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:: ‘Trânsito’

BLITZ, quem avisa amigo é… (será?!)

Por ACésarVeiga

Imagem: Divulgação

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Li a seguinte “manchete” de jornal:
 
“Prisão em cidade gaúcha reacende debate sobre pessoas que alertam sobre as blitzes de trânsito”.
 
OBS 01: “blitz” é a abreviação da palavra alemã “Blitzkrieg”, que significa “guerra relâmpago”.
O plural alemão é “blitze”, mas usaremos o plural aportuguesado “blitzes”, que é uma expressão estrangeira já incorporada a nossa língua, no sentido figurado, para fazer referência a uma “batida policial repentina” que tem como objetivo combater qualquer tipo de ilegalidade.
 
Bem, mas ao ler o texto do periódico com mais detalhes,
no mesmo instante – feito bússola que encontra o seu norte -,
fiquei sabedor do acontecimento.
 
Em resumo, como provocadores de primeira linha,
moradores supostamente orientavam – através de meios eletrônicos -, outros condutores a desviarem de uma barreira conjunta organizada entre a Polícia Militar e a Fiscalização Municipal de Trânsito da respectiva cidade…
 
A barreira tinha como suposto objetivo, detectar preventivamente,
quem havia ingerido bebidas alcoólicas,
e estava a conduzir o veículo.

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Conquista: 20 vagas de estacionamento a menos na praça da prefeitura

Espaço é transformado em pista de rolamento, que segundo a Administração, irá facilitar a fluidez. 

Foto: Iran Profeta

Foto: Iran Profeta

Após tornar o estacionamento “em fila” nas Ruas Zeferino Correia, Maximiliano Fernandes, Francisco Santos e Monsenhor Olímpio, todas no Centro de Vitória da Conquista, chegou a vez da Praça Joaquim Correia também sofrer modificações.

No início da manhã de hoje, sexta-feira (1), agentes de trânsito do Simtrans sinalizaram a área e durante todo o dia a equipe de sinalização fez as pinturas no asfalto.

Com a mudança a praça da prefeitura perde 20 vagas, antes eram 26, e o espaço é transformado em pista de rolamento, que segundo a Administração, irá facilitar a fluidez além de diminuir os constantes estacionamentos irregulares naquele local.

“Singela” franquia

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Estarrecidos. Assim encontrava-se aquele jovem casal com o olhar distante a analisar o estrago feito naquele tranquilo cruzamento do bairro Menino Deus (Porto Alegre). Essa foi à primeira ocorrência do turno que se estenderia até a manhã seguinte. Num quente final de tarde de sábado, em meados do ano de 2012, encontramos meu colega e eu, os veículos imobilizados junto ao meio-fio, cada qual em uma via. As avarias, à primeira vista, pareciam ser pequenas. Procuramos averiguar, como de costume, se havia em algum dos carros alguém ferido. Nada, apenas danos materiais. Seguimos com os procedimentos habituais como recolhimento dos dados dos veículos e dos condutores, levantamento dos danos de cada veículo e, finalmente, com as explicações a cerca das medidas a serem tomadas pelas partes.

No humilde Volkswagen Corsa, que deveria ser de meados da década de 90 e custar menos de 10 mil reais, além do para-choque dianteiro, a grade e faróis quebrados, o capô amaçado. Nada que uma boa chapeação e um “martelinho de ouro” não resolvessem. No entanto, no importado Hyundai Azera que, na época, estalava de tão novo e, que muito provavelmente valia mais de 100 mil reais, um extenso e profundo “amassão” percorria toda a lateral esquerda, iniciando no para-lama dianteiro, se estendendo pelas portas dianteira e traseira e findando para além do para-lama traseiro.

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Quem são e onde estão as vítimas mais frequentes do trânsito?

Maioria das indenizações foi para jovens de 18 a 34 anos somando 49%.

Imagem Ilustrativa

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Um pouco mais de 192 mil indenizações foram pagas no primeiro semestre de 2017 pela Seguradora Líder-DPVAT, responsável pela gestão do Seguro DPVAT. Desse total, 15% correspondem a casos de reembolso de despesas médicas, 75% a invalidez permanente e 10% a morte. Em outras palavras, são 27.870 novos feridos, 144.950 mil novos inválidos e 19.367 pessoas mortas no trânsito. Um dado preocupante, né?!

Apesar desse volume de indenizações ser 9% inferior quando comparado ao mesmo período de 2016, podemos afirmar que o trânsito brasileiro continua gerando populações de cidades inteiras de vítimas do trânsito. Uma verdadeira guerra que mata muito mais do que outras por aí e passa diante de nossos olhos. Nessa batalha, o homem está no front: 75% das indenizações foram destinadas a pessoas do sexo masculino e 25% às mulheres.

