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:: ‘Sociedade’

BLITZ, quem avisa amigo é… (será?!)

Por ACésarVeiga

Imagem: Divulgação

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Li a seguinte “manchete” de jornal:
 
“Prisão em cidade gaúcha reacende debate sobre pessoas que alertam sobre as blitzes de trânsito”.
 
OBS 01: “blitz” é a abreviação da palavra alemã “Blitzkrieg”, que significa “guerra relâmpago”.
O plural alemão é “blitze”, mas usaremos o plural aportuguesado “blitzes”, que é uma expressão estrangeira já incorporada a nossa língua, no sentido figurado, para fazer referência a uma “batida policial repentina” que tem como objetivo combater qualquer tipo de ilegalidade.
 
Bem, mas ao ler o texto do periódico com mais detalhes,
no mesmo instante – feito bússola que encontra o seu norte -,
fiquei sabedor do acontecimento.
 
Em resumo, como provocadores de primeira linha,
moradores supostamente orientavam – através de meios eletrônicos -, outros condutores a desviarem de uma barreira conjunta organizada entre a Polícia Militar e a Fiscalização Municipal de Trânsito da respectiva cidade…
 
A barreira tinha como suposto objetivo, detectar preventivamente,
quem havia ingerido bebidas alcoólicas,
e estava a conduzir o veículo.

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O maestro das cidades

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Para os especialistas em segurança e engenharia de trânsito Eduardo Biavati e Heloísa Martins, a existência de uma estrada ou de um conjunto de vias, as ruas, é condição essencial para o desenvolvimento das cidades. Mas por que tamanha importância? Porque é através das ruas que ocorre toda a circulação de uma cidade, seja de pessoas ou mercadorias. Por isso, para tais autores, não podemos pensar a cidade sem o trânsito.

Porém, o verbo transitar, diferentemente do substantivo trânsito, traz consigo uma conotação mais ampla acerca das trajetórias humanas, remetendo aos percursos sociais inerentes da circulação urbana, enquanto o segundo parece estar invariavelmente associado ao deslocamento físico, sobretudo de veículos automotores. Contudo, como bem se sabe o trânsito não se faz apenas de veículos, mas também de pedestres e bicicletas, por exemplo.

O carro, no entanto, pode certamente ser associado não só à liberdade como a velocidade, pois individualiza o trajeto do sujeito, possibilitando exercer o controle de seus movimentos, permitindo a sensação de domínio espaço-tempo público, que pode se constituir de itinerários pré-definidos. Esses itinerários são definidos pelo condutor do veículo, diferentemente daqueles que precisam utilizar o transporte público. :: LEIA MAIS »

“Meu carro, minha vida”

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa

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O programa Minha casa, minha vida é um programa do Governo Federal criado em ano de 2009 com o intuito de proporcionar financiamento habitacional a famílias de baixa renda. Desde sua criação, milhares de famílias tiveram a oportunidade de realizar o sonho de adquirirem a casa própria. Esse fato denota uma melhoria das condições de vida de grande parte da população, considerando o significado que uma casa tem: um lugar de proteção, de privacidade, de conforto, de aconchego, etc.

No entanto, como demonstra a psicóloga Neuza Corassa, para maior parte das pessoas há não apenas uma identificação com seus carros, mas elas acabam “trazendo” suas próprias casas para dentro de seus carros. Com a correria da vida moderna bem como os engarrafamentos diários, como alternativa para otimizar, precisamos transformar o carro em extensões da nossa casa.

E, assim como os diferentes cômodos da casa tem suas diferentes funções, diversas são as funções que atribuímos aos nossos veículos: a função de sala de estar, como quando as optamos por sair num único carro para conversar; copa/cozinha, quando fazemos refeições no carro; escritório, quando, com o carro parado, damos retorno às ligações e manuseamos documentos; quarto, utilizado para um cochilo no intervalo do trabalho; sala de som, os cds preferidos são levados para o carro; despensa, ao transportar as compras ou estocar algo no carro; banheiro, retocar a maquiagem, trocar fraldas do bebê ou mesmo barbear-se. :: LEIA MAIS »

UMA MOBILIDADE URBANA mais FEMININA (o que acham?)…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

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Um colega, professor de História, na Universidade foi certa vez taxativo:

– Não venham com esta “fábula” de que as sociedades primitivas eram matriarcais. As mulheres poderiam até obter certo prestígio, mas o comando…

…nem pensar.

(confesso que julgava que eram os homens que nesta época ocupavam papel secundário. Engano!)

Mas sei que nas civilizações antigas – Egito, Grécia… -, o status feminino alcançou uma “melhorada”, pois passaram a ter veneração por deusas, sacerdotisas, sábias, filósofas, matemáticas, guerreiras…

Na Roma antiga, por exemplo, com a família em destaque, a mulher adquiriu um “tantinho mais” de valor hierárquico social – mesmo tendo de obedecer ao marido -, já que passou a ser vista como alicerce fundamental neste contexto, e o seu trabalho doméstico como uma virtude.

