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:: ‘Veículos’

O Rito da passagem (de ônibus!)

Por Rodrigo Vargas de Souza*

Imagem: Divulgação

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Queiroz (2006)1 explora muito bem em seu ensaio as simbologias que envolvem o automóvel no universo publicitário e nas relações sociais. Uma delas se refere à ideia do carro como representação de uma espécie de rito de passagem para a maioridade. É bem comum, em famílias mais abastadas, os pais presentearem seus filhos com carros assim que esses ingressam na faculdade ou atingem a maioridade. Segundo ele, a própria carteira de motorista habilita o jovem a uma nova condição de ampliada liberdade.

No entanto, como na grande parcela da população brasileira, o automóvel não assumiu tais significados na minha família. Só consegui tirar minha carteira de habilitação aos 20 anos, após muito trabalhar para juntar a quantia que, na época, representava diversos meses de trabalho. Ainda assim o carro teria que esperar mais alguns anos. Meu primeiro veículo foi uma motocicleta Honda CG Tittan, 150 cilindradas, ou como alguns adeptos aficionados do mundo motociclístico, devido à sua baixa potência, costumam afirmar: “Tittan não é moto!”. Mas, preconceitos à parte, aquela motocicleta durante quatro longos anos me serviu bastante bem.

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Transferência facilitada de veículos para lojas começa em maio

Por Mércia Gomes*

Imagem Ilustrativa

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RESOLUÇÃO Nº 655, DE 10 DE JANEIRO DE 2017: Estabelece o Registro Nacional de Veículos em Estoque – RENAVE e dá outras providências. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN,….

Considerando o disposto no inciso III do art. 124 e parágrafo único do art. 134 do CTB;

Considerando a necessidade de viabilizar a escrituração eletrônica dos livros de registro de movimento de entrada e saída de veículos, usados ou não, conforme previsto no art. 330 do CTB;

O RENAVE – Registro Nacional de Veículos em Estoque, permitirá às lojas concessionarias tornarem responsáveis/proprietárias logo que o bem for entregue no estabelecimento, razão pela qual a transferência passara a ser eletrônica, deixando os requisitos de preencher papel.

Seguirá da seguinte forma: ao ser efetuado a venda de veículo para loja, o proprietário preenche o documento CRV – Certificado de registro Nacional e, assina para após ser emitido o nota fiscal de entrada do veículo, disso o veículo passa automaticamente para o nome do atual proprietário/pessoa jurídica, ou seja, CNPJ da loja, sendo em face de veículo em estoque, o qual é objeto dessa Resolução, enfatizando e deixando o antigo proprietário livre de receber autuações imediatamente.

Essa Resolução estabelece a ordem às pessoas jurídicas, e não abrange pessoa física, ou seja, venda de pessoa física para pessoa física.

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Natal e Ano Novo: Antes de viajar faça a manutenção preventiva no veículo

Confira dicas de revisão no carro e na moto antes de pegar a estrada.

Imagem Ilustrativa | Getninjas

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Natal e Ano novo chegando e milhares de pessoas planejam por o pé na estrada para aproveitarem o período de festas. Mas é bom ficar atento pois, a responsabilidade de quem vai viajar começa bem antes de colocar as malas no carro: É hora de fazer a revisão.

O Blog Transitar ouviu dois especialistas em mecânica de veículos que dão dicas importantes de manutenção preventiva, o que evita que o condutor fique “na mão” em plena estrada ou mesmo sofra um acidente.

O vistoriador técnico veicular Laudemir Ferreira, com 44 anos de experiência, elenca os itens nos carros que devem passar por uma boa vistoria antes de qualquer viagem: “Em primeiro lugar é preciso uma verificação no sistema de freios: pastilhas, lonas, freio de emergência e fluido” diz o técnico. Na parte elétrica, observa Ferreira, é necessário conferir faróis, luzes indicadoras de direção, luzes de freio, luzes de emergência e palhetas dos limpadores de para-brisa, “incluído a revisão da bateria”.

Os pneus são equipamentos fundamentais para segurança e devem ser utilizados somente em bom estado de conservação. “Eles [os pneus] inclusive o estape são utilizados com a calibragem recomendada pelo fabricante” orienta o técnico, “e para se prevenir dos contratempos nunca se deve viajar sem conferir os parafusos das rodas, chave, macaco e triângulo”.

A suspensão do veículo também necessita de atenção, segundo Laudemir as “buchas das estabilizadoras, amortecedores folgados ou vazando óleo podem desestabilizar o carro nas acelerações, frenagens e curvas”. O técnico também destaca outros itens que merecem atenção como o fluido do reservatório da direção, vazamentos nas mangueiras de radiador e extintor de incêndio, que apesar de não ser obrigatório, é um item de utilidade.

Se a viagem é de moto, as recomendações são parecidas com as dos carros. É o que diz o supervisor de manutenção, Isaías Leite, que recomenda aos motociclistas atenção às recomendações no manual do fabricante “pra saber da vida útil das peças, inclusive o kit de transmissão” orienta. “Pneus, óleo, filtro, luzes, freios” tudo precisa ser devidamente revisado antes pegar a estrada.