Sabe quem são as vítimas mais frequentes? Os condutores. Eles somaram 111.536 (58%) indenizações pagas pela Seguradora Líder-DPVAT. Desse número, 95.280 estavam na direção de uma motocicleta. O Brasil também perde uma parcela importante da sua população economicamente ativa para a violência no trânsito, pois 69% das indenizações foram destinadas a pessoas de 18 a 44 anos.

Dados levantados pelo Centro de Estatística da Seguradora Líder-DPVAT mostram que jovens entre 18 e 34 anos foram os mais impactados. Trata-se de uma importante parcela da população, já que são vítimas em idade economicamente ativa.

A maioria das indenizações do Seguro DPVAT  foi para jovens de 18 a 34 anos. Eles representam 49% das indenizações = 94.167 pessoas.

A moto ainda é o veículo que mais gera acidentes, tendo como principal vítima o próprio motociclista. Eles, que representam apenas 27% da frota, concentraram 74% das indenizações.

A maior parte das indenizações pagas aos motociclistas, 80%, foi para invalidez permanente. Desse total, os jovens de 18 a 44 anos somaram 85.382 pessoas.

Sobre o horário, a maioria dos acidentes aconteceu entre o período da tarde e parte da noite. A faixa entre 13h e 20h concentrou 45% dos acidentes no primeiro semestre de 2017. Já a região Nordeste ficou com a maior parte das indenizações, 32%, seguida pela Sudeste, com 29%.

A região Sudeste concentra o maior inúmero de vítimas em acidentes fatais, com 35%, seguida de perto pela região Nordeste, com 31%.

As informações são do Viver Seguro no Trânsito.

Laboratório subjetivo

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Seria interessante, antes de mais nada, pensar sobre a etimologia da palavra “laboratório”. Do latim laboratorium ou “lugar de trabalho”, derivada de laborare ou “trabalhar”. No entanto, laboratório tem ainda uma conotação que vai além da origem da palavra. Ela expressa uma ideia de experiência.

Foi assim que eu decidi definir meu antigo local de trabalho. Um laboratório onde pude experienciar as mais diversas sensações, sem sequer precisar sair pra rua. Que me possibilitou conhecer diferentes formas de se relacionar com um veículo. Um mundo a parte, que, de certa forma, parece girar em torno do automóvel. Seja no estacionamento, seja em conversas de vestiário ou de corredor algumas falas e comportamentos serviram como poderosos analisadores para essas observações.

Para tanto, creio ser possível citar algumas situações que me afetaram de alguma forma. Não pretendo me ater a nenhuma especificamente, mas exemplificar brevemente. Como as disputas por vagas cobertas, acompanhadas por comentários rechaçosos de que os carros mais velhos não precisam de vaga coberta por já estarem à mercê do estrago que o tempo lhes causou. Ou a memorável vez em que dois colegas quase se agrediram fisicamente pelo simples fato de um deles ter escrito com o dedo na poeira sobre a lataria do carro do outro: “lave-me”. Com a justificativa de que isso teria arranhado a pintura do carro, o dono desse foi tirar satisfações com o colega. O resultado foi que, se não fosse pela intervenção dos demais colegas, muito provavelmente os dois estariam desempregados hoje, sem condições para pagar os respectivos carros nem muito menos lavá-los. :: LEIA MAIS »

Conquista: Av. Marcelino Rosa e Ubaldino Figueira passam a ser mão única

 A mudança começa a valer a partir da próxima segunda (31).

Imagem: Secom

Imagem: Secom

As avenidas Marcelino Rosa e Ubaldino Figueira, no bairro Recreio, terão o seu tráfego alterado – ambas passarão a ser mão única. Na manhã desta quarta-feira (26), a equipe da Coordenação Municipal de Trânsito esteve na área implantando a sinalização. A mudança, que começa a valer a partir da próxima segunda, 31, pretende aumentar a fluidez do trânsito local, dar mais mobilidade e organização aos veículos, principalmente nos corredores de ônibus, primando pela segurança da população.

A Ubaldino Figueira (onde está localizada a FTC) começará a funcionar como mão única no sentido da avenida Genésio Porto para a Siqueira Campos (Rua da Granja). Já o tráfego da Avenida Marcelino Rosa passará a ser no sentido Siqueira Campos para Genésio Porto. As duas vias irão contar com faixa ampla de circulação de veículos e vagas de estacionamento dos dois lados. As informações são da Secretaria de Comunicação.

As MORTES no TRÂNSITO (uma estatística macabra, procurando quem será o próximo!)…

Por ACésarVeiga*

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Ontem, na sala de espera do consultório médico,

uma “senhorita” ofereceu o exemplar da revista…

…acredito que foi para distrair a “chatice” de aguardar o atendimento.

