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:: ‘Segurança’

Perder horas de sono pode aumentar o risco de acidentes

Sono diminui a capacidade de dirigir e pilotar. As pessoas acreditam que podem controlar o sono, mas sem perceber elas podem tirar um cochilo fatal, afirma especialista.

Imagem Ilustrativa

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Dormir bem é fundamental para a saúde. E estar descansado no trânsito, faz mais diferença do que muitos imaginam. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela AAA Foundation for Traffic Safety, uma fundação norte-americana para a segurança no trânsito. De acordo com o estudo, perder entre uma e duas horas diárias de sono, diante das sete horas recomendadas, praticamente dobra o risco de acidente.

“O sono diminui muito a capacidade de dirigir e pilotar. Muitas pessoas acreditam que podem controlar o sono, mas sem perceber elas podem tirar um cochilo fatal”, explica o especialista em trânsito Celso Alves Mariano.

O estudo revelou, ainda, que os motoristas que perdem de 2 a 3 horas de sono em um período de 24 horas mais do que quadruplicaram o risco de acidente em relação aos condutores que cumprem as sete horas de sono recomendadas. Na prática, é o mesmo risco apurado pela NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) para quem ingere álcool acima do limite legal.

A pesquisa foi realizada com 7.234 condutores envolvidos em 4.571 acidentes no total. Veja a conclusão abaixo:

  1. Seis a sete horas de sono: 1,3 vezes risco de acidente

  2. Cinco a seis horas de sono: 1,9 vezes risco de acidente

  3. Quatro a cinco horas de sono: 4,3 vezes risco de acidente

  4. Menos de quatro horas de sono: 11,5 vezes risco de acidente

Sinais de sonolência

O corpo avisa quando é hora de parar e descansar. Segundo o especialista, quando a cabeça começa a pesar, a pessoa não para de bocejar, a visão perde o foco e os pensamentos começam a ficar vagos e desconexos, é sinal de perigo. “Dirigir nessas condições é extremamente arriscado, se estiver assim, o condutor deve parar num local seguro e descansar”, afirma Mariano.

Seta: o equipamento que é menosprezado por grande parte dos condutores

Em Belo Horizonte, por exemplo, uma pesquisa constatou que 50% dos condutores não utilizam as setas para indicar a mudança de direção.

Portal do Trânsito

Imagem Ilustrativa

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O Código de Trânsito Brasileiro determina que antes de qualquer manobra o condutor deve verificar as condições do trânsito à sua volta- certificando-se de não criar perigo para os demais usuários- posicionar-se corretamente na via e sinalizar suas intenções com antecedência.

O problema é que muitos condutores esquecem essa última parte e deixam de utilizar a luz indicadora de direção, o famoso pisca-pisca. “Além de sinalizar, é preciso fazer isso com antecedência. Essa é a única maneira que temos de nos comunicarmos com os demais condutores”, alerta Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

E o problema não acontece só no Brasil, um estudo norte-americano realizado pela Sociedade de Engenheiros Automotivos, mostra que 48% dos condutores não utilizam as setas indicadoras de mudança de direção quando vão mudar de faixa.

Não há um estudo no Brasil que levante o número de acidentes causados por falta de comunicação no trânsito, mas existem indicadores regionais. Em Belo Horizonte, por exemplo, uma pesquisa constatou que 50% dos condutores não utilizam as setas para indicar a mudança de direção. Já no Paraná comprovou-se que 30% dos acidentes seriam evitados se houvesse a correta utilização do pisca-pisca.

“O uso do pisca- pisca não é uma tarefa difícil e é extremamente eficaz, mas depende diretamente da boa vontade do condutor. O problema é que a não utilização é uma infração pouco fiscalizada”, diz Mariano.

Nós do Trânsito

Por que os condutores não utilizam? Falta de educação e cidadania? Preguiça? Má formação? Esse foi o tema discutido no 19º programa da série “Nós do Trânsito”, apresentado por Celso Mariano e Rodrigo Santos. “Gentileza gera gentileza, nesse caso, é mais do que uma frase de efeito, essa atitude realmente funciona e traz mais segurança ao trânsito”, finaliza Mariano.

* O Programa “Nós do Trânsito” volta em janeiro com conteúdos inéditos.