Carro e moto verificados, falta a lembrança das regras de circulação como atenção redobrada e velocidade compatível com a segurança. Boa viagem!

Sobre a penalidade de apreensão do veículo

Confusão (justificada) na legislação de trânsito é, finalmente, definida com nova lei.

Por Eduardo Cadore*
Do Direito de Trânsito

Imagem Ilustrativa

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A Lei 13.281/16, que passou a ter plena vigência a partir de 1º de novembro de 2016, dentre suas inúmeras novidades, revogou o artigo 262 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), artigo este que trata da penalidade de apreensão do veículo.

Então quer dizer que a partir dessa data o veículo que está com licenciamento vencido, por exemplo, não pode mais ser apreendido ao pátio? Pode e deverá ser recolhido, mas não apreendido.

O que ocorre no tema é uma grave confusão (justificada) entre a penalidade de apreensão do veículo e a medida administrativa de remoção do veículo, esta prevista no artigo 271 do CTB. A primeira, que estava elencada no artigo 256 como uma das penalidades possíveis, ao lado de outras como multa, suspensão do direito de dirigir e cassação da CNH, não pode, desde a vigência do novo CTB, ser aplicada pelo agente da autoridade, mas sim pela autoridade de trânsito que é o dirigente máximo do órgão ou entidade executivo integrante do Sistema Nacional de Trânsito ou pessoa por ele expressamente credenciada, conforme definição no anexo I da Lei 9.503/97.

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Personalizar veículos sem conhecer as regras pode comprometer segurança

Confira orientações para uso de películas, luzes, faróis, engates e rebaixamento.

Imagem Ilustrativa

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Hábito muito comum nos brasileiros, personalizar o veículo merece atenção dos proprietários para que pequenos detalhes não representem grandes transtornos em eventuais abordagens da fiscalização, ou ainda signifiquem riscos à segurança tanto de seu condutor quanto dos que com ele dividem as vias e as rodovias.

Para justamente evitar esses problemas, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária dá algumas orientações sobre películas, engate e faróis e luzes.

Utilizar películas acima dos padrões permitidos, em especial nos vidros dianteiros e para-brisa, por exemplo, além de proibido, prejudica a visibilidade principalmente durante a noite, ou mesmo em condições de tráfego sob chuva e neblina, uma vez que fica mais difícil a remoção do embaçamento, ainda que o veículo possua sistema de ar-condicionado.

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Agenda Positiva – #PanesNosVeículos

OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária

Divulgação

Imagem: Divulgação

Poucas coisas são mais desagradáveis do que enfrentar uma pane do veículo em uma estrada. Mas isso pode acontecer, em especial se a manutenção e as revisões não forem efetuadas frequentemente. Para orientar os condutores de veículos para situação de pane, o Observar, parceria entre o ONSV (OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária) e a Seguradora Líder-DPVAT, aborda o tema em sua Agenda Positiva do mês de agosto.

As dicas são simples, mas indispensáveis. Afinal, qualquer um pode enfrentar esse tipo de situação. Então, o que fazer quando seu carro quebra?

Uma das principais orientações é: desobstrua a pista levando o veículo até o acostamento ou o encoste à direita. Nunca deixe de sinalizar. A sinalização é fundamental para evitar acidentes na pista e deve ser acionada por meio do pisca alerta e com a colocação do triângulo luminoso a uma distância mínima de 30 metros do local onde o veículo está parado.

Nunca volte para o interior do veículo, uma vez que, eventualmente, algum outro condutor pode colidir na traseira e você sofrer ferimentos em virtude da colisão. O ideal é aguardar em local seguro fora do veículo.

Tentar rebocar o veículo ou consertá-lo por conta própria é igualmente desaconselhável , já que, além de perigoso,  pode ocasionar multa. Procure ajuda acionando o socorro e, em último caso, ligue para a Polícia Rodoviária. Para não ter de passar pelos riscos e o estresse gerados por situação de pane em estrada, lembre-se que para evitar quebra é melhor que a revisão esteja sempre em dia.

Faça o download das peças GRATUITAMENTE clicando AQUI.

Governo cria sistema que facilita a transferência de veículos usados

RENAVE – Registro Nacional de Veículos  em Estoque – deverá permitir economia em cada transação veicular.

Imagem: Procon

Imagem: Procon

A partir de 1º de março de 2016, a venda de usados por pessoas físicas a concessionários será mais simples. O Renave (Registro Nacional de Veículos em Estoque) deverá permitir economia de R$ 980 em cada transação com o carro/ moto, seja na hora em que o consumidor negociar com um estabelecimento (ou entregá-lo como parte da entrada para adquirir um novo), ou no momento em que a loja vende o veículo.

Essa economia acontecerá porque haverá a extinção do livro físico de registro. Quando a pessoa vender seu usado, a emissão da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) já possibilitará automaticamente a inscrição da transmissão do carro no Renave para a concessionária. Nesse momento, a revenda passará a ter o domínio do bem, sendo considerada responsável por todas as penalidades, taxas e encargos de trânsito incidentes sobre o veículo, até a data de nova transmissão, que fica condicionada à emissão da NF-e de venda para o consumidor.

