma pesquisa realizada com cerca de 4 mil condutores pelo Hospital Samaritano de São Paulo, indica que utilizar o celular é parte da rotina de 80% deles, sendo que 93% dos motoristas reconhecem o risco da ação e 63% garantem a mudança de hábito apenas no caso de sofrerem acidente decorrente deste uso indevido.

Segundo o especialista em Medicina de Tráfego, Henrique Shimabukuro, há outras atividades que desviam o foco do condutor e podem, por isso, desencadear acidentes. Dentre elas comer, beber, fumar, maquiar-se, sintonizar o rádio, usar notebooks e alcançar algum objeto dentro do carro devem ser evitadas por motoristas. Enquadra-se neste contexto, ainda, dirigir com animais de estimação no veículo, circunstância que pode comprometer a segurança do próprio pet. Para impedir que a situação se agrave, o ideal é que sejam transportados no banco de trás do veículo, em uma caixa ou gaiola para este fim. “É importante salientar que o uso do recurso viva voz não modifica esses riscos. Então é mais razoável parar o veículo  atender a ligação ou enviar a mensagem”, recomenda. Fonte: Perkons.

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