E sem demora, na Idade Média, conquistou acesso a grande parte das profissões, assim como o direito à propriedade.

(podiam ser chefes de família – quando viúvas -, estudar nas universidades, fundar mosteiros e conventos, escrever peças de teatro, tornar-se rainha, poetisa, guerreiras e até jurista)

Bem, e quando chegaremos ao nosso Brasil? :: LEIA MAIS »

OLHA o “AGENTE DE TRÂNSITO” ESCONDIDO (ele pode multar?)…

 Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

O “tio Pépe” – policial na ativa durante a década de 1970 -, conta que anunciava antecipadamente aos “traficantes” quando haveria “diligência” no reduto desses respectivos mercadores.

(o “tio” achava injusto apanhar os burgueses safados de surpresa)

Já um professor amigo, nos dias de prova na escola, jamais abraçou o hábito de cuidar da turma utilizando aqueles famosos óculos escuros na fachada.

(sempre ficava e ainda fica, bem sentadinho na sua mesa lendo o jornal diário)

Motivo?

– Os alunos devem saber “onde estou” e o que estou “olhando” – diz o mestre.

(sabem como é! finalizou)

Outro é meu vizinho, vulgo “Garnizé Chavante”, que tem uma filha de 15 anos…

…”Licinha”, como é carinhosamente chamada.

(o “Garnizé” é considerado um “pai ultramoderno”)

O querido “Chavante” segue a teoria de que o namorado da filha e a “própria” devem namorar dentro de casa.

(sair sozinhos para a balada, nem pensar! Sempre afirma!)

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Um trânsito feminino (seria melhor?)…

Por ACésarVeiga*

Imagem Ilustrativa

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As vassouras já foram por elas utilizadas como meio de transporte

pelo qual cruzavam os céus noturnos a iluminar os mistérios que jamais passaram de mera superstição literária.

Na cidade de Curitiba e do Rio de Janeiro, existem projetos para que hajam ônibus pintados de rosa para uso exclusivo de quem?

– Sim, das mulheres.

(uma vez mais parece que a roda poderosa da gratidão se pôs a girar)

Em João Pessoa na Paraíba, após 22 horas, “elas” não precisam preocupar-se com ruas escuras ou até lobisomens…

…ao pedir para descer da condução, sendo parada obrigatória ou não, o motorista tem permissão de deixá-las.

(se o leitor é machista explico que não adianta ficar ruminando sobre esta possibilidade, pois convencer a garota dos seus sonhos a dar uma escapulida até seu apartamento na sua companhia, isto tudo bem né? Que feio!).

Elas trafegam por ai, sem se esconder de ninguém, conduzindo caminhões, transportes coletivos e outras máquinas transportadoras…

…e não é raro vê-las também nas empresas fiscalizadoras do trânsito.

Fiscalizam e orientam.

(com apito e indumentário)

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Estacionando nas “vagas preferenciais”… (o que fazer?)

Por ACésarVeiga*

Imagem Ilustrativa

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É possível que determinadas pessoas apresentem aquele medíocre descaso…

…um tipo de incompreensão,

predominante para com os locais em que existem vagas de estacionamento reservadas à pessoas com necessidades especiais.

(necessidade visível ou não, mas que compromete a mobilidade dos que por direito devem ocupá-las)

São vagas para idosos, gestantes, acidentados, pessoas com próteses e cadeirantes.

Elas existem para que os credenciados estacionem seus veículos.

(uma legítima duplicidade de cordialidade e bem social)

São vagas especiais!

Especiais “não” no quesito status social, mas sim,

por que estes cidadãos apresentam alguma limitação física.

(temporária ou não…)

Mas outras pessoas – não enquadradas nestes pré-requisitos –, aproveitam-se destes espaços para estacionar os seus veículos.

(condutores que vibram ao som da falta de ética)

Atitudes estas catalogadas como “naufrágio”, e que,

para descontentamento nosso, não são “raridades” no cotidiano.

(pessoas que agem advogando em causa própria)

Percebo que há muito mais do que os olhos podem ver,

e muitos não estão avistando ou sendo capaz de perceber o que realmente está lá.

Não precisa ser habilidoso com a observação para constatar…

São jogadores mundanos de todos os lados a convidar você,

para entrar neste jogo de intensos sentimentos de “mau agouro”.

E sinceramente, :: LEIA MAIS »

Usar cerol é crime e mata! Uso tem feito vítimas também no trânsito

Campanha conscientiza sobre perigo causado pelo cerol e incentiva uso de acessórios e equipamentos de segurança pelos motociclistas.