(datava de julho do ano passado)

Curioso que sou e “cavalheiro” desde o nascimento,

restou não mais que iniciar a folhear a “dita cuja”…

Inicialmente atuei apenas como testemunha…

…aquela que permanece isolada por todos os lados do “julgamento”…

(típico observador imparcial das informações)

Porém, logo

a revelação de uma estimativa – de dimensões previsíveis -, gerou um dissabor profundo

avolumando seu efeito na continuidade da leitura.

Segundo a reportagem da revista,

o número de vítimas – a maioria de suas próprias transgressões -, nas rodovias federais em 2016 foi de 6.405 mortes e 21.439 feridos graves.

(em comparação a 2015, houve uma redução de 4,8% no número de feridos graves – isto serve de consolo a alguém esclarecido?!) 

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Esqueceu a direção: Mulher tenta apanhar controle de portão e causa estrago

Não são apenas os fatores externos que “roubam” a atenção no trânsito. Manipular objetos dentro do carro também gera riscos.

Fotos: Adriano Gomes

Fotos: Adriano Gomes

Manter a atenção às manobras com o carro/ moto é fundamental para a segurança. Essa máxima da direção defensiva deve ser repetida a exaustão pela condutora que se acidentou na madrugada de hoje (24), próximo ao Cemitério da Saudade, em Vitória da Conquista.

Era por volta das 03h quando a mulher chegada em casa. Ao tentar apanhar o controle do portão ela se distraiu e perdeu o controle do carro se chocando contra o meio fio, para logo depois acertar uma árvore e o poste de iluminação. Apesar dos estragos, a condutora não se feriu e agentes de trânsito do Simtrans registraram a ocorrência.

Apesar dos estragos, condutora não se feriu.

Apesar dos estragos, condutora não se feriu.

Não são apenas os fatores externos que “roubam” a atenção no trânsito. Manipular objetos dentro do carro também gera riscos.

O maestro das cidades

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Para os especialistas em segurança e engenharia de trânsito Eduardo Biavati e Heloísa Martins, a existência de uma estrada ou de um conjunto de vias, as ruas, é condição essencial para o desenvolvimento das cidades. Mas por que tamanha importância? Porque é através das ruas que ocorre toda a circulação de uma cidade, seja de pessoas ou mercadorias. Por isso, para tais autores, não podemos pensar a cidade sem o trânsito.

Porém, o verbo transitar, diferentemente do substantivo trânsito, traz consigo uma conotação mais ampla acerca das trajetórias humanas, remetendo aos percursos sociais inerentes da circulação urbana, enquanto o segundo parece estar invariavelmente associado ao deslocamento físico, sobretudo de veículos automotores. Contudo, como bem se sabe o trânsito não se faz apenas de veículos, mas também de pedestres e bicicletas, por exemplo.

O carro, no entanto, pode certamente ser associado não só à liberdade como a velocidade, pois individualiza o trajeto do sujeito, possibilitando exercer o controle de seus movimentos, permitindo a sensação de domínio espaço-tempo público, que pode se constituir de itinerários pré-definidos. Esses itinerários são definidos pelo condutor do veículo, diferentemente daqueles que precisam utilizar o transporte público. :: LEIA MAIS »

“Meu carro, minha vida”

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem Ilustrativa

Imagem Ilustrativa

O programa Minha casa, minha vida é um programa do Governo Federal criado em ano de 2009 com o intuito de proporcionar financiamento habitacional a famílias de baixa renda. Desde sua criação, milhares de famílias tiveram a oportunidade de realizar o sonho de adquirirem a casa própria. Esse fato denota uma melhoria das condições de vida de grande parte da população, considerando o significado que uma casa tem: um lugar de proteção, de privacidade, de conforto, de aconchego, etc.

No entanto, como demonstra a psicóloga Neuza Corassa, para maior parte das pessoas há não apenas uma identificação com seus carros, mas elas acabam “trazendo” suas próprias casas para dentro de seus carros. Com a correria da vida moderna bem como os engarrafamentos diários, como alternativa para otimizar, precisamos transformar o carro em extensões da nossa casa.

E, assim como os diferentes cômodos da casa tem suas diferentes funções, diversas são as funções que atribuímos aos nossos veículos: a função de sala de estar, como quando as optamos por sair num único carro para conversar; copa/cozinha, quando fazemos refeições no carro; escritório, quando, com o carro parado, damos retorno às ligações e manuseamos documentos; quarto, utilizado para um cochilo no intervalo do trabalho; sala de som, os cds preferidos são levados para o carro; despensa, ao transportar as compras ou estocar algo no carro; banheiro, retocar a maquiagem, trocar fraldas do bebê ou mesmo barbear-se. :: LEIA MAIS »

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