Estatísticas mostram queda de acidentes em vias que tiveram redução de velocidade

Muitos não acreditaram, foram contra a implementação e reclamam até hoje, mas os resultados são surpreendentes nas cidades que optaram pela medida.

Foto: Luiz Costa/ SMCS

Foto: Luiz Costa/ SMCS

Muitos não acreditaram, foram contra a implementação e reclamam até hoje, mas os resultados em várias cidades que tiveram o limite de velocidade reduzido em determinadas vias é surpreendente. “A redução e o controle de velocidade são as ferramentas ideais para reduzir congestionamentos, acidentes e ainda poluir menos”, afirma Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

A cidade de São Paulo é um caso emblemático. Apesar de toda crítica pela decisão, depois de um ano de velocidade reduzida nas Marginais Pinheiros e Tietê, o número de acidentes com vítimas (mortas ou feridas) caiu 37,5% nas vias, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Em Curitiba, onde essa medida também foi implantada, a região da chamada Área Calma, com limite de 40 km/h, seguiu a mesma tendência e teve uma queda de 32,54% no total de atendimentos de acidentes no local e de 24,21% no total dos registros de acidentes do que nos 11 meses anteriores à implantação do projeto, segundo dados do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) para o projeto Vida no Trânsito.

Não é só no Brasil que há exemplos bem sucedidos, também é o caso de Londres, cidade que, segundo estudos, conseguiu reduzir em 40% o número de mortos e feridos graves em acidentes de trânsito. A conquista se deve à implementação do limite de 32 km/h em ruas e avenidas estratégicas da capital inglesa, que começou a ser implantado nos primeiros anos do mandato do ex-prefeito Boris Johnson.

Organização Mundial de Saúde

Essa medida não é um fato isolado. Existem vários estudos internacionais que comprovam a eficácia da redução dos limites de velocidade. Segundo relatório pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), medidas de prevenção como adotar limites máximos de velocidade em vias urbanas inferiores ou iguais a 50 quilômetros por hora, entre outras, são essenciais para reverter o crescente número de mortes por lesões causadas no trânsito.

Nós do Trânsito

No terceiro programa da série “Nós do trânsito”, o Doutor em História Rodrigo Santos e o Especialista Celso Mariano analisaram a redução de limite de velocidade das vias de grandes cidades e promoveram um grande debate em torno do assunto.

“Nós como cidadãos não devemos apenas acatar uma regra, mas sim questioná-la e entendê-la. Nosso objetivo, nesse programa, foi explicar os motivos técnicos que levam os gestores a implementar essa medida e como ela funciona”, explica Mariano.

Se você perdeu, veja agora:

Fonte: Portal do Trânsito.

Avançou sinal vermelho: carro capota em coisão e deixa homem ferido

Aproximação dos cruzamentos, mesmo com semáforos, deve ser sempre segura.

Imagem: Redes Sociais

Imagem: Redes Sociais

Uma violenta colisão foi registrada por volta das 07h de hoje, quarta-feira (14), em Vitória da Conquista. O incidente envolveu duas Pickups, Strada e Oroch, e um dos condutores foi conduzido ao hospital pelo Samu 192.

De acordo os relatos, um dos veículos teria avançado o sinal vermelho do semáforo no cruzamento das Avenidas Otávio Santos e Vivaldo Mendes. Com a força do impacto, a pick up Oroch chegou a capotar.

A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar, que não divulgou a identidade e estado da vítima, com suporte dos agentes de trânsito do Simtrans.

Quem tá certo? Moto fica “entalada” em caminhonete, em cruzamento sem sinalização

Prestar atenção nos sinais de trânsito, e na falta deles, às normas de conduta e circulação do Código, evita os acidentes.

Foto: Cléciu's Prado

Foto: Cléciu’s Prado

Dois condutores tentaram a sorte e avançaram ao mesmo tempo no cruzamento sem sinalização das Avenidas Serrinha e Maceió, na Zona Oeste de Vitória da Conquista. Eles acabaram se colidindo e a moto ficou “entalada” no para-choque da caminhonete. O incidente foi na sexta-feira (9), felizmente ninguém saiu ferido e agentes de trânsito registraram a ocorrência.

A cada cruzamento, mesmo os sinalizados, é preciso atenção redobrada para a necessidade de ter de parar priorizando a segurança. E na Serrinha com Maceió, local sem placas, por exemplo, o cuidado deve ser ainda maior.