Imagem: Divulgação

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Originárias da cultura milenar chinesa, as pipas até hoje são capazes de entreter crianças e muitos adultos em diversos lugares do mundo. A brincadeira é divertida, mas quando combinada com irresponsabilidade, acaba colocando milhares de vidas em risco. Nos referimos especificamente ao cerol e à linha chilena usados por muita gente para facilitar o corte de outras pipas. Não à toa, em dezembro de 2012, um grupo se reuniu para tentar dar um basta nessa situação, criando a campanha Cerol Mata, em função do crescente número de vítimas que o cerol tem feito também no trânsito.

Os relatos de casos envolvendo motociclistas acidentados por causa das linhas cortantes assustam. De acordo com os idealizadores da iniciativa, Léo  Ferreira, Babo Senna, Oleglier de Andrade, Marcelo Cordeiro e Gilmar Arestides, apenas em dezembro de 2015, três condutores de moto morreram no Rio de Janeiro de forma brutal. Para mudar esse cenário, a campanha trabalha com a conscientização da população, principalmente de crianças, sobre os perigos do cerol e da linha chilena e tenta coibir o uso e a venda desses artifícios, tudo para preservar vidas de motoristas, pedestres e daqueles que “soltam” pipa.

Infelizmente, o mercado oferece algumas opções que ajudam a tornar a brincadeira perigosa, como o cerol de vidro, o de ferro (capaz de causar curto circuito quando entra em contato com a rede elétrica) e a linha chilena, considerada uma das mais perigosas e fatais. Além de reforçar os problemas que a prática pode causar, a campanha destaca que tanto o uso, como o porte, a venda e a fabricação desses produtos são considerados crimes.

A divulgação entre grupos e movimentos de motociclistas, bem como a participação em palestras, eventos, passeatas de condutores de motocicletas, audiências públicas e pressão por mudanças na legislação do estado do Rio de Janeiro, têm contribuído para a ampliação da campanha de conscientização. Atualmente, o grupo investe em um projeto de lei para que acidentes com cerol sejam discriminados em ocorrências da Polícia Civil, já que hoje os registros incluem todos os casos com material cortante nas mesmas estatísticas. Dessa forma, será possível saber com maior precisão quantos acidentes causados por cerol acontecem no Rio.

Um dos períodos mais críticos do uso do cerol são as férias escolares, principalmente nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, segundo a campanha. Nesse período, vale reforçar as dicas de prevenção de acidentes junto aos motociclistas, como o uso da antena estendida em motocicletas, utilização de capacete, luvas e calças. O mercado também lançou recentemente um protetor de pescoço, feito de neoprene com um sistema de proteção.

Diversão tem limites. Entre na onda da campanha Cerol Mata e participe da conscientização a favor das vidas!

Fonte: Viver Seguro no Trânsito.

TAXISTA…Será mesmo um profissional do trânsito?

Por ACésarVeiga*

Divulgação

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Parece completamente equivocada a ideia que determinados “motoristas de táxi” ostentam sobre “autoconhecimento” e também da verdadeira “importância” que simbolizam para a mobilidade urbana.

Percebemos que nem todos os heróis usam capas…

…e que alguns, classificados como “bons condutores de táxi”,

de forma apropriada sabem exercitar a responsabilidade coletiva quando solicitados.

(E agindo assim originam certa ponta de esperança em nós usuários)

A ironia

é que tanto aqueles motoristas “cumpridores do seu dever”,

quanto os “que não o cumprem” – e que prosseguem no caminho do desrespeito,

TODOS…

…passam a ser completamente desqualificados pela população.

(Uma contradança entre “imoralidade” e “ética”, que passa a ser amadurecida no mesmo tempo e na mesma estufa)

É como se estivéssemos olhando em volta e não vendo nem Deus e nem os anjos.

Para certos motoristas

o desconhecido e o proibido são a mesma coisa!

(Cena bastante penosa e frequente no cotidiano urbano)

– Avançam com o sinal no vermelho.

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A “indústria da multa”… mito ou verdade?

Por ACésarVeiga*

Imagem Ilustrativa

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Possuo grandes preocupações, e destas,

manifesto “uma” com mais frequência.

É o uso disseminado da frase:

– A “Indústria da multa”;

(Que confio não ser absolutamente correta)

Consciente da quantidade enorme de condutores,

que desrespeitam as normas de trânsito – tanto nas vias públicas como nas estradas,

rotulo esta rebelião de legítima e autêntica “crendice popular”.

E assumindo a liberdade da vontade, pergunto ao leitor:

– De que maneira o “agente fiscalizador” pode alterar o valor da velocidade que aparece digitalmente – após focalizar seu veículo -, no equipamento denominado “radar”?

(Também sabemos que eles devem ser constantemente aferidos)

– Que procedimento o “agente fiscalizador” usaria para trocar uma placa de sinalização na via, onde se identifica “permitido estacionar” para “proibido estacionar”, em instantes…

…(enquanto você vai à farmácia, por exemplo)?

Mas você utiliza aquelas desculpas do “tempo do ginásio”:

– A placa não estava ai!

– Não vi!

– Não sabia!

– Foi só por um tempinho!…

…e outras asneiras.

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manual fiscalizacao transito



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