Desta forma, ao fazer o registro eletrônico, a concessionária já terá a transferência de propriedade comprovada. Para o consumidor, pode encerrar problemas como o surgimento de multas posteriores à venda, que seriam de responsabilidade da loja.

Com informações do Portal do Trânsito.

Detran alerta para necessidade de comunicação da venda de veículo

Enquanto a transferência não é concluída, o proprietário do veículo deve fazer a comunicação de venda.

Imagem: Reprodução

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Um importante documento pode livrar o proprietário de veículo de um problema sério: a comunicação de venda, feita ao Detran logo após concretização do negócio. Ele é a garantia necessária para o vendedor do bem se resguardar de todas multas, infrações e embaraços que podem ser cometidos pelo comprador e obrigatória segundo o CTB.

O comunicado de venda, livra o antigo proprietário das consequências das penalidades. Se por um acaso o comprador usou o veículo para cometer um delito, quem será procurado inicialmente será o antigo proprietário, ou seja, o que vendeu o automóvel/ moto, que terá que se explicar para as autoridades e órgãos competentes sobre o fato ocorrido.

“O correto é fazer a transferência, mas enquanto não se faz, é imprescindível se resguardar com o comunicado de venda”, explicou o chefe do Atendimento do Detran, Rodrigo Paiva, que destacou a necessidade da urgência nesse processo. “Assim que fizer todo trabalho do cartório, o vendedor tem que vir no Detran fazer a comunicação do negócio. Se vendeu, tem obrigação de comunicar, pois se não o fizer, será responsável solidário pelas penalidades impostas e suas reincidências desde a data de venda até a data da comunicação”, esclareceu.

Como fazer

A comunicação de venda (pessoa física) pode ser solicitada pelo vendedor. Caso seja feito por terceiros, é necessário apresentar uma procuração pública ou particular. Esse documento tem que ter firma reconhecida em cartório como verdadeira, além de dados como RG, CPF do procurador e cópia do CRV (Certificado de Registro do Veículo, popular “Declaração”) autenticada. No caso de pessoa jurídica os documentos necessários são: cópia do CNPJ, Contrato Social, RG e CPF do representante legal da empresa.

Com informações do Portal do Trânsito.

E OS VEÍCULOS MOVIDOS A “DIESEL”?

Por ACÉSARVEIGA*

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

Se fosse uma pergunta de aluno,
diria que representam um crime…

Crime,
de quem permite a sua fabricação,
de quem os fabrica,
de quem os adquire, e principalmente
daqueles que o utilizam…

Sei que o “óleo diesel” move o Brasil,
assim como sei que certos países andinos
sobrevivem da produção do arbusto Erythroxylum coca (de onde se extrai a cocaína),
fazendo-me crer então,
que estamos infectados do “imobilismo moral”.

Mas,
no desejo de revelar muitos outros aspectos parasitários sociais,
gostaria de enfatizar
o verso desta moeda brasileira.

Perguntarei:
( E isso, sem ao menos ficar submetido a certos imperativos morais)

– Quantos sabem o que é o “óleo diesel”?, e…

– Quantos sabem sobre as consequências do seu uso?

Acreditem,
as emissões oriundas dos escapamentos dos ônibus
e dos demais veículos movidos a óleo diesel,
são um grave problema ambiental…
… e ele é mundial. :: LEIA MAIS »

Será que esse álcool a mais (27%) na gasolina deixará o motor bêbado? Parte 2

Por ACÉSARVEIGA*

Reprodução

Imagem: Reprodução

MAS O QUE É O ÁLCOOL ANIDRO?

O álcool anidro (também chamado de etanol puro ou etanol absoluto) é usado junto com a gasolina, sendo formado aproximadamente por 99,5% de etanol puro e o restante, 0,5%, de água.
Obs: A palavra anidro tem origem grega e significa “sem água” (a = não e hidro = água).

Já o álcool hidratado é o etanol comum vendido nos postos,
usado como combustível nos carros movidos exclusivamente a etanol.

O etanol hidratado combustível,
apresenta em sua composição entre 95% e 96% de etanol,
sendo o restante ( aproximadamente 4%) de água.

A diferença entre os dois
diz respeito à quantidade de água (que é muito corrosiva) presente em cada um deles.

POR QUE O ETANOL É TAMBÉM CHAMADO DE “BIOCOMBUSTÍVEL”?

Ele é proveniente de biomassa (no caso do etanol é a “cana de açúcar”) que é renovável (sempre haverá cana de açúcar, desde que se plante é lógico) poluindo menos que os combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc) derivados do petróleo (que tem suas reservas com os anos contados).

Obs: Por isso o “pré-sal” (que irá extrair petróleo de regiões profundas),
e que apresenta detalhes pouco nítidos e aparente obscuridade, é considerado um absurdo ecológico e econômico…

Quer saber mais sobre o pré-sal:

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manual fiscalizacao transito



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