Segundo o Código de Trânsito Brasileironos locais sem placas, a preferência é do condutor que transita pelo lado direito, tendo este, direito de atravessar primeiro. Como na maior parte das vezes são quatro fluxos, o direito à preferência é dinâmico, relativo, com cada condutor devendo ceder a vez à aquele que esta vindo do seu lado direito.

Ter o hábito de prestar atenção nos sinais de trânsito, e na falta deles, conhecer as normas de conduta e circulação do Código, evita os acidentes.

Temporada de chuvas exige cuidado redobrado no trânsito

Travessia em situação de enchente é, de fato, perigo para o motorista, seus passageiros e para pedestres; mantenha a calma, mas evite trafegar em trechos nessas condições.

Imagem: Blog do Marcelo

Imagem: Blog do Marcelo

Com a previsão do tempo indicando chuva forte com ventos e umidade para esta tarde de quinta-feira (08) em Vitória da Conquista, condutores e pedestres precisam se prevenir contra os possíveis transtornos que podem acontecer durante e logo após um temporal.

Sempre que notar que enfrentará chuva intensa e não tiver condições de esperar que ela termine, redobre a atenção no trânsito. Para a garantia da vida, o condutor, ao se deparar com uma situação de enchente, deve:

  1. Alterar rotas e, assim, evitar transitar por locais alagados;

  2. Aguardar a água baixar antes de trafegar pelo trecho, ainda que, com a água até a metade da altura da roda, existam condições mínimas para dirigir. Se estiver acima da metade da roda, a travessia se torna muito arriscada e o veículo fica exposto a panes mecânicas;

  3. Se não existir alternativa de desvio, mantenha a tranquilidade e não se assuste com problemas que o veículo possa apresentar, como anomalias nos ponteiros e direção pesada. Muitos condutores se desesperam e acabam praticando atitudes perigosas que colocam em risco a vida;

  4. No caso de ter mesmo de enfrentar a enchente, dirija sempre em primeira marcha em aceleração. Agindo assim é possível evitar que a água entre no motor, o que pode ampliar os prejuízos;

  5. Não ligue o ar condicionado porque o veículo perderá potência.

Já em relação ao patrimônio financeiro que o veículo representa aos motoristas, em caso de alagamentos e enchentes, é ideal que:

  1. Depois de ter atravessado o alagamento, mesmo que o veículo não aparente nenhum dano, é necessário estar atento às correias, ao óleo e ao sistema elétrico. Pode ser que o motor tenha sido danificado e existe perigo de ocorrência de curtos. As lâmpadas e buzina devem, também, ser checadas;

  2. Se, por acaso, seu veículo ‘morreu’ durante a travessia, após o alagamento ter baixado não dê a partida. Isso porque pode haver água no motor e ele pode ser danificado. O aconselhável é levar um profissional até o local para que ele verifique as condições do veículo;

  3. Observe o filtro de ar e, no caso de haver folhas ou barro, o indicativo é de que a água pode ter entrado no sistema;

  4. No caso de notar cantos do veículo molhados, cuide de secá-los para evitar corrosão;

  5. Não deixe o carro sujo, com lama acumulada, leve para uma limpeza e lubrificação completas;

  6. Se depois da checagem notar alguma parte danificada, leve o quanto antes seu veículo para a assistência técnica.

Já os pedestres, sob a chuva forte, devem procurar abrigo e evitar áreas alagadas ou com enxurrada forte.

As informações são do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

Mais pedestres nas ruas, mais atenção de todos

Segurança depende dos condutores de veículos, mas também dos pedestres, que devem estar sempre atentos.

Foto: Marcelo Camargo/ ABr

Foto: Marcelo Camargo/ ABr

Fim de ano é sempre aquela disputa de espaço nas ruas e nas áreas comerciais como centro de compras, calçadões de comércio e shoppings; ou seja, os pedestres estão mais do que nunca em circulação e os cuidados devem ser redobrados.

Em cinco estados do país, que figuram no ranking do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária como os mais perigosos para esse segmento, o alerta precisa ainda ser maior. Os dados do OBSERVATÓRIO são referentes ao ano de 2014, último com dados consolidados sobre a violência no trânsito, pelo Ministério da Saúde/SUS.

Se você é morador ou circula por Roraima, Distrito Federal e Rio de Janeiro, saiba que os riscos de morte nestes estados são mais alarmantes para os pedestres. O estado de Roraima tem o maior registro de óbitos de pedestres no país, com índice de 6,64 mortes por 100 mil habitantes; seguido pelo Distrito Federal, com 5,92 mortes e pelo Rio de Janeiro, com 5,64 óbitos por 100 mil habitantes.

No total, em 2014, mais de 8 mil pedestres perderam a vida no trânsito. Esse número apesar de ter sofrido uma leve redução em relação a 2013, que computou 8220 óbitos em todo o território nacional, contra os 8082 de 2014, exige atenção não só dos próprios pedestres, mas também de motoristas; pois vale aquela máxima, ninguém quer ver sua festa de final de ano estragada por um acidente.

Por outro lado, os pedestres do Rio Grande do Norte são aqueles que circulam com menos risco de morte. Esse estado tem o melhor índice de óbitos de pedestres no Brasil. Lá morrem 1,61 pedestres por 100 mil habitantes em 2014.

Independente do estado, seguem dicas básicas para garantir a sua segurança e preservar a sua vida. Confira!

– Saiba que o pedestre sempre estará exposto a riscos, então fique alerta em todo seu trajeto.

– Evite travessias em curvas e esquinas, onde você pode não ser visto.

– Use sempre a faixa de pedestre.

– Evite usar fone de ouvido e não se distraia com o celular nos deslocamentos. O risco de atropelamentos é enorme nestas situações.

– Não se arrisque, nunca! Lembre-se que é melhor aguardar para concluir trajetos com segurança do que colocar sua integridade em risco.

– Se você já ouviu aquela frase passa por cima, você deve ser o primeiro a ter cuidado com a sua vida. Muitos pedestres são extremamente distraídos e acreditam que se forem atropelados o problema é do motorista.

Já os motoristas também devem fazer a sua parte para garantir a segurança do pedestre. Com atitudes muito simples, vidas são preservadas. Confira:

– Motorista reduza a velocidade em áreas com grande fluxo de pedestres;

– Nas faixas e travessias, aguarde com paciência que o pedestre conclua o trajeto, mesmo que o semáforo feche para ele;

– Sinalize suas intenções e faça manobras cuidadosas onde há circulação de pessoas. – na relação com idosos, gestantes, obesos e crianças em deslocamentos, a atenção e paciência devem ser redobradas;

– E, lembre-se, o pedestre sempre tem a preferência.

Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

Agenda Positiva – Postura ao Dirigir

É importante saber que quando se dirige um veículo, a postura correta é importante para garantir a segurança.

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Manter a melhor postura em todas as atividades que se exerce, todos sabem, é fundamental para a saúde. Mas é importante saber também que, quando se dirige um veículo, a postura correta é igualmente importante para garantir a segurança, já que permite ao condutor uma reação mais rápida em qualquer imprevisto e, ainda, a manter o controle do veículo.

Para evitar os incômodos das dores na coluna, em especial aos que passam longas horas ao volante, e também para a segurança, é indispensável aos condutores que alguns conselhos sejam seguidos.

O primeiro deles é: sente-se em posição confortável, com as pernas ligeiramente flexionadas e a coluna totalmente em contato com o encosto. Lembre-se: a perna esquerda esticada deve acionar até o final o pedal da embreagem. Para dirigir na postura correta, fique atento à altura do volante, já que as pernas não podem ficar muito próximas a ele. É importante que o volante seja regulado numa posição que permita ao condutor enxergar todo o painel do veículo.

Assim como as pernas, o posicionamento e movimentação correta dos braços e das mãos contribuem para uma boa postura ao dirigir. Desse modo, o cotovelo deve ficar levemente flexionado quando o condutor segura o volante. E para a melhor posição das mãos, imagine um ponteiro de relógio no volante e posicione-as como se fosse 10h10.

Para a proteção do pescoço, o encosto de cabeça é indispensável, já que evita uma movimentação exagerada tanto do pescoço quanto da cabeça na eventualidade de uma colisão traseira e, consequentemente, lesões na coluna cervical. Aconselha-se que a altura do encosto esteja regulada no centro posterior da cabeça ou até 3 centímetros acima.

A regulagem dos espelhos retrovisores influencia também a boa postura dos condutores. O retrovisor interno deve estar bem centralizado e visualizar todo ambiente da parte de trás do carro. O ajuste deve ocorrer somente após a regulagem do banco do motorista e ele deve estar acertado de modo que não haja necessidade de mover a cabeça para enxergá-lo, apenas de desviar o olhar.

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Assista ao vídeo: 

Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

Conquista: alta velocidade e celular são as maiores causas de acidentes na Luís Eduardo

Fiscalização na avenida é insuficiente. Coordenador de trânsito diz que seria necessário equipamentos de radar.

TV Sudoeste

Imagem: Reprodução | TV Sudoeste

Imagem: Reprodução | TV Sudoeste

Uma das avenidas mais importantes e movimentadas de Vitória da Conquista, a Avenida Luís Eduardo Magalhães é também o local em que são registrados muitos acidentes.

De acordo o Simtrans são registrados em média sete acidentes sem vítimas por mês na avenida, nesses casos a maior causa é o uso do celular. A Polícia Militar não tem o número de acidentes com vítimas mas, quando acontece o excesso de velocidade é o motivo das ocorrências.

No dia 12 de outubro, Alexandre Pereira Vargem, o DJ Tatu, sofreu um acidente em um trecho da LEM. Segundo a PM ele conduzia em alta velocidade, quando perdeu o controle e se chocou contra um poste. Ele foi arremedado a oito metros de distância e faleceu 17 dias depois.

A fiscalização na avenida é insuficiente. O coordenador de trânsito de Vitória da Conquista, Jarmes Brito, admite que seria necessário equipamentos de radar para coibir o excesso de velocidade na avenida, “não só aqui mas em outros pontos da cidade, os veículos por meio dos condutores, trafegam em velocidade acima da média e então o radar será uma solução importante. Já deveriam ter sido colocados desde antes e por questões administrativas não foram colocados” disse. Assista a matéria:

Rodízio de pneus pode garantir economia e segurança

O importante é estar atento ao que indica o manual do fabricante, já que algumas marcas de veículos exigem pneus diferentes entre si.

Imagem Ilustrativa

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Garantir a segurança de quem você está transportando e a sua própria tem de ser parte da preocupação de todo o motorista consciente. Do mesmo modo, agir para que o custo mensal do veículo não supere nunca suas expectativas, é fundamental em períodos de solavancos econômicos, como os atuais. E uma boa maneira de garantir tanto a segurança quanto a economia é estar atento às condições dos pneus do veículo e promover o rodízio entre eles.

Rodízio é a troca periódica da posição dos pneus nos eixos. Ela é capaz de proporcionar desgaste mais uniforme, garantindo maior vida útil aos pneus e o bom desempenho do veículo. Por conta das características dos veículos, como a tração dianteira ou traseira, por exemplo, e ângulos da suspensão, pneus mais gastos em uma posição do veículo e menos gastos em outras, contribuem para o desequilíbrio do veículo em situações de frenagem e em curvas.

Assim sendo, o rodízio de tempos em tempos é fundamental para que o desgaste se dê de maneira homogênea, mantendo o equilíbrio do veículo em todas as situações, melhorando, assim, suas condições de segurança.

Verificar frequentemente o estado dos pneus, mesmo na parte interna, é importante para detectar a necessidade de rodízio. Se perceber, por exemplo, que os do eixo dianteiro estão mais gastos que os do traseiro, saiba que é momento de fazer o rodízio dos pneus entre os eixos.

Se o desgaste maior for de um lado do veículo, inverta os lados no rodízio para que os pneus se conservem por mais tempo e para uniformizar o desgaste em todas as posições. No caso de os dois fatores estarem ocorrendo ao mesmo tempo, é necessária a realização de um rodízio em “X” para equilibrar o desgaste. Assim, se conserva o equilíbrio do veículo quanto à aderência, preservando a segurança na direção.

É aconselhável que rodízios sejam feitos em todas as revisões periódicas definidas pelo fabricante do veículo, ou a cada 10 mil km. Mas esteja sempre atento ao que orienta o manual do fabricante, uma vez que determinadas marcas exigem pneus de medidas diferentes entre si nos eixos.

Fonte: